Lembrancinhas de final de ano letivo organizadas com carinho e respeito para as minhas turminhas de Pré II A/B. Amo vocês, crianças! (Ano, 2025).
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domingo, 7 de dezembro de 2025
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Plano de Aula: Natal (Educação Infantil)
Turma: Educação Infantil (3–5 anos)
Duração: 1 aula (40–60 min)
Campos de Experiências
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O Eu, o Outro e o Nós
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Traços, Sons, Cores e Formas
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Corpo, Gestos e Movimentos
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Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação
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Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações
1. OBJETIVOS
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Desenvolver o espírito de cooperação e partilha, valorizando tradições culturais de Natal.
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Explorar cores, formas e texturas por meio de atividades artísticas.
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Ampliar a linguagem oral ao conversar sobre o significado do Natal.
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Estimular a imaginação e a coordenação motora fina.
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Relacionar quantidades e tamanhos na construção de enfeites ou atividades lógicas simples.
2. CONTEÚDOS/CONCEITOS
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Solidariedade e convivência
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Linguagem oral e narrativa
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Artes visuais
3. DESENVOLVIMENTO DA AULA
1) Roda de Conversa – “O que é o Natal para você?”
Campos: O Eu, o Outro e o Nós; Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação
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Convidar as crianças a falarem sobre o que sabem do Natal.
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Mostrar imagens de árvores de Natal, estrelas, presépios, luzes.
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Incentivar que expressem sentimentos (alegria, união, família).
2) História – “A Árvore de Natal Mágica”
Campos: Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação
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Contar uma história curta (oral ou com livro).
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Fazer perguntas sobre personagens, cores e acontecimentos.
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Estimular a imaginação: “O que você colocaria na sua árvore mágica?”
3- Atividade Principal – Confecção de Enfeite de Natal
Sugestões:
Campos: Traços, Sons, Cores e Formas; Corpo, Gestos e Movimentos;
Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações.
Ações:
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Disponibilizar materiais variados (papel colorido, cola, glitter, EVA, tecidos).
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Orientar sobre formas, tamanhos e cores.
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Estimular autonomia: escolher materiais e criar seu enfeite.
4- Atividade Lógico-Matemática (opcional)
Campos: Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações
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Ordenar árvores de Natal por tamanho (pequena, média e grande).
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Contar quantos enfeites colocar em cada árvore.
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Classificação por cor (bolas vermelhas, verdes, douradas etc.).
5- Encerramento – Exposição e Música de Natal
Campos: O Eu, o Outro e o Nós; Corpo, Gestos e Movimentos
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Montar um mural com os enfeites ou pendurá-los na sala.
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Cantar uma música natalina simples (ex.: Bate o Sino).
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Conversar sobre o que mais gostaram na atividade.
4. AVALIAÇÃO
Observação contínua:
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Participação na roda de conversa e na história.
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Autonomia na escolha e uso dos materiais.
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Coordenação motora ao produzir o enfeite.
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Capacidade de expressão oral e interação com os colegas.
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Reconhecimento de cores, formas e quantidades.
5. MATERIAIS
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Papéis variados (sulfite, color set, cartolina)
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Tesoura sem ponta
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Cola
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Tintas e pincéis
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Caixas ou mural para exposição
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
Painel com o tema Natal, confeccionado de forma coletiva com as minhas Turmas de Pré II/B, ano letivo 2025.
Painel com o tema Natal, confeccionado de forma coletiva com as minhas Turmas de Pré II/B, ano letivo 2025.
Cartaz Conto Infantil: Menina Bonita do Laço de Fita
Painel com o tema Natal
Painel com o tema "Natal", confeccionado de forma coletiva com as minhas turminhas de Pré-escolar II-A/B (Ano, 2024; Profª Regente: Cláudia).
PARA REFLETIR:
Com a proximidade do Natal, é natural que surjam entre os alunos algumas questões relacionadas ao tema. Podem surgir, entre outras coisas, perguntas sobre presentes, costumes de família, Papai Noel ou ainda sobre o motivo original da celebração - que tem, como se sabe, origem cristã: o nascimento de Jesus. Justamente por seu aspecto religioso, falar de Natal na escola é um desafio maior do que pode parecer. Vale a pena esclarecer aspectos sobre a abordagem.
Um primeiro alerta, essencial, é lembrar que a escola pública é laica e deve ser imparcial no que se refere às crenças, sem privilegiar nenhuma delas - evitando, assim, distinções entre os alunos. Para os educadores, isso equivale a deixar de lado as convicções pessoais, que são de foro íntimo. No que diz respeito às dúvidas de matriz religiosa, a explicação escolar obedece às evidências científicas. "Exceto quando a escola é confessional, o professor não deve trabalhar de forma religiosa, muito menos querer impor uma religião", afirma Ana Aragão, psicóloga e docente da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
No caso do Natal, vale a pena redobrar os cuidados ao pensar qualquer atividade relacionada ao tema. "O professor deve se perguntar se há, de fato, objetivos de aprendizagem relacionados às atividades concebidas. Muitas vezes, não há", explica Daniel Vieira Helene, professor de História e Sociologia da Escola da Vila, em São Paulo.
Entretanto, evitar projetos sobre o tema não significa que o professor não possa orientar o esclarecimento de dúvidas que as crianças e jovens levantam espontaneamente. Nesses casos, a recomendação é auxiliar os alunos a examinar suas próprias concepções sobre a data. "O estímulo ao respeito das diferentes opiniões é fundamental. É importante mostrar, por exemplo, que existem outras crenças e festas religiosas como o Natal", destaca a pedagoga Helô Reuter, pedagoga do Externato da Aldeia, também na capital paulista.
Mas quais são as dúvidas mais comuns que a turma levanta em cada etapa de ensino? Como encaminhá-las? Abaixo, você conhece algumas orientações sobre como lidar com questões sobre o tema na Educação Infantil e no Fundamental 1 e 2.
Educação Infantil
O que é essencial: respeitar as explicações infantis e a influência familiar
Nessa fase, as explicações dos pequenos sobre o mundo ainda misturam fantasia e realidade. A crença em Papai Noel é um exemplo disso. Além de respeitar essas convicções (o ideal é que elas sejam reformuladas progressivamente pelos próprios pequenos e não invalidadas pelo professor), um caminho possível é devolver às crianças as eventuais dúvidas que aparecerem: o que você acha? De onde surgiu sua dúvida? O que seus pais dizem? "Além de ajudar o educador a mapear as crenças da classe, essas perguntas ajudam a levar em conta as ideias que vêm de casa", diz Helô Reuter.
1º ao 5º ano
O que é essencial: debater sobre a diversidade cultural
No Fundamental 1, quando surgem as dúvidas, o professor também deve propor que os alunos compartilhem informações sobre como é o Natal em suas casas. "A diversidade de crenças e costumes vai ficar evidente, o que cria uma oportunidade para se falar de diferentes religiões", explica Ana Aragão. "A diferença nesta etapa é que já é possível debater o tema", explica Helene. Nesse contexto, o papel do professor é assegurar a igualdade entre os alunos nas discussões, já que, normalmente, as turmas são de maioria cristã (atenção, sobretudo, às crianças que querem impor suas ideias). "Para isso, o docente deve se distanciar da sua própria crença", ressalta o professor.
Outra possibilidade é partir para a observação dos hábitos de consumo no Natal, época em que as lojas ficam cheias e há uma profusão de propagandas dos mais variados produtos. "O professor pode mostrar que, atualmente, o uso social dessa data tem mais relação com o consumo", sugere Daniel.
6º ao 9º ano
O que é essencial: partir para uma abordagem histórica
Na etapa final do Fundamental, os adolescentes já têm mais clareza sobre o objeto de pesquisa das disciplinas que estudam. É possível, por exemplo, explorar a história das religiões.
Neste ciclo, também cabe aprofundar o debate sobre Natal e consumo. "Além de apresentar essa ligação, o professor pode favorecer o questionamento dos padrões de consumo. São exagerados? Há outros modelos alternativos? É possível - ou necessário - pensar em outras prioridades para os gastos de fim de ano?", complementa a professora Ana Aragão. (Revista Nova Escola online In: https://novaescola.org.br/conteudo/1765/como-encaminhar-as-duvidas-da-turma-sobre-o-natal)
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- Neuropsicopedagoga Clínica e Institucional Cláudia de Oliveira Andrade
- Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, Brazil
- Pedagoga com formação pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (1999-2003). Professora concursada-efetiva pela Prefeitura Municipal de Sidrolândia/MS. Pós-Graduada Especialista em Educação pela UFMS/MEC/UNDIME//UEMS. Pós Graduada Especialista em Coordenação Pedagógica. Neuropsicopedagoga Institucional e Clínica, Pós-Graduada em Autismo, Pós-Graduada em Gestão Escolar (Administração, Supervisão, Orientação e Inspeção. Pós-Graduada em Autismo e Pós-Graduada em Direito Educacional Contato: pedagogaclaudinha@gmail.com


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