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domingo, 25 de novembro de 2018

Plano de Aula Natal educação Infantil


PLANEJAMENTO DE ENSINO SEMANAL
26/11/16  A  30/11/18



INSTITUIÇÃO: 
TURMA: Maternal II A/C
TURNO:Mat/Vesp
PROFª: Claudia 
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: 
EIXOS DE CONHECIMENTO: Linguagem Oral/Escrita, Movimento, Natureza/Sociedade
  CONTEÚDOS: Natal (símbolos natalinos), coordenação motora fina/grossa e cores.
OBJETIVO GERAL
Levar os estudantes a compreenderem o significado do tema “Natal” e seus símbolos por meio de diversas atividades (pintura/colagem/pontilhadas/recortes/filmes/contos infantis  e brincadeiras)

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Criar estratégias de ensino que levem os estudantes à:
- compreender o conceito do tema  Natal e seus símbolos;
-  ampliar o conhecimento das cores;
- ampliar o desenvolvimento da coordenação motora fina/grossa;
- ampliar a fala;
-incentivar a pratica de bondade e solidariedade.
METODOLOGIA
Durante a semana serão realizadas diversas atividades relacionadas com o tema Natal.
1-No primeiro momento será apresentado por meio de imagem alguns símbolos natalinos”,  explicando para os estudantes o conceito dos mesmos.
 2-Será levantada as hipóteses dos estudantes a respeito do tema Natal.    Em seguida serão realizadas atividades de pinturas/colagens, confecção de árvore de natal  etc.
Algumas atividades serão realizadas de forma coletiva e outras de forma individual com a interação professor-criança-criança.

RECURSOS DIDÁTICOS
 CDs, blocos lógicos, aparelho de som, aparelho de DVD, aparelho de televisão, papel manilha, papel sulfite, jogos pedagógicos, tesoura, cola, lápis de cor, giz de cera, revistas, livros de contos  infantis, sulfite, etc.

AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de registro pelo professor através da observação da participação e do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos frente às atividades propostas em sala e extraclasse.


TURNO MATUTINO

1º DIA (segunda-feira)
1º momento: entrada, roda da conversa com o tema “Natal”.
2º momento: atividade no papel pardo com o tema Natal 
3º momento: lanche
4º momento: brincadeiras cooperativas
6º momento: hora-atividade das 9:20 às 11:00h




2º DIA ( terça-feira)

1º momento: entrada, cantigas e conto infantil
2º momento: atividade no papel pardo com o tema Natal  (símbolos natalinos)
3º momento: lanche
4º momento: legos
6º momento: hora-atividade das 9:20 às 11:00h



                                                      3º DIA (quarta-feira)       

1º momento: entrada, cantigas e conto infantil com o tema Natal.
2º momento: atividade de pintura/colagem no sulfite
3º momento: lanche
4º momento: brincadeiras cooperativas
6º momento: higiene corporal/almoço/higiene bucal/mãos e soninho.

4º DIA (quinta-feira)

1º momento:hora-atividade das 7:00 às 7:50h
2º momento: lanche 
3º momento: DVD “Filme Papai Noel”
4º momento: higiene corporal/almocinho e soninho

5º Dia (sexta-feira)
Hora-Atividade das 7:00 às 11:00h

TURNO VESPERTINO
1º DIA (segunda-feira)
                                                             
1º momento: entrada, cantigas e conto infantil com o tema Natal.
2º momento: atividade de pintura/colagem no papel pardo com o tema Natal
3º momento: lanche
4º momento: término da atividade anterior
6º momento: brincadeiras cooperativas extraclasse.

2º DIA (  terça-feira)

1º momento: Hora-Atividade das 13:00 às 13:50h 
2º momento: legos
3º momento: brincadeiras cooperativas
4º momento: organização da sala e espera dos pais assistindo DVD infantil

3º DIA ( quarta-feira)

1º momento: entrada, cantiga “Boa Tarde”, cantigas e conto infantil   
2º momento: atividade no papel pardo com o tema “símbolos natalinos”
3º momento: lanche
4º momento: brincadeiras cooperativas
5º momento: hora-atividade das 15:20 às 17:00h

4º Dia ( quinta-feira)

1º momento:  entrada, cantiga “Boa tarde e conto infantil
2º momento: massinha de modelar
3º momento: hora-atividade das 13:50 às 15:20h
4º momento: brincadeiras cooperativas
5º momento:   organização da sala e musiquinhas infantis esperando os pais.

5º DIA ( sexta-feira)
HORA-ATIVIDADE das 13:00 às 17:00h



quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Tabela diferenças entre Piaget, Vygotsky e Wallon

PIAGET


ESQUEMAS DE CONHECIMENTO:

-ASSIMILAÇÃO:  incorporar as experiências ou objetos às estratégias ou conceitos já existentes; -ACOMODAÇÃO:  modificação e ajustamento dos esquemas em função de novas experiências ou informações;
-EQUILIBRAÇÃO:  é o fator essencial e determinante no desenvolvimento do sujeito ao processo de adaptação ao meio em que vive.

ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO:

-SENSÓRIO-MOTOR:  do nascimento a cerca de 18-24 meses;
-PRÉ-OPERATÓRIO: aproximadamente entre 2 e 6/7 anos;
-OPERATÓRIO CONCRETO:  aproximadamente 7/8 até os 11/12 anos;
-OPERATÓRIO FORMAL: a partir de 11/12 anos em diante.

IMPLICAÇÕES PEDAGÓGICAS: A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo; O papel da escola é dar à criança oportunidade de agir sobre os objetos de conhecimento; O papel do professor  um agente facilitador e desafiador de seus processos de elaboração; A criança é quem constrói seu próprio conhecimento.













Vygotsky


Vygotsky levantou a questão da relação entre ensino e a aprendizagem escolar e desenvolvimento cognitivo. Ele fala muito da escola, dos professores e da interação pedagógica. Para Vygotsky, a criança nasce inserida num meio social, que é a família, e é nela que estabelece as primeiras relações com a linguagem na interação com os outros.

CONCEITOS CENTRAIS
Abordagem Histórico/Social; Forma de produção de trabalho humano > cultura; Mundo Histórico / Sujeito Histórico.

DO BIOLÓGICO PARA O HISTÓRICO SOCIAL:
-OS INSTRUMENTOS: tudo que se interpõe entre o homem e o ambiente, ampliando e modificando suas formas de ação;
-OS SIGNOS: tudo que é utilizado pelo homem para representar, evocar ou tomar presente o que está ausente constitui um signo: a palavra, o desenho e os símbolos.
-INTERNALIZAÇÃO  processo interno de reconstrução de uma operação externa;
-INTERPSICOLÓGICO relação entre indivíduos; -  INTRAPSICOLÓGICO – conexões com o que já temos de construção de conceitos.

PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DO MUNDO CULTURAL: -LINGUAGEM - A linguagem socializada; Linguagem egocêntrica; Fala interna;
-O OUTRO SOCIAL - A interação social é a base do processo de aprendizagem humana;
-A METACOGNIÇÃO – A Fala interna.
-DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM - O aprendizado impulsiona o desenvolvimento: Nível (Zona) de desenvolvimento real > capacidade de realizar tarefas de forma independente; Zona de desenvolvimento proximal: é o que está em processo de amadurecimento, o que ainda não construí e não construo sozinho;
-INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - O conhecimento na sala de aula é um processo social e compartilhado; O professor serve como guia no processo da aprendizagem; o aluno é o sujeito da aprendizagem, aquele que aprende junto ao outro.

Wallon
Segundo Wallon, a gênese da inteligência é biológica e social, ou seja, o ser humano é organicamente social e sua estrutura orgânica supõe a intervenção da cultura. Seu projeto teórico foi  estudar a gênese dos processos que constituem o psiquismo humano.
Considerava que a escola deveria perceber a criança como um ser total, concreto e ativo e de manter-se em contato com o meio social.

CONCEITOS CENTRAIS:
Estágios do Desenvolvimento Mental:
1º Estágio: impulsivo-emocional, ocorre no 1° ano de vida.;
2º Estágio -Sensório-motor e projetivo: vai até os 3 anos;
3º Estágio - Personalismo : dos 3 aos 6 anos;
4º Estágio - Categorial : (6-11/12 anos);
5º Estágio - Predominância funcional; Emoção: a afetividade precede nitidamente o aparecimento das condutas; O Movimento: as necessidades cinéticas, de movimento, e as necessidades posturais são imprescindíveis ao desenvolvimento infantil;

CONTRIBUIÇÕES
O papel do outro na construção do conhecimento é indiscutível. O professor deixa de ser o agente exclusivo na formação das crianças. A interação com as outras crianças assume um papel fundamental no desenvolvimento e aprendizagem de cada uma delas.  O movimento é imprescindível ao desenvolvimento da criança. A brincadeira  assume um lugar essencial no desenvolvimento da criança. A emoção ocupa um lugar privilegiado no desenvolvimento do sujeito, em especial da criança; os conflitos, crises e contradições são pontos fecundos para a compreensão da pessoa humana.

SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS
Em relação a construção do conhecimento, para Piaget o conhecimento se dá a partir da relação do sujeito com o objeto dependendo do grau de desenvolvimento das suas estruturas cognitivas. Para Vygotsky que focou sua teoria na escola deixando claro os seguintes aspetos: Primeiro que o ser humano era um ser Filogenético, fazia parte de uma espécie; segundo que esse ser humano também era Ontogenético, nascia, crescia e morria; e que esse também era Microgenético, que por mais que sejam parecidos em alguns aspectos existem fatores genéticos individuais desse individuo. Para Wallon o desenvolvimento se dá também em estágios mas que são diferentes da Teoria Piagetiana. Wallon além de dar importância ao corpo da criança e a maturação biológica, considera importantíssima a emoção sendo a mesma fator principal em sua teoria, a observação é o método primordial, é a tentativa de entender o processo de desenvolvimento da criança.

Relativamente aos estágios de desenvolvimento, tanto Piaget como Wallon discorreram sobre o assunto. Na teoria de Piaget os estágios se dividem em quatro, enquanto para Wallon o desenvolvimento se dá em estágios, só que na sua teoria o individuo pode continuar em dois estágios, ou seja, um estágio encontra-se dentro do outro. Já Vygotsky nos dá o suporte teórico enfatizando a importância do meio cultural e das relações entre os sujeitos imersos num contexto histórico e a ênfase em seus processos de transformação.
O desenvolvimento humano, no modelo piagetiano, é explicado segundo o pressuposto de que existe uma conjuntura de relações interdependentes entre o sujeito conhecedor e o objeto a conhecer; Vygotsky irá nos trazer o que chamamos mediação simbólica que é feita através dos signos que são construídos culturalmente e que são compartilhados por todos, Wallon por mais que reconheça o fator orgânico, biológico como Piaget relata que o mesmo é a primeira condição no desenvolvimento do pensamento, sendo o primeiro, mas não o único.




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Sugestões Atividades: Consciência Negra


Aproveite a obra de cinco escritores africanos – Mia Couto, Pepetela, Ondjaki, Nadine Gordimer e Naguib Mahfouz – para ensinar mais sobre a cultura e a história da África aos alunos. Clique no link abaixo para continuar lendo...


http://revistaescola.abril.com.br/consciencia-negra/literatura-africana.shtml


A África não é um país, e sim um continente


Isso parece óbvio, mas não é. Muitos falam do continente como se fosse uma região homogênea habitada por um único povoclique no link abaixo para continuar lendo...

http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/africa-nao-pais-sim-continente-511559.shtml

Lendas e heróis africanos

Palavras de origem africana, literatura e contação de histórias com familiares afro-descendentes 

clique no link abaixo para continuar lendo...

 http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/palavras-lendas-herois-511608.shtml

terça-feira, 13 de novembro de 2018

consciência negra


Arte e história africana

Veja sugestões de atividades para o Dia da Consciência Negra

Robson A. Santos*

Objetivos: Trabalhar o Dia da Consciência Negra com os alunos, valorizando a participação da cultura africana na formação da cultura nacional

 

Em novembro, a temática africana vem à tona com o Dia da Consciência Negra, uma data que promove uma importante reflexão sobre a contribuição do povo africano em diversos setores do nosso país. O estudo da cultura e da história afro-brasileiras nas escolas é obrigatório há sete anos, segundo a Lei nº 10.639/2003. Com os menores, a data pode ser trabalhada na aula de artes e por meio de contação de história. Nossa sugestão é a confecção de uma máscara africana e a leitura do conto "A lenda do tambor africano". Boa leitura e boa aula.



A lenda do tambor africano
Reconto de Robson A. Santos
Dizem lá na Guiné-Bissau que a primeira viagem à Lua foi feita por um macaquinho de nariz branco que queria trazê-la para a Terra.
Vários macacos haviam tentado, mas nenhum conseguia alcançar a Lua. Certo dia, um deles teve a ideia de formar uma grande torre, em que um macaquinho escalaria o outro. E assim fizeram. Um foi montando nas costas do outro até conseguirem chegar à Lua. Mas, quando finalmente chegaram lá, a pilha de macacos se desequilibrou e desmoronou. O último macaquinho, porém, ficou pendurado na Lua, com medo de cair. Com pena, a Lua deu-lhe a mão para que ele subisse até ela.
Eles rapidamente se entrosaram, e um gostou muito do outro. Assim, o macaco de nariz branco ficou morando com a Lua, até que começou a sentir saudade de casa. Então, ele foi até ela e pediu para voltar ao seu país. A Lua permitiu, e deu-lhe de presente um tamborzinho. Ela amarrou o macaco e o presnte em uma corda, por onde desceriam até chegar ao solo. Mas a Lua lhe fez um pedido: que ele tocasse o tamborzinho bem forte quando chegasse na Terra, para que ela, então, cortasse a corda. Mas ele só deveria tocar o instrumento quando estivesse seguro. Porém, ao começar a descer, o macaquinho, curioso, não resistiu e começou a tocar o tambor.
Pensando que o macaco já havia chegado, a Lua cortou a corda. O macaquinho despencou, se esborrachando no chão. Machucado, chamou uma moça que por ali passava e entregou-lhe o tamborzinho, pedindo que o entregasse aos homens de seu país. A moça o fez, e foi assim que, na África, começaram- -se a ouvir os primeiros toques do tambor.

*Robson A. Santos é mestre em Educação, Arte e História da Cultura, educador brincante, pedagogo, folclorista, escritor e contador de histórias.
Contato: professorrobson@uol.com.br

 Sugestões retiradas da Revista Guia Prático para Professores de Educação Infantil
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/93/artigo191657-1.asp

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Diversidade sempre, desde a Educação Infantil

Valorizar diferentes raças e gêneros e pessoas com deficiência é trabalho para todo dia. Materiais adequados são um bom aliado nessa tarefa
Preconceitos, rótulos, discriminação. É inevitável: desde muito cedo, os pequenos entram em contato com esses discursos negativos. Para que eles saibam lidar com a diferença com sensibilidade e equilíbrio, é preciso que tenham familiaridade com a diversidade - e não apenas em projetos com duração definida ou em datas comemorativas, como ainda é habitual em vários lugares. Outra recomendação importante é que a questão não seja tratada como um conteúdo específico (o que invalida propostas do tipo "bom, turminha, agora vamos todos entender por que é importante respeitar as diferenças").

Melhor que isso é abordar o tema de jeito natural, inserindo-o em práticas diárias, como brincadeiras, leitura e música (leia projeto institucional). "O convívio cotidiano é a forma mais eficaz de trabalhar comportamentos e atitudes", diz Daniela Alonso, psicopedagoga e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. 
Para conseguir isso, uma providência essencial é adquirir materiais didáticos que valorizem as diferentes raças, pessoas com deficiências físicas e mental e mostrem meninos e meninas em posição de igualdade. Ao comprar instrumentos musicais, contemple os de diversas culturas.
No caso de brinquedos como bonecas, já existem lojas que se preocupam especialmente em privilegiar a diversidade. A compra de livros pode ser mais difícil: uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas que analisou 33 obras de Língua Portuguesa só encontrou duas meninas não brancas nas ilustrações.
Entretanto, a busca criteriosa e a leitura prévia costumam resolver o problema. Se a turma já estiver em fase de alfabetização, o Guia Nacional de Livros Didáticos, do Ministério da Educação, é a melhor referência - ele garante que as obras recomendadas não contêm situações de discriminação.
Não se pode esquecer que os pequenos aprendem com o exemplo dos adultos. Pensando nisso, a direção da EMEI Aricanduva, em São Paulo, capacitou a equipe para lidar com a diversidade. Antes, só algumas professoras trabalhavam a questão, por meio de projetos específicos. Hoje a diversidade é contemplada em todo o currículo. "Um resultado prático é que, agora, crianças negras que se retratavam como brancas nos desenhos passaram a usar lápis marrom e preto", comemora a coordenadora Cleide Andrade Silva.
Reportagem sugerida pela leitora TUSSARA TEREZA GONÇALVES LUCAS, Belo Horizonte, MG

Folha de S.Paulo - Educação - Principal

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