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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Máscaras de coelhinhos

Máscaras confeccionadas para os meus estudantes da turma Maternal II, ano 2014

Lembrancinhas da Páscoa

Lembrancinhas com o tema Páscoa confeccionadas para os meus estudantes do Maternal II, ano 2014.

Atividade desenvolvida com o tema Dia do Índio

Atividade desenvolvida com os meus estudantes da turma Maternal II A/D com o tema "Dia do Índio".

domingo, 13 de abril de 2014

+ sugestões de Atividades "Dia do Indio"

Atividades Dia do Indio

sugestões de lembrancinhas Dia do Índio

Atividades "Dia do Indio"

Atividade desenvolvida com os estudantes com o tema "Dia do Índio"

Atividade desenvolvida de forma coletiva com os estudantes em homenagem ao Dia do Índio, ano anterior.

Sugestões Atividades "Dia do Índio"

Mural Dia do Índio




Este painel foi obra das professoras: Rute, Aparecida e Eronice e das crianças do nosso C.M.E.I Lar da Criança no município de Sidrolândia, MS, ano anterior.
Parabéns as professoras!!  

lendas indígenas




Yara - a rainha das águas 

Yara, a jovem Tupi, era a mais formosa mulher das tribos que habitavam ao longo do rio Amazonas. Por sua doçura, todos os animais e as plantas a amavam. Mantinha-se, entretanto, indiferente aos muitos admiradores da tribo. Numa tarde de verão, mesmo após o Sol se pôr, Yara permanecia no banho, quando foi surpreendida por um grupo de homens estranhos. Sem condições de fugir, a jovem foi agarrada e amordaçada. Acabou por desmaiar, sendo, mesmo assim, violentada e atirada ao rio. O espírito das águas transformou o corpo de Yara num ser duplo. Continuaria humana da cintura para cima, tornando-se peixe no restante. Yara passou a ser uma sereia, cujo canto atrai os homens de maneira irresistível. Ao verem a linda criatura, eles se aproximam dela, que os abraça e os arrasta às profundezas, de onde nunca mais voltarão.

Mandioca - o pão indígena

Mara era uma jovem índia, filha de um cacique, que vivia sonhando com o amor e um casamento feliz. Certa noite, Mara adormeceu na rede e teve um sonho estranho. Um jovem loiro e belo descia da Lua e dizia que a amava. O jovem, depois de lhe haver conquistado o coração, desapareceu de seus sonhos como por encanto. Passado algum tempo, a filha do cacique, embora virgem, percebeu que esperava um filho. Para surpresa de todos, Mara deu à luz uma linda menina, de pele muito alva e cabelos tão loiros quanto a luz do luar.
Deram-lhe o nome de Mandi e na tribo ela era adorada como uma divindade. Pouco tempo depois, a menina adoeceu e acabou falecendo, deixando todos amargurados. Mara sepultou a filha em sua oca, por não querer separar-se dela. Desconsolada, chorava todos os dias, de joelhos diante do local, deixando cair leite de seus seios na sepultura. Talvez assim a filhinha voltasse à vida, pensava. Até que um dia surgiu uma fenda na terra de onde brotou um arbusto.
A mãe surpreendeu- se; talvez o corpo da filha desejasse dali sair. Resolveu então remover a terra, encontrando apenas raízes muito brancas, como Mandi, que, ao serem raspadas, exalavam um aroma agradável. Todos entenderam que criança havia vindo à Terra para ter seu corpo transformado no principal alimento indígena. O novo alimento recebeu o nome de Mandioca, pois Mandi fora sepultada na oca.

Mumuru – a estrela dos lagos 

Maraí, uma jovem e bela índia, muito amava a natureza. À noite, ficava a contemplar a chegada da Lua e das estrelas. Nasceu-lhe, então, um forte desejo de tornar-se uma estrela. Perguntou ao pai como surgiam aqueles pontinhos brilhantes no céu e, com grande alegria, veio a saber que Jacy, a Lua, ouvia os desejos das moças e, ao se esconder atrás das montanhas, transformava-as em estrelas. Muitos dias se passaram sem que a jovem realizasse seu sonho. Resolveu então aguardar a chegada da Lua junto aos peixes do lago. Assim que esta apareceu, Maraí encantou-se com sua imagem refletida na água, sendo atraída para dentro do lago, de onde não mais voltou. A pedido dos peixes, pássaros e outros animais, Maraí não foi levada para o céu. Jacy transformou-a numa bela planta, ganhando o nome de Mumuru, a vitória-régia.

Guaraná – a essência dos frutos

Aguiry era um alegre indiozinho, que alimentava-se somente de frutas. Todos os dias saía pela floresta à procura delas, trazendo-as num cesto para distribuí-Ias entre seus amigos. Certo dia, Aguiry perdeu-se na mata por afastar-se demais da aldeia. Jurupari, o demônio das trevas, vagava pela floresta. Tinha corpo de morcego, bico de coruja e também alimentava-se de frutas. Ao encontrar o índio ao lado do cesto, não hesitou em atacá-lo. Os índios encontram-no morto ao lado do cesto vazio. Tupã, o Deus do Bem, ordenou que retirassem os olhos da criança e os plantassem sob uma grande árvore seca. Seus amigos deveriam regar o local com lágrimas, até que ali brotasse uma nova planta, da qual nasceria o fruto que conteria a essência de todos os outros, deixando mais fortes e mais felizes aqueles que dele comessem. A planta que brotou dos olhos de Aguiry possui as sementes em forma de olhos, recebendo o nome de guaraná.

Mavutsin - o primeiro homem
O primeiro homem (kamaiurá). No começo só havia Mavutsinim. Ninguém vivia com ele. Não tinha mulher. Não tinha filho, nenhum parente ele tinha. Era só. Um dia ele fez uma concha virar mulher e casou com ela. Quando o filho nasceu, perguntou para a esposa: É homem ou mulher? é homem. Vou levar ele comigo. E foi embora. A mãe do menino chorou e voltou para a aldeia dela, a lagoa, onde virou concha outra vez. - Nós - dizem os índios - somos netos do filho de Mavutsinim.

UMA LENDA: O CUPIM
Obrigaram uma moça a se casar com um rapaz, contra a sua vontade. Ela não gostava do marido de jeito nenhum. À noite, quando ele vinha se deitar, tentando abraçá-la, ela descia da rede e ficava de costas. Toda noite era assim. Para ver se aos poucos ela se acostumava, o pai convidou o genro para caçarem no mato, levando-a junto. Mas ela continuava a não querer dormir com o marido. O pai teve uma idéia. Pegou muitos vaga-lumes, "bagapbagawa man" na nossa língua. Sem que a filha percebesse, pregou grande quantidade de vaga-lumes no cupim, que chamamos "txapô". Fez isso de dia. Atou a rede da filha bem pertinho do munduru, que é um ninho de cupim, e a rede do marido do outro lado. Assim fez um tapiri, uma cabana. Anoiteceu, jantaram, a moça deitou na própria rede. Dormiu. Quando foi no meio da noite, acordou e viu aquele munduru alumiado. Assustou que só vendo e deitou com o marido. Nunca mais largou o marido, e até hoje existe a luz no munduru.

Extraído do site: www.brasil.com.br
 Veja abaixo mais alguns links relacionados com o tema em destaque:

+ sugestões de atividades para trabalhar o tema "Dia do Índio"

19/4 - Dia do Índio

Curumim vai brincar


O que fazer com seus alunos para comemorar o Dia do Índio

Objetivos:
Conhecer os primeiros povos do Brasil.
Conhecer lugares que fazem parte da rotina dos povos indígenas.
Pensar estrategicamente.
Trabalhar as diversas linguagens do corpo humano.


 No dia 19 de abril, comemora-se no Brasil o Dia do Índio. Essa data comemorativa foi criada em 1943, pelo presidente Getúlio Vargas, por meio de um decreto-lei, e foi escolhida por ter acontecido, nesse mesmo dia, só que no ano de 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, no México. Nessa data ocorrem diversos eventos em valorização à cultura indígena, e as escolas são um dos lugares que mais a festejam. Mas o que poder fazer com as crianças para comemorar esse dia tão especial em respeito a esses povos tão importantes no Brasil? No blog Criando Crianças, escrito por Denise Carceroni, ela divulga algumas brincadeiras e jogos interessantes para se fazer nessa data. Dicas bem interessantes para valorizar um povo que gosta de se reunir para essas atividades.

  

Dica de leitura!
Uyrá – O Defensor do Planeta
Uyrá é um curumim inteligente que vive em uma comunidade indígena da Floresta Amazônica. Ele adora aprender coisas novas, principalmente relacionadas à preservação da natureza e do nosso planeta. Para proteger a floresta, Uyrá conta com a ajuda de seus amigos e, ao lado deles, aprontam várias travessuras. Ao longo da história, Uyrá conhece um repórter que o ajudará a entender mais sobre as mudanças climáticas do mundo, sobre o aquecimento global e também conhece a história do líder ambientalista Chico Mendes — com quem acaba se identificando.
Autor: Fernando Carraro
Editora: FTD
Preço: R$ 29,80
Onde encontrar: www.ftd.com.br    

 Objetivos:
Identificar o espaço ocupado pelo índio (floresta) e suas características principais.
Executar habilidades motoras fundamentais de locomoção, estabilização e manipulação.

 CIRCUITO DE HABILIDADES MOTORAS

 

Explorando a floresta
Primeiro momento
Converse com seus alunos sobre: onde o índio vive? O que podemos encontrar na mata?
Segundo momento
Construa um circuito que representa algumas situações que o índio vivencia em sua vida na mata:
► ► PONTE:
Material: banco sueco
Tarefa: atravessar o banco sueco de várias formas.
Dica de equilíbrio: afastar os braços.

► ► RIO:
Materiais: colchonetes
Tarefa: saltar para o lado oposto sem molhar o pé (pisar no colchonete).
Dica de impulsão: usar o braço.
Dica de aterrissagem: fazer a cadeirinha (flexionar os joelhos).

► ► ÁRVORES COM FRUTAS:
Materiais: objetos pendurados, bolinhas de tênis
Tarefa: acertar os objetos (frutas na árvore) com as bolinhas.
Dica para arremesso: estender o braço.
Dica para acertar: olhar para o alvo.

► ► TEIA DE ARANHA:
Material: corda elástica
Tarefa: passar por baixo/por cima da teia de aranha (corda elástica trançada) sem tocá-la.
Dica de execução: fazer devagar.
► ► CAMINHO DA ONÇA:
Materiais: cordas, arcos e cones
Tarefa: percorrer o caminho da onça passando sobre a corda sinuosa, pisando sobre as pedras (arcos) e fazendo zigue-zague nas árvores (cones).

 

 Terceiro momento
Converse com os alunos o que eles aprenderam com a atividade e pergunte:
Qual lugar da nossa floresta foi mais fácil? E qual foi mais difícil?

 Você sabia?
O Hino Nacional Brasileiro tem uma versão em tupiguarani. 

Veja o vídeo no site: www.youtube.com/watch?v=rUUGHa4NWa8


Saiba mais
No CD Meu Pé Meu Querido Pé, de Hélio Ziskind, tem uma música bem interessante 
para se trabalhar no Dia do Índio chamada Tu Tu Tu Tupi.
 fonte: http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/107/artigo252655-1.asp


Veja mais sugestões com o tema clicando no link abaixo:


 19/4 - Dia do Índio

Vamos brincar de índio?

Utilize o mundo da fantasia para apresentar um personagem da vida real

 


domingo, 6 de abril de 2014

Cartão de Páscoa

Cartão de Páscoa do Cordeirinho

Materiais:
Folha de cartolina rosa, branca e verde
Tesoura e cola
Lápis
Fita de cetim



1. Pegue a cartolina rosa e faça um retângulo no tamanho 30 cm x 15 cm
 e dobre-o ao meio.
2. Desenhe na folha branca e recorte o corpo do cordeiro que está na 
página de moldes e o seu cabelinho. Com a folha rosa, desenhe e recorte
 o rostinho do cordeiro.
3. Recorte na folha verde uma tira de 15 cm e, 
na sua parte de cima, vá cortando alguns triângulos 
seguidos. Esta será a grama onde ficará o cordeiro.
4. Cole tudo na parte da frente do papel cartão dobrado para ser a capa dele.
 Primeiro, a grama. Em seguida, o corpo do cordeiro, seu rostinho e,
 depois, o cabelinho.
5. Por último, pegue a fita de cetim, faça um laço e cole-o
 logo abaixo do rosto do cordeiro.


Sugestão retirada da Revista Guia Prático para Professores de Educação Infantil
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/107/artigo252551-3.asp


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