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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Especial Descobrimento do Brasil

Sugestões de atividades Descobrimento do Brasil

Terra à vista

Confira um projeto interdisciplinar que trabalhou o descobrimento do Brasil com todo o encantamento que a data merece

Por Juliana Lambert

Objetivos:
Compreender a importância das nossas raízes e incentivar o respeito às diferenças
Estimular a reflexão sobre as verdadeiras origens e como os antepassados foram importantes para o desenvolvimento do Brasil
Trabalhar o descobrimento do Brasil de maneira interdisciplinar (Artes, História, Geografia e Língua Portuguesa)

Faixa etária: 1º ao 5º ano 

 Ilustração: Shutterstock

Quem descobriu o Brasil? A resposta até pode estar na ponta da língua, mas como ir além do dia 22 de abril de 1500 e do feito de Pedro Álvares Cabral? As educadoras Maristael Palasios e Lindalva Maria Rodrigues, da Escola Municipal Manoel Joaquim Gonçalves, de Rialma (GO), encontraram o caminho para o aluno vivenciar um dos capítulos mais importantes da nossa história. “O principal objetivo do projeto Descobrimento de um Brasil Multicolorido é fazer com que o aluno compreenda a importância das nossas raízes e respeite as diferenças, valorizando o índio que habitava o Brasil antes da chegada dos portugueses”, comenta Maristael.

Para envolver os alunos na descoberta da Terra de Santa Cruz – atual cidade de Porto Seguro (BA) e primeiro nome dado ao Brasil –, as educadoras recorreram ao humor dos bonecos de fantoche, a uma peça de teatro encenada pelas crianças, a imagens e clipes que retratam monumentos históricos e à pesquisa sobre diferentes versões do descobrimento. “Também usamos a história em quadrinhos para estimular a leitura e a escrita e fazer com que o aluno transforme o aprendizado em algo concreto”, acrescenta a professora de Goiás.

Segundo Maristael, o projeto também desenvolveu potencialidades artísticas e resgatou valores: “Ao encenar o descobrimento do Brasil, os alunos demonstraram a alegria dos portugueses ao avistar novas terras e valorizaram a participação do índio na construção e na cultura de um país multicolorido. A turma entendeu que as diferenças devem ser respeitadas e podem ser um motivo a mais para a nossa união”. Acompanhe as atividades do projeto Descobrimento de um Brasil Multicolorido e inspire-se!

Vamos colorir um Brasil multicolorido? (1º e 2º ano)

1. Selecione alguns desenhos que representem o descobrimento e faça cópia em número suficiente para os alunos. 2. Peça para a turma colorir os desenhos. 3. Após a atividade, aproveite para falar sobre as diferentes raças que compõem o Brasil.

De Portugal para o Brasil (1º ao 3º ano)

1. Selecione imagens de monumentos históricos portugueses, com o objetivo de mostrar as origens do Brasil e de onde veio Pedro Álvares Cabral.

2. Introduza imagens da Terra de Santa Cruz (Porto Seguro – BA) para mostrar o local da chegada dos portugueses.

3. Promova um debate sobre o que mais chamou a atenção nas imagens e vídeos.

4. Incentive o registro das descobertas.

Dica esperta!

Antes de começar a montagem e os ensaios da peça, discuta com os alunos sobre as roupas e hábitos da época, sugira materiais que possam ser usados no cenário e no figurino dos personagens. Não se esqueça de valorizar cada personagem, sobretudo o índio.

Vamos vivenciar o descobrimento? (4º e 5º ano)

1. Reúna a turma e proponha que vivenciem o descobrimento do Brasil em uma peça de teatro.
2. Em conjunto com os alunos, elabore um texto curto e fácil de ser interpretado com as principais informações do descobrimento.
3. Solicite uma pesquisa sobre hábitos e costumes da época.
4. Peça que escolham suas funções no espetáculo. Lembre que o trabalho vai muito além do palco e serão necessários figurinistas, uma equipe para cuidar da divulgação, outra para pesquisar a trilha sonora mais adequada, um grupo para buscar opções de cenário e por aí vai.

História em quadrinhos (4º e 5º ano)

1. Com o objetivo de desenvolver a leitura e a escrita por meio da observação do senso crítico do aluno, sugira a confecção de uma história em quadrinhos. Pode ser apenas uma tirinha que narre um momento importante do descobrimento.
2. Mostre as diferenças do gênero (os textos são mais curtos e diretos, representados com balões e os desenhos precisam ser atrativos e retratar a cena descrita com fidelidade).
3. Promova a troca de tirinhas para que todos possam ler e apreciar o trabalho do outro.
4. Ao final, coloque as tirinhas em um mural na classe ou no pátio para valorizar o trabalho dos alunos.

Móbile de caravelas (1º ao 5º ano)

Materiais:

• Papel kraft
• Cartolina branca
• Papel color set vermelho
• Palito de churrasco
• Linha de bordado
• Cola
• Tesoura









1. Cole três palitos de churrasco formando a armação do móbile.
2. Recorte os moldes de barco, vela e cruz vermelha para a frente e o verso das caravelas.
3. Cole os dois lados da caravela com a linha de bordado no meio.
4. Amarre as caravelas na armação de palitos de churrasco.
5. Amarre três linhas no centro da armação de palitos para prender o móbile onde desejar.

Carta de Pero Vaz de Caminha (4º e 5º ano)
1. Na aula de português, utilize o texto da Carta de Pero Vaz de Caminha, enviada a Dom Manuel (rei de Portugal) para mostrar a importância da escrita em nossas vidas.

2. Ressalte que foi por meio dela que os portugueses ficaram sabendo as maravilhas da terra descoberta

. 3. Aproveite para abordar a importância do documento histórico e do registro por meio da escrita.

Dica esperta!
A carta pode render um trabalho interdisciplinar em sala de aula e envolver as disciplinas de História, Português, Geografia, Artes e até Religião.

fonte: http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/84/artigo213695-2.asp

O Brasil do tempo de Cabral

A Primeira Missa no Brasil, do pintor Victor Meirelles, permite discutir a chegada dos colonizadores portugueses e sua representação na arte

 

DESCRICAO-DA-FOTO+CREDITO

Esta pintura ao lado é uma das  mais conhecidas telas históricas brasileiras, A Primeira Missa no Brasil, de 1860, pintada pelo catarinense Victor Meirelles (1832-1903). A obra representa a missa celebrada pelo frei Henrique Soares de Coimbra em Porto Seguro (BA) em 26 de abril de 1500, domingo de Páscoa, quatro dias depois do desembarque dos portugueses no Brasil.  

(A Primeira Missa no Brasil, do pintor Victor Meirelles)


Você poderá fazer o download do pôster dessa pintura, que será útil para ensinar a ler uma obra de arte pelo viés dos aspectos históricos, segundo a professora de História e especialista em Educação Maria Lima, de São Paulo. Isto requer que o professor estimule os estudantes não só a descrevê-la e dizer o que pode significar, mas também que aprenda a fazer perguntas para a obra e o artista. Também é importante levá-los a relacionar o que já sabem e o que estão aprendendo com a obra artística analisada. Desta forma, ela deixa de ser só ilustração e passa a ser vista como objeto cultural.
Lima preparou a seguinte sugestão de aula com base em A Primeira Missa no Brasil, indicada para turmas de 4ª série. O trabalho de análise do quadro está estruturado aqui em quatro blocos:

-  Apresente a pintura a seus alunos num contexto de estudo de conteúdos sobre a colonização portuguesa. Inicialmente, exponha a obra e escreva no quadro-negro o título, a data de produção e o nome do autor. Procure mapear o que a turma quer e precisa saber. Pergunte se conhecem o quadro, o que acham que ele mostra e em que época se passa o acontecimento retratado. Registre o que dizem os alunos e afixe as anotações num mural. Forme grupos de quatro a seis crianças e peça que descrevam por escrito o que vêem, prestando atenção aos detalhes. Com toda a classe, sistematize as descrições de um lado do quadro. Depois, pergunte a eles: "O que vocês acham que o pintor quis dizer com esta obra?", "Ele estava presente no momento da missa?". Registre as suposições na coluna ao lado da descrição.

- Pergunte aos alunos o que seria preciso fazer para confirmar as suposições levantadas. Deverão aparecer perguntas sobre: 1) A autoria. Exemplos: Quem foi Victor Meirelles? Que outros quadros produziu? Por que fez este? 2) O momento histórico retratado. Estimule perguntas que você considera fundamentais, como aquelas que levem a turma a entender o papel da Igreja na colonização portuguesa, ou as que explorem as intenções do pintor. Organize as perguntas em blocos e discuta com os alunos onde se pode obter as informações (livros, enciclopédias, sites). Oriente o trabalho de resposta às questões, de preferência em horário de aula.

- É hora de relacionar as informações. Discuta com a turma os fatos pesquisados e aproveite para expor os pontos fundamentais de História. Retome as suposições dos alunos e peça que eles as revejam diante do que aprenderam, escrevendo uma nova versão. Por último, produza um texto coletivo de análise da pintura em torno de três eixos: 1) O quadro e sua autoria. 2) O momento histórico do fato representado. 3) Análise da cena pintada. É interessante introduzir a discussão sobre o porquê da produção do quadro.

- Você pode ainda apresentar A Primeira Missa no Brasil pintada por Candido Portinari e analisar as diferenças na forma de retratar o mesmo fato. Na versão de Portinari, por exemplo, não se vêem indígenas. Para fechar o projeto, peça à criança que, com base em tudo o que discutiram e aprenderam, desenhem a própria versão da Primeira Missa. Este trabalho poderá ser um instrumento valioso de avaliação da aprendizagem dos conteúdos históricos e da visão da obra artística.
O pintor e a visão oficial

Victor Meirelles de Lima foi um dos dois grandes pintores voltados para o registro dos eventos marcantes da história oficial do Brasil - o outro foi seu contemporâneo Pedro Américo (1843-1905). Ironicamente, Meirelles se inclinava para uma pintura mais intimista e atenta aos detalhes, mas se viu obrigado a seguir as exigências do ambiente artístico do Segundo Império e registrar cenas grandiosas. Meirelles nasceu em Desterro, hoje Florianópolis. Estudou pintura no Rio de Janeiro e depois em Florença, Roma e Paris.
Para pintar A Primeira Missa no Brasil, o pintor apoiou-se no conteúdo da carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal. Uma de suas preocupações foi enaltecer a convivência supostamente pacífica entre brancos e índios.

22 de Abril de 1500 Descobrimento do Brasil

 
Já em 1498, por ocasião de sua terceira viagem às Américas, Colombo avistou regiões da América do Sul, mas continuou a acreditar que se tratava das Índias Ocidentais. Nos anos seguintes, outros navegantes espanhóis, provavelmente, estiveram em terras do Brasil e chegaram  mesmo a atingir a foz do Amazonas a que deram o nome de Mar Dulce (Mar Doce).
Entretanto, de acordo com o Tratado de Tordesilhas, essas terras pertenciam a Potugal que, oficialmente, tomaria posse delas com a viagem de descobertas empreendida sob o comando de Pedro Álvares Cabral.
A 9 de março de 1500, a armada de Cabral deixava Lisboa, com 13 navios de diversas tonelagens, 1200 homens e assessorada por hábeis pilotos com grande experiência de navegação. Já a 14 de março, pela manhã, avistaram as Ilhas Canárias e, depois, Cabo Verde. Daí seguiu a frota para alto-mar, rumo sudeste, atravessando a linha do Equador e o Atlântico.
No dia 21 de abril de 1500, surgem os primeiros sinais de terra próxima: vegetação marinha de região costeira, aves, etc. Na tarde de 22 de abril, quarta-feira, avistou-se um grande monte arredondado que foi denominado Monte Pascoal. Julgou Cabral que se tratasse de uma ilha e deu-lhe o nome de Ilha de Vera Cruz.
A 23 de abril, aproximou-se a esquadra do continente e foi feito o primeiro contato com os indígenas. A seguir, foi para o norte, cerca de 10 léguas, aportando na baía que foi denominada Porto Seguro.
A 26 de abril, domingo de Pascoela, foi rezada uma missa no Ilhéu da Coroa Vermelha, por Frei Henrique de Coimbra. Mas só dia 27, após ter sido mandada a notícia da descoberta ao rei Dom Manoel I, tomou-se posse da terra, fincando-se as armas e as divisas reais.
Foi rezada uma missa em terra firma, nas proximidades da Foz do Mutari, a 1º de maio. No dia seguinte, a frota de Cabral seguiu para as Índias, deixando na nova terra alguns dos degredados que vinham na esquadra para que colhessem informações e aprendessem a língua dos nativos.

Referência: Atualidades Pedagógicas.

atividades - Descobrimento do Brasil







22 de Abril- Dia do descobrimento do Brasil



Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 
Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

fonte:   http://www.historiadobrasil.net

Pedro Álvares Cabral

Referência: Coleção Pedagógica
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