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sexta-feira, 25 de julho de 2014

atividades para o Dia dos Pais










Atividades para o Dia dos Pais









MENSAGEM AOS PAIS


MINHA HOMENAGEM A TODOS OS PAIS

PAI É PAI

Pai é Pai !
Pode ser novo, pode ser velho
Pode ser branco, negro ou amarelo
Pode ser rico ou pobre
Pode ser solteiro, casado, viúvo ou divorciado
Pode ser feliz ou infeliz
Pode estar aqui ou já ter ido embora
Pode ter tido filhos ou adotado-os
Pode ter casa ou morar na rua
Pode usar terno ou tanga
Pode ser Deus ou humano
Pode estar trabalhando ou desempregado
Pode ser tanta coisa ou simplesmente PAI
Mas todos, sem faltar um sequer fazem parte da criação.
Que não só hoje, mas em todos os dias desta vida
possa ser lembrado como aquele
que muitas vezes não dormiu
muitas vezes ficou pensando na comida para levar para casa
muitas vezes engoliu sapos
muitas vezes chorou escondido
muitas vezes gargalhou
muitas vezes perdeu a hora
mas nunca deixou de pensar
na coisa mais importante da sua vida NÓS!!!!

(Autor Desconhecido)

Painel Dia dos Pais

Painel confeccionado com a minha turminha em homenagem ao Dia dos Pais (Ano anterior)

Painel Dia dos Pais





Painel em homenagem ao "Dia dos Pais", confeccionado com minha turminha do Maternal I/2013

lembrancinhas Dia dos Pais







 Lembrancinha confeccionada de forma coletiva com a minha turminha em homenagem ao Dia dos Pais.

Projeto didático "Meu querido Papai"




INSTITUIÇÃO:
TEMA: Meu Querido Papai
TURMAS: Berçário I (vesp), Maternal II ( mat. e vesp).
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Linguagem Oral, Natureza e Sociedade e Arte.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Início: 01/08/2011 término: 12/08/2011
PROFESSORAS: Claudia de Oliveira Andrade,................. e..............
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO:

JUSTIFICATIVA
A proposta deste projeto com o tema “Meu querido papai” é de suma importância para despertar a consciência das crianças na educação infantil em relação ao respeito da figura paterna no seio familiar.
Esta conscientização aos valores morais e éticos da família será feito de forma pedagógica por meio de diversas atividades lúdicas para que as crianças compreendam esses valores e ampliem a aprendizagem de forma significativa.
Portanto, cabe à escola, como espaço de reflexão e crescimento humano reconhecer a data que celebra o Dia dos Pais como momento para privilegiar atividades que promovam análise crítica e também impliquem valores como carinho, amor, respeito, justiça social, igualdade, fraternidade...

OBJETIVOS:

Geral:
Este projeto “Meu querido papai” tem como objetivo geral despertar de forma lúdica nas crianças o conceito de “pai”, destacando os valores morais tais como: o respeito, o amor e ainda, a importância da figura paterna no seio da família.

Específicos:
Levar os alunos à:
- Valorizar o “papel dos pais”;
- Conscientizar os alunos sobre os valores morais como: obediência, respeito, compreensão aos pais;
- Trabalhar a socialização com as crianças;
- Valorizar os pais adotivos;
- Estimular a comemoração do “Dia dos Pais”;
- Trabalhar a expressão oral e corporal;
- Desenvolver a coordenação motora fina e grossa, a percepção auditiva e visual da criança por meio de poesias, músicas, recados, colagens etc.

DESENVOLVIMENTO ( PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS)
As atividades serão desenvolvidas de forma individual e coletiva através da interação professor e aluno em sala.
Serão desenvolvidas várias atividades como: Conversas na rodinha; cantigas relacionadas com o tema; contos infantis com o tema, colagem; pintura; confecção de lembrancinha para os pais, brincadeiras e jogos pedagógicos.

BERÇÁRIO I (vesp)
PROFª:

Atividades:
- cantigas envolvendo o tema “pai”;
- pintura;
- expressão corporal;
- percepção visual e audiva;
- contos infantis com o tema “pai”

MATERNAL II (mat e vesp)
Profªs:  Claudia e .............................
Atividades:

- cantigas com o tema “papai”;
- contos infantis com o tema “papai”;
- brincadeiras dirigidas;
- desenhos, pintura e colagem;
- confecção de lembrancinhas para o Dia dos Pais;
- filme: “Procurando Nemo”.

RECURSOS DIDÁTICOS:

Cola, sulfite, EVA, cola quente, tinta guache, lápis de cor, CDs, aparelho de som, televisão etc.

CULMINÂNCIA:
Exposição das atividades realizadas pelos alunos durante o desenvolvimento deste projeto no mural do pátio da instituição de ensino.

AVALIAÇÃO:
Será através de registro contínuo individual e coletivo da aprendizagem dos alunos frente as atividades propostas em sala durante o desenvolvimento do projeto.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Meio Ambiente na educação Infantil

Preservar também é coisa de criança

A preocupação com o meio ambiente é atual e envolve toda a sociedade. Veja como tratar o assunto desde o início da Educação Infantil

 Foto: Canindé Soares
Nirvânia e as crianças de pré-escola no lixão: mostrando a vida real. 
Foto: Canindé Soares

A questão ambiental está em alta por uma razão simples: necessidade de sobrevivência. Quanto mais cedo o tema for abordado com as crianças, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação. Por isso, a educação para uma vida sustentável deve começar já na pré-escola. O objetivo definido pelo Referencial Curricular Nacional é observar e explorar o meio ambiente com curiosidade, percebendo-se como ser integrante, dependente, transformador e, acima de tudo, que tem atitudes de conservação.

Veja o exemplo da professora Nivânia Félix dos Santos, da Escola Municipal Ausônio Araújo, de Currais Novos, a 196 quilômetros de Natal, que implantou um projeto sobre o tema no ano passado. "A natureza dá condições para a sobrevivência do homem", explicou. "Por isso a necessidade de mostrar como preservar e minimizar a ação negativa."
Síntese do trabalho
Tema: Cuidados com o meio ambiente

Objetivo: Apresentar a natureza com suas belezas, curiosidades e fragilidades. Mostrar lados negativos e positivos da ação do homem e valorizar a preservação

Como chegar lá: Levante o conhecimento inicial da turma. Esse passo revela a direção que o trabalho deve tomar. Para que eles entrem em contato com o mundo real, leve-os para aulas-passeio. Todas as observações devem ser registradas em escritos e desenhos. Prepare uma passeata ecológica com todo o material produzido. Em uma conversa posterior, veja que conceitos foram ampliados. Por fim, confronte os conhecimentos prévios com os atuais

Dica: Para falar sobre Educação Ambiental com crianças é importante abordar assuntos que produzam resultados ao alcance delas. Um bom exemplo é cultivar uma horta e depois comer as verduras e os legumes plantados
Apresentação do tema
O trabalho começou com uma roda de conversa. A professora potiguar levou para a classe imagens que ilustram o assunto. Nesse momento já foi possível perceber que a atividade não se esgotaria ali. "Essa é uma questão que todo professor quer abordar, mas não sabe por onde começar", explica Andréa Diniz, do Núcleo de Educação Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "Esse projeto prova que as crianças se interessam pela temática e chegam a formar suas próprias opiniões."

A curiosidade das crianças incentivou a continuidade e Nivânia preparou uma aula-passeio nos arredores da escola. O objetivo era observar a quantidade de lixo jogado nas ruas. Aqui fica registrado a importância dessa ação, pois em atividades desse tipo mostram o mundo real. "Ela poderia ter feito essa apresentação usando livros e fotos, mas preferiu mostrar a realidade", avalia Andréa. Na volta, já em sala, a garotada registrou o que viu em desenhos e escritos.

No dia seguinte, Nivânia fez uma comparação entre a situação das ruas e a do pátio. Era comum a sujeira após o lanche. Saíram, então, pelos corredores limpos antes do recreio apenas para observar. Na hora do intervalo, todos lancharam e aí veio a segunda parte. A professora pediu que eles notassem como o espaço tinha ficado sujo. Ela dividiu a turma em grupos e organizou uma competição. Distribuiu luvas, máscaras, sacos plásticos e pediu que fizessem a coleta.

O lixo recolhido foi levado para a classe. "Nesse momento pude trabalhar a seleção de materiais", lembra-se Nivânia. Entre a sujeira havia papel, plástico e alumínio. As crianças fizeram uma poesia e a ilustraram. A educadora pediu que eles pesquisassem mais sobre a coleta da cidade.

As crianças descobriram que todo o lixo de Currais Novos ia parar no lixão. E por que não ir até lá? Foi o que fizeram. Em mais uma aula-passeio as crianças conheceram catadores, alguns tão pequenos quanto eles, e os entrevistaram. Na sala, construíram uma maquete com sucata que simbolizava o local.

Outros tipos de poluição 
Nirvânia e as crianças de pré-escola no lixão: mostrando a vida real

Primeira etapa cumprida. Era hora de falar sobre a importância da água e, para isso, mais aula-passeio. Na primeira, ao rio São Bento, o foco eram as condições do local, que recebe todo o esgoto da cidade. "Eles ficaram incomodados com os restos de alimentos, animais mortos e utensílios que viram", constata Nivânia. Na sala, nova produção de textos. Na segunda saída, a turma foi ao povoado de Totoró conhecer um dessalinizador, que torna potável a água subterrânea, em geral imprópria para o consumo por causa do alto índice de sais. Na região Nordeste essa prática é comum em função da seca.

Para falar sobre a poluição do ar, Nivânia programou uma visita à Cerâmica Currais Novos Ltda. Antonio Izidorio, gerente do estabelecimento, mostrou o processo de fabricação de telhas e tijolos. Duas coisas incomodaram. A primeira foi a grande quantidade de madeira utilizada para manter acesos os fornos que secam a produção e; a segunda, a fumaça que sai pelas chaminés.

O educador ambiental Marcelo de Queiroz Telles garante que o passeio à olaria, como forma de mostrar esse tipo de poluição, foi um bom exemplo. "Na verdade, qualquer fumaça representa isso", afirma Telles. Nivânia acertou quando foi à cerâmica, mas é preciso esclarecer que, independentemente dos prejuízos ao ar, a empresa também traz benefícios, como empregar pessoas que dependem dessa atividade para viver e fabricar produtos importantes para o ser humano. "Não se pode deixar a impressão de que a empresa é a única vilã", explica Telles. Nesse caso, é importante mostrar outras maneiras de aquecer os fornos. "É interessante fazer um exercício de listar formas de produção menos poluentes."

Depois dessa experiência, as crianças produziram desenhos e escritos e ainda discutiram o desmatamento e suas conseqüências. Nivânia reforçou a importância de preservar a natureza e direcionou o trabalho para um fechamento. Reuniu todo o material produzido e organizou uma passeata ecológica. "As pessoas na rua paravam para ver a manifestação", lembra-se a diretora Rita do Carmo Bezerra Cruz Dantas. Na volta, apresentaram um teatro aos pais. "Mesmo que a comunidade não seja envolvida em todas as etapas do trabalho, é importante que participe da finalização, porque ela toma conhecimento do trabalho", avalia Andréa.
É bom ressaltar que Nivânia valorizou todas as brincadeiras e a expressão por meio de diferentes linguagens, como desenhar, cantar, dramatizar e escrever, que são essenciais na Educação Infantil. "Sem dúvida, esse trabalho tem muitos méritos, mas é necessário tomar alguns cuidados", alerta Andréa. "Não é preciso contemplar tantos assuntos, pois isso pode cansar." Outra coisa que faltou foi levantar o conhecimento prévio das crianças, para compará-lo com o posterior. "Essa etapa traz informações preciosas que garantem uma avaliação eficaz."
O trabalho, sem dúvida, contribui para a formação de uma consciência ecológica infantil. E isso está mais que provado, pois eles conseguiram resolver problemas que lhes foram propostos. "Agora a sujeira do recreio é menor e todos incentivam a limpeza", garante Rita do Carmo.
Uma aula-passeio ao redor da escola para observar a quantidade de detritos jogado nas ruas: constatação de desrespeito
Após a hora do lanche, a garotada sai recolhendo embalagens jogadas no chão: cooperação com a limpeza do espaço em que vivem
Em sala, todos participam da seleção do material coletado: separação de plásticos, papéis e latas de alumínio
A turma visita uma das olarias da cidade, que queima muita madeira para secar a produção: bom exemplo para demonstrar a origem da poluição do ar
Para conhecer meio ambiente
O professor em geral resiste a abordar qualquer assunto que não domine. Educação Ambiental é um deles. "Não é necessário, porém, ter um grande conhecimento sobre a natureza para falar sobre ela", garante o educador ambiental Marcelo de Queiroz Telles. "É preciso, sim, o básico para criar habilidades e ter a capacidade de compartilhar o saber."

Telles lista uma seqüência pela qual o docente deve passar antes de qualquer ação em sala:

Sensibilização — uma pessoa só consegue parceiros se estiver sensibilizada. Isso pode ser feito por meio do lúdico. Além de ser uma forma prazerosa de aprender, atinge tanto crianças quanto adultos;

Informação — o conhecimento inicial pode ser adquirido em palestras, materiais impressos e sites;

Mudança de comportamento — é fundamental mudar as atitudes, pois não convence uma pessoa ter um bom discurso sobre a importância da água, por exemplo, e continuar escovando os dentes com a torneira aberta;

Incentivo — é muito difícil trabalhar sozinho e sem o apoio dos colegas. Se a iniciativa não for de cima para baixo, ou seja, da direção para o corpo docente, é uma boa oportunidade para sensibilizar e despertar em todos o interesse por participar;

Estratégia — o professor deve escolher um caminho, ou seja, selecionar um assunto (água, lixo, desmatamento, ar) e uma forma de trabalhá-lo.

É importante ter claro que essa atividade não deve se limitar a datas comemorativas, como o Dia da Árvore. "É preciso fazer já, pois o planeta não suporta mais o modelo atual de desenvolvimento. Ele é insustentável", afirma Telles. "Essa é uma responsabilidade não só dos ecologistas, mas de cada um de nós, cidadãos e educadores."
Fonte:  http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/preservar-tambem-coisa-crianca-422841.shtml

quarta-feira, 14 de maio de 2014

atividades para trabalhar o meio ambiente


























projeto didático" Festa Junina"



INSTITUIÇÃO:
TURMA: Maternal II
TURNO: Vespertino
PROFESSORA: Cláudia
TEMA: FESTA JUNINA
DURAÇÃO DO PROJETO: Início:          Término:
DIREÇÃO:

JUSTIFICATIVA:
Este projeto didático visa destacar para os alunos o conceito de Festa Junina e sua origem, os santos comemorados em junho, em todo o Brasil, desde o período colonial: Santo Antônio, São João e São Pedro. Destacar ainda que no nordeste brasileiro principalmente, estes santos são reverenciados e pode-se dizer que a importância destas festas, para as populações nortista e nordestina, ultrapassa a do Natal, principal festa cristã, e que elas são, historicamente, o evento festivo mais importante destas regiões, tanto cultural como politicamente. Explicar para os mesmos que as festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro e, que durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas. Explicar para os alunos que é interessante notar que não apenas o dia, propriamente dito, mas todo o mês, é considerado como tempo consagrado a estes santos na região e, principalmente, as vésperas , que é quando se realizam os sortilégios e simpatias, a parte mágica da festa típica do catolicismo popular. Inúmeras adivinhações a respeito dos amores e do futuro (com quem se vai casar, se se é amado ou amada, quantos filhos se vai ter, se vai morrer jovem ou ganhar dinheiro etc.) são feitas nas vésperas do dia dos santos, em geral de madrugada.

OBJETIVOS:
Levar os alunos à:
- conhecer as características das festas juninas em diferentes regiões do país;
- valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo;
- desenvolver o interesse e gosto pela tradição;
- planejar a realização de uma Festa Junina;
- resgatar a memória das Festas Juninas;
- enriquecer o conhecimento dos alunos quanto à história das Festas Juninas;
- distinguir a diferença dos costumes das Festas Juninas no Brasil e no mundo;
- sociabilizar os alunos;
- desenvolver o ritmo, compasso e criatividade;
- conhecer a história dos santos padroeiros: Santo Antonio, São João e São Pedro.
ORNAMENTAÇÃO DA SALA: Mural com bandeirinhas e balões, chapéus de palha, etc.
CONTEÚDOS: As festas juninas: características, roupas típicas, danças, alimentos.

DESENVOLVIMENTO:
Montagem de painés juninos para enfeitar a sala de aula.
Leitura de textos informativos.
Leitura de poesias e/ou músicas juninas.
Leituras de textos criativos.
Montagem de cartazes e convites.
Confecção de enfeites juninos.
Conscientização do perigo de soltar balões.
Colagem de gravuras relacionadas com o tema.
Pintura de gravuras relacionadas com o tema.
Brincadeiras envolvendo a expressão corporal relacionada com o tema.

RECURSOS DIDÁTICOS:
Cartazes;
Papel manilha;
Sulfite;
Cola;
Tinta guache;
Lápis de cor;
EVA,
TNT;
Tesoura;
Pincel;
Crepom;
CDs;
Aparelho de som;
Televisão;
Fantasias;

METODOLOGIA:
As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com os alunos envolvendo a interação professor com os mesmos durante as atividades propostas.

CULMINÂNCIA:
O projeto será finalizado com a realização de danças em sala relacionada com o tema e pipoca para os alunos.

AVALIAÇÃO:
A avaliação será através de registro em relação a aprendizagem individual e coletiva dos alunos frente as atividades propostas durante o desenvolvimento do projeto.

ORIGEM DA FESTA JUNINA
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Festas Juninas no Nordeste Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

CAPELINHA DE MELÃOautor: João de Barros e Adalberto Ribeiro
Capelinha de melãoé de São João.É de cravo, é de rosa, é de manjericão.São João está dormindo,não me ouve não.Acordai, acordai, acordai, João.Atirei rosas pelo caminho.A ventania veio e levou.Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.
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PEDRO, ANTÔNIO E JOÃ
Oautor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago
Com a filha de JoãoAntônio ia se casar,mas Pedro fugiu com a noivana hora de ir pro altar.A fogueira está queimando,o balão está subindo,Antônio estava chorandoe Pedro estava fugindo.E no fim dessa história,ao apagar-se a fogueira,João consolava Antônio,que caiu na bebedeira.
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BALÃOZINHO
Venha cá, meu balãozinho.Diga aonde você vai.Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.Ah, ah, ah, mas que bobagem.Nunca vi balão ter pai.Fique quieto neste canto, e daí você não sai.Toda mata pega fogo.Passarinhos vão morrer.Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.Já estou arrependido.Quanto mal faz um balão.Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.
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SONHO DE PAPELautor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro
O balão vai subindo, vem caindo a garoa.O céu é tão lindo e a noite é tão boa.São João, São João!Acende a fogueira no meu coração.Sonho de papel a girar na escuridãosoltei em seu louvor no sonho multicor.Oh! Meu São João.Meu balão azul foi subindo devagarO vento que soprou meu sonho carregou.Nem vai mais voltar.
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PULA A FOGUEIRAautor: João B. Filho
Pula a fogueira Iaiá, pula a fogueira Ioiô.Cuidado para não se queimar.Olha que a fogueira já queimou o meu amor.Nesta noite de festançatodos caem na dançaalegrando o coração.Foguetes, cantos e troca na cidade e na roçaem louvor a São João.Nesta noite de folguedotodos brincam sem medoa soltar seu pistolão.Morena flor do sertão, quero saber se tu ésdona do meu coração.
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CAI, CAI, BALÃOCai, cai, balão.Cai, cai, balão.Aqui na minha mão.Não vou lá, não vou lá, não vou lá.Tenho medo de apanhar.

Ingredientes:
1 xícara de arroz lavado e escorrido 4 xícaras de leite 1 xícara de açúcar 2 colheres de sopa de água de rosas ou flor de laranjeira 1 colher de sopa de canela em pó Modo de Preparo: Numa panela, coloque o arroz e o leite, misture, leve ao fogo alto e deixe ferver. Reduza o fogo para brando e cozinhe, mexendo sempre com uma colher de pau para a mistura não grudar no fundo da panela, por cerca de 50 minutos ou até o arroz ficar macio. Acrescente o açúcar e a água de rosas ou flor de laranjeira, misture bem e tire do fogo. Coloque o arroz-doce numa travessa, polvilhe com canela e sirva.
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Bolinho de mandioca com queijo e ervas
Ingredientes:
1 kg de mandioca descascada e picada3 xícaras (chá) de leite 1 colher (sopa) de manteiga 2 ovos 1 colher (sobremesa) de fermento em pó 1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo 200 g de mussarela moída2 colheres (sopa) de sálvia picada2 colheres (sopa) de tomilho fresco picadoóleo para friturasal Modo de Preparo: Coloque em uma panela a mandioca e o leite e cozinhe, em fogo baixo, por 35 minutos, ou até o leite evaporar e a mandioca se desfazer. Retire, passe a mandioca, ainda quente, no espremedor e transfira a massa obtida para uma tigela. Misture a manteiga, os ovos, o fermento e o sal. Reserve. À parte, peneire a farinha de trigo e, aos poucos, acrescente a massa de mandioca mexendo sempre com uma colher. Se necessário, junte mais farinha de trigo. A massa deve ficar unida e desprender das mãos. Reserve. Em uma tigela, misture a mussarela, a sálvia e o tomilho e reserve. Para fazer os bolinhos, estenda um pouco de massa na palma da mão enfarinhada, coloque um pouco da mistura de mussarela e enrole sem deixar aberturas ou dobras. Frite os bolinhos em uma panela com óleo bem quente até dourarem. Retire e coloque-os sobre papel toalha para eliminar o excesso de gordura. Sirva os bolinhos com salada verde. Se preferir, salpique mussarela ralada no momento de servir.

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Bolo de batata-doce e coco
Ingredientes:
1 xícara (chá) de açúcar 1 tablete de manteiga (200 g)1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo 3 ovos 1 colher (sopa) de fermento em pó 2 vidros pequenos de leite de coco 2 vidros pequenos de leite de coco (400 g)2 colheres (sopa) de raspas de limão 370 g de batata-doce roxa cozida e amassada1 xícara (chá) de coco em flocos Modo de Preparo: Bata na batedeira a manteiga (reserve 1 colher de sopa), o açúcar e as raspas de limão por 3 minutos, ou até obter um creme homogêneo. Sem parar de bater, junte as gemas uma a uma. Adicione a batata-doce, a farinha de trigo, o coco e o leite de coco e bata mais um pouco. Por fim, incorpore as claras batidas em neve e o fermento em pó, misturando delicadamente.
Com a manteiga reservada, unte uma fôrma redonda, de 25 cm de diâmetro, e polvilhe com farinha de trigo. Despeje a massa e leve para assar em forno médio, preaquecido, por 45 minutos, ou até que enfiando um palito, ele saia limpo. Se preferir, salpique coco na superfície para decorar.
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BOLO DE MILHO
Ingredientes
1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de milho pré-cozida1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca 10 colheres (sopa) de açúcar 2 xícaras (chá) de leite desnatado 5 colheres (sopa) de manteiga 1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado Modo de Preparo: Coloque no processador as farinhas de milho e a de mandioca e o açúcar. Bata por 2 minutos, ou até obter uma farinha mais fina. Retire e passe a mistura por uma peneira. Reserve. Coloque o leite, a manteiga e o coco em uma panela. Leve ao fogo por 3 minutos, ou até ferver. Retire do fogo e despeje, aos poucos, e sem parar de mexer, sobre os ingredientes secos peneirados. Mexa vigorosamente até ficar homogêneo. Forre com um pedaço de pano fino, de preferência musseline, a parte de cima de uma cuscuzeira, com 20 cm de diâmetro. Coloque a massa e reserve. Coloque 500 ml de água na parte de baixo da cuscuzeira e leve ao fgo por 3 minutos, pu até ferver. Encaixe a cuscuzeira, tampe a panela e reduza o fogo. Cozinhe em fogo baixo por 50 minutos, ou até a massa ficar macia. Retire do fogo e desenforme com cuidado. Se preferir, polvilhe com canela em pó ou sementes de erva-doce. Sirva com mel ou melado. (Fonte: Revista Água na Boca)
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Canjica com coco
Ingredientes:
1 xícara de canjica 1 xícara de leite de coco 3 xícaras de leite 1 xícara de açúcar 1 canela em pau Modo de Preparo: Coloque a canjica de molho em água fria por 8 horas. Escorra e coloque em uma panela juntamente com o leite e metade do açúcar. Adicione o pau de canela e leve à fervura em fogo baixo para que os grãos fiquem macios. Teste e se estiver no ponto adicione à panela o açúcar restante e o leite de coco. Ferva novamente para encorpar o líquido. Sirva quente salpicando com canela em pó.


MAÇÃ DO AMOR
Ingredientes:
8 maçãs firmes4 xícaras de açúcar 1 xícara de água 2 colheres (sopa) de glucose de milho 1 colher (sopa) de corante vermelho para alimentospalitos para sorvete Modo de Preparo: Lave e seque muito bem as maçãs. Espete os palitos na parte superior das maçãs, ao lado do talinho. Unte uma pedra de mármore ou granito com óleo vegetal. Prepare a calda misturando bem o açúcar, água e glucose. Coloque em uma panela funda e pequena (pode ser em uma leiteira), tampe e levar ao fogo, fervendo tampada por 3 minutos. Retire a tampa e ferva por aproximadamente 10 minutos ou até atingir a temperatura de 130 graus (ou ponto de vidro, pode-se testar colocando algumas gotas da calda em um copo com água gelada). Retire do fogo e acrescente o corante e balance levemente a panela para colorir todo a calda. Coloque a panela com a calda em banho-maria e mergulhe as maçãs, uma a uma segurando-as pelos palitos. Levante e deixe escorrer o excesso, coloque para esfriar sobre uma pia de mármore untada. Deixe esfriar completamente.


PÉ-DE-MOLEQUE
Ingredientes:
2 xícaras (chá) de açúcar 1/2 kg de amendoim cru1 lata de leite condensado 1 colher (café) de bicarbonato de sódio margarina para untar Modo de Preparo: Numa panela, coloque o açúcar, 2 colheres (sopa) de água e o amendoim. Leve ao fogo, mexendo de vez em quando, por 15 minutos, ou até ficar com cor de caramelo claro. Junte o leite condensado e o bicarbonato, mexendo sempre, por 5 minutos. Retire do fogo e continue mexendo por mais 5 minutos, ou até a mistura ficar opaca. Despeje a mistura numa superfície lisa, untada com a margarina e deixe amornar. Corte em quadrados e sirva.

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Ingredientes:
10 espigas médias de milho verde 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar 1 e 1/2 xícara (chá) de manteiga 1/2 xícara (chá) de leite desnatado 1 colher (chá) de canela em pó 1 pitada de sal Modo de Preparo: Ligue o forno à temperatura média. Limpe as espigas de milho, rale num ralador não muito fino (com cuidado para não atingir o sabugo), aparando numa tigela. Com uma colher, raspe os sabugos e misture com o milho ralado. Passe por uma peneira não muito fina, aparando em outra tigela. Junte o açúcar e mexa até derreter. Reserve. Leve ao fogo uma panela com a manteiga (reserve 1 colher de sopa), o leite, a canela e o sal até ferver. Retire do fogo, despeje sobre a massa de milho e mexa muito bem até ficar homogêneo (a manteiga não deve ficar separada da massa). Unte uma assadeira de 23 cm x 33 cm com a manteiga e despeje a massa. Leve ao forno por 40 minutos, ou até que enfiando um palito na pamonha ele saia limpo. Retire do forno e, assim que amornar, corte em pedaços. Fonte: Revista Menu


PIPOCA
Ingredientes:
4 colheres (sopa) de óleo vegetal1 xícara de milho para pipoca½ colher (chá) de glutamato monossódicosal Modo de Preparo: Coloque o óleo em uma panela e leve ao fogo para aquecer bem. Acrescente o milho e misture. Salpique com o glutamato e tampe a panela. Assim que o milho começar a estourar comece a balançar a panela sobre a chama para que as pipocas não queimem. Espere que todas estourem. Coloque em uma tigela e salpique com sal.


DOCE DE ABÓBORA
Ingredientes:
1 kg de abóbora descascada1 colher (sopa) de cal virgem para uso culinário4 xícaras de açúcar 2 xícaras de água 12 cravos-da-índia 1 canela em pau Modo de Preparo: Corte a abóbora em cubos de 3 cm. Desmanche a cal em 2 litros de água fria e despeje sobre as abóboras. Deixe descansar por 2 horas. Escorra e elimine a água. Lave os pedaços de abóbora em água corrente por 2 ou três vezes. Coloque o açúcar e a água em uma panela e leve à fervura, adicione os cravos e a canela. Fure de leve os pedaços de abóbora para que absorvam a calda e coloque-os na panela. Ferva em fogo baixo para que os pedaços de abóbora fiquem firmes porém macios. Retire-os com uma escumadeira e coloque em uma compoteira. Reduza a calda até o ponto de fio e despeje sobre as abóboras. Deixe esfriar antes de servir.

COCADA
Ingredientes:
250 g de açúcar refinado 250 g de coco fresco ralado100 g de leite condensado Modo de Preparo: Numa panela, leve ao fogo 200 g de açúcar, junte 60 ml de água e deixe até caramelizar levemente (dependendo da intensidade de cor que deseja dar ao doce). Adicione o coco, o açúcar restante e o leite condensado, misturando sempre com uma colher de pau até que a calda se torne espessa e em ponto de fio. Transfira para uma compoteira e decore com cravo-da-índia. Se preferir uma versão mais firme, deixe a calda encorpar mais, despeje a mistura sobre uma superfície untada com manteiga e espere resfriar para cortar.

Atividades "Meio Ambiente"































































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