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Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, Brazil
Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (1999-2003). Tem experiência na área de Educação. Professora concursada-efetiva pela Prefeitura Municipal de Sidrolândia/MS (02 períodos). Exerce a função de Docente na Educação Infantil. Pós Graduada-Especialista em Educação Infantil pela UFMS/MEC/UNDIME//UEMS. Contato: E-mail: pedagogaclaudinha@gmail.com site; http://canalpedagogico.blogspot.com MSN: claus.id@hotmail.com

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Projeto didático: Natal

INSTITUIÇÃO:
TURMA:
TURNO:
PROFª:
COORDENAÇÃO:
DIREÇÃO:
EXECUÇÃO: ......./....../....... a ..../...../......


JUSTIFICATIVA

Este projeto tem por finalidade desenvolver o espírito de natal nos alunos mantendo as chamas da alegria, da esperança e da confraternização.
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno.  Acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.
Portanto, a escola deve buscar meios que os alunos sejam capazes de compreender e respeitar esta data tão importante para todos nós.

 OBJETIVOS:

Criar estratégias de ensino que levem os alunos a:

- compreender o significado do Natal;
- conhecer os símbolos natalinos;
- trabalhar as diferenças socioeconômicas;
- refletir e valorizar os diversos tipos de religião;
- comparar o nosso clima ao de outros países;
- desenvolver o raciocínio lógico;
- desenvolver a expressão corporal;
- desenvolver a sociabilização;
- desenvolver a linguagem oral;
- desenvolver a percepção sonora e auditiva.
- revisar as cores;
- revisar as figuras geométricas;
- compreender o conceito de longe/perto;
- compreender o conceito em cima/embaixo;

METODOLOGIA ( estratégias de ensino)

As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com os alunos, de acordo com o planejamento de ensino.
Algumas atividades serão desenvolvidas extraclasse.

ATIVIDADES:

- confecção de painel Natal;
- desenhos com o tema no sulfite;
- colagem;
- fantasias;
- recorte;
- montagem de histórias;
- cartões;
- brincadeiras dirigidas;
- música;
- teatro com fantoche;
- poesia;
- Album educativo "Natal".

RECURSOS:

sulfite, lápis de cor, giz de cera, cartolina, EVA, CDs, aparelho de som, aparelho de DVD, aparelho de televisão, máquina digital, massinha de modelar, papel manilha, TNT, cola quente, tesoura, revistas, livros de contos, janelinha de fantoche etc.

CULMINÂNCIA:

Será realizada uma apresentação de teatro de fantoche com o tema "Natal" para as demais turmas.

AVALIAÇÃO:

A avaliação será feita através de registro pelo professor através da observação da participação e do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos frente às atividades propostas durante a realização deste projeto.
No final será feito um relatório dos pontos significativos deste projeto para ser entregue a Coordenação Pedagógica.

 

                                                         " Natal tempo de Luz!".

atividades e lembrancinhas "Natal"

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

19 de novembro- Dia da Bandeira


A Bandeira Nacional do Brasil foi adotada pelo Decreto nº 04, de 19 de novembro de 1889, no Governo Provisório da República. Desde então, essa data passou a ser o Dia da Bandeira, dia em que deve ser homenageada.
O uso da Bandeira é regulamentado por lei e todos temos a obrigação de saber como e quando hastear a Bandeira Nacional.
O hasteamento da Bandeira é feito, normalmente, às oito horas da manhã, e o arriamento, às 18 horas.
Entretanto, se for necessário que a Bandeira fique hasteada durante a noite, é preciso que ela esteja convenientemente iluminada.
A obrigatoriedade do hasteamento da Bandeira ocorre: no Palácio do Planalto, no Palácio da Alvorada, na residência eventual do Presidente da República, nos Ministérios, na Câmara dos deputados, no Senado Federal, no Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores, nos Palácios dos Governadores, nas Repartições Federais, Estaduais e Municipais e nos navios.
Em dias de festa ou luto nacional, a Bandeira deve ser hasteada em todas as repartições públicas e instituições particulares de assistência, cultura e esportes, bem como nos estabelecimentos de ensino.
Quando não estiver hasteada, a Bandeira deve ser mantida em lugar de honra.
O lugar da Bandeira Nacional é sempre ao centro e mais elevada do que as outras bandeiras. Se comparecerem apenas duas bandeiras, a Bandeira Nacional ficará à direita. Nas paradas e procissões, ela estará ao centro, levantada, e dois metros à frente de outras bandeiras. Em caso de luto nacional, em que a Bandeira será hasteada a meio-pau, ela será levada ao alto, para depois ser baixada. No enterro de pessoas ilustres, em que a Bandeira por deferência seguirá o caixão, ela nunca será enterrada junto com o mesmo e sim retirada com todo o respeito no momento do sepultamento.
É terminantemente proibido usar a Bandeira em mau estado, colocar indicações sobre ela, utilizá-la como ornamento, roupagem ou cortina ou usá-la como propaganda.
No dia 19 de novembro- Dia da Bandeira- as bandeiras em mau estado deverão ser incineradas no quartel de uma unidade militar ou em qualquer outro local designado pelas autoridades.  

     

atividades Dia da Bandeira



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Veja outras postagens: 



Conto: Menina Bonita do Laço de Fita ( Ana Maria Machado)



Era uma vez uma menina linda, linda.Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.Apele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.E pensava:- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?A menina não sabia, mas inventou:­- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?A menina não sabia, mas inventou:- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto.- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?A menina não sabia, mas inventou:­- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:- Artes de uma avó preta que ela tinha...Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos.E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha. Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...


Atividades Dia da Bandeira






Atividade Dia da Bandeira




Sugestão retirada da Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil, novembro, 2006, ano 4, nº46 

Veja outras sugestões com o tema Dia da Bandeira no link abaixo:

Dia da Bandeira




sugestões de atividades para o "Dia da Bandeira"









segunda-feira, 6 de junho de 2016

EDUCAÇÃO X DEMOCRACIA

Autora: Pedagoga: Claudia de Oliveira Andrade 

Muitas vezes, fico indignada com certas atitudes de alguns políticos que estão no poder nesse país relacionadas com os professores e demais profissionais da educação.
Quando uma determinada classe de trabalhadores se manifestam em busca de seus direitos é porque algo não está bem, ou seja, querem mudança. Costumo chamar de o “grito dos excluídos” Que mudanças são essas que os ditos “excluídos almejam? O poder público só irá ter essas respostas a partir do momento que houver o diálogo. Mas, infelizmente, às vezes quem ocupa o papel de gestor público ainda segue um modelo de administração autoritária do qual é caracterizada por obediência absoluta ou cega à autoridade, desprezando a liberdade individual ou coletiva de expressão, mesmo sabendo que o regime político brasileiro é democrático. Mas, democrático até que ponto? Que democracia é essa que os próprios educadores não podem reivindicar melhoria na educação, melhoria salarial, espaço físico adequado para comportar todos os estudantes em sala de aula, materiais didáticos para trabalhar os conteúdos com os alunos e outros recursos didáticos importantes para uma aprendizagem significativa de seus educandos? Eu penso que está na hora de certos gestores públicos refletirem sobre o seu papel em uma administração pública para que ocorram mudanças significativas nas área educacional. Pois, a figura do gestor público também é peça chave para alcançamos tais melhorias. Devemos pensar enquanto professores/educadores: Que tipo de sociedade queremos para os nossos estudantes? Qual o modelo de educação queremos para as nossas crianças? Também, não podemos esquecer da figura mais importante no processo educacional, o professor. Será que o poder público está dando condições para os nossos professores se capacitarem? Será que o poder público está dando condições salariais dignas para os nossos professores? Será que o poder público está oferecendo materiais didáticos de qualidade para os professores trabalhar os conteúdos com os educandos? Será que nossas escolas tem espaço adequado suficiente para atender a demanda de alunos em sala de aula? Muitas questões precisam ser pensadas e repensadas por esta sociedade e pelos seus gestores públicos.
Dessa forma, existem muitas razões para que a classe do magistério grite por socorro tentando buscar saídas para diversas situações que podem comprometer a aprendizagem significativa de nossos alunos. Portanto, o diálogo é a saída para resolvermos tais conflitos. Um governo não pode administrar um país, um estado ou município por meio de um modelo administrativo centralizado e fechado, ou seja, que não dê ouvidos ao clamor da população.
É de suma importância, que nós, educadores, não desistimos de lutarmos em prol de uma educação de qualidade, que não desistimos de lutar em prol de nossos direitos enquanto profissionais, que possamos nos unir a cada dia nos fortalecendo para que possamos combater esse modelo educacional hierárquico marcado por um discurso político autoritário.
Portanto, sonho com um governo democrático que valorize a educação, que reconheça a importância do professor na formação intelectual de seus educandos para que no futuro possamos ter uma sociedade mais justa e mais democrática.

domingo, 5 de junho de 2016

Resumo da Obra "Pedagogia do Oprimido"

               
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

A obra “Pedagogia do Oprimindo descreve de Paulo Freire aponta para uma educação libertadora, ética e sócio-política bem como para a contribuição da ética cristã no desenvolvimento integral do ser humano, para formação de uma sociedade mais justa e solidária.
Em oposição à educação bancária, o educador-educando se compromete com um conteúdo programático que não caracteriza doação ou imposição, “[...] um conjunto de informes a ser depositado nos educandos -, mas a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao povo daqueles elementos que este lhe entregou de forma desestruturada” (FREIRE, 2004. p. 83-84). Compromete-se com uma programação, com conteúdos, que advêm das colocações do povo, de sua existência, desafiando-o à busca de respostas, tanto em nível de reflexão como de ação. Em outras palavras, uma prática libertadora, requer que o “[...] acercamento às massas populares se faça, não para levar-lhes uma mensagem ‘salvadora’, em forma de conteúdo a ser depositado, mas, para em diálogo com elas, conhecer, não só a objetividade em que estão, mas a consciência que tenham dessa objetividade; [...] de si mesmos e do mundo”. Desse modo, busca-se juntos, educador e povo, mediatizados pela realidade, o conteúdo a ser estudado. É somente através do diálogo cujo “fundamento é o amor” que também é diálogo será possível ensaiar o inédito viável e construir uma pedagogia ética, política e social, baseada na crítica, na conscientização e na liberdade, reagindo contra todo tipo de opressão ainda vigente em nossas sociedade
Acerca do operacionalizar a pedagogia de uma perspectiva do oprimido, é preciso, segundo Paulo Freire, investigar o universo temático do povo. Busca-se, inicialmente, conhecer a área em que se vai trabalhar e se aproximar de seus indivíduos, marcando reunião e presença ativa para coletar dados, de modo a levantar os temas geradores. Estes devem ser organizados em círculos concêntricos, partindo de uma abordagem mais geral até a mais particular. Tal operacionalização demanda, ainda, e isso cabe ao educador dialógico, devolver em forma de problema o universo temático recebido do povo na investigação.
Efetivada essa etapa e com os dados em mãos, realiza-se um estudo interdisciplinar sobre os “achados” nos círculos de cultura, a partir dos quais os envolvidos apreendem o conjunto de contradições que permeiam os temas. Cada envolvido na investigação temática apresenta um projeto de um dado tema, o qual passa por discussão e acolhe sugestões. Os projetos servem, posteriormente, de subsídio à formação dos educadores-educando que trabalharão nos círculos de cultura.
Após elaboração do programa, são confeccionados materiais didáticos em forma de, por exemplo, textos, filmes, fotos, entre outros. São preparadas, também, as codificações de situações existenciais, as quais têm que ser decodificadas pelo educando e promover o surgimento de uma nova percepção da questão tratada, como também o desenvolvimento de um novo conhecimento.

CONCLUSÃO:

Ao concluir o resumo da obra ´Pedagogia do Oprimido, pude compreender que na visão de Paulo Freire, os elementos que constituem uma teoria da ação dialógica seriam a colaboração (ação conjunta onde não há um sujeito, um eu, e um objeto, um isto, mas um eu e um tu); a união (que se opõe à divisão da conquista), a organização e a síntese cultural, que seria uma resposta à invasão cultural. Se por um lado, Freire vê diferenças entre a cultura do povo e a cultura das lideranças (lideranças revolucionárias, por exemplo), o papel da síntese cultural seria o de conseguir a superação dessas diferenças (contradições acidentais, nas palavras do autor), sem o que, essas diferenças de visão e valores poderiam se tornar invasão cultural, comprometendo todo o processo de mudança e produzindo mais opressão, agora sob novas formas.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

SUGESTÕES MEIO AMBIENTE: clique nos links abaixo

Onde podemos encontrar a Mata Atlântica e como preservá-la?


 Mata Atlântica cobre 17 estados brasileiros. Foto: Irimar José da Silva
 Mata Atlântica cobre 17 estados brasileiros.
 Foto: Irimar José da Silva
 
 Para falar da Mata Atlântica, primeiro é preciso entender o que ela é. Segundo explica Carolina Mathias, engenheira florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, "podemos defini-la como um bioma com vários ecossistemas, que tem desde mangue até floresta tropical". Ou seja, a Mata Atlântica não é apenas aquela floresta atlântica que se vê perto do litoral, mas um bioma ou uma junção de ecossistemas com características comuns e com processos ecológicos que se interligam. Nesse caso, essas características seriam, além da ocorrência geográfica, a proximidade com o litoral e as formações florestais em um contínuo, que se estende até o cerrado, a caatinga ou os campos. "Outro ponto importante é que a Mata Atlântica tem árvores grandes e de dossel contínuo, ou seja, com copas que se tocam", diz Carolina Mathias. Esse bioma ainda tem mais de 22 mil espécies, quase nove mil delas endêmicas (que só existem nesse bioma), superando a biodiversidade da Amazônia. Infelizmente, 383 desses animais e plantas estão ameaçados de extinção. A extensão territorial da Mata Atlântica também impressiona - vai desde o Rio Grande do Sul até o Piauí, cobrindo 17 estados. Originalmente, ela compunha 15% do território brasileiro, mas hoje só restam 7% desse bioma.
Hoje, a Mata Atlântica ainda pode ser encontrada em quase todo o país (menos no Mato Grosso, Maranhão e Região Norte), mas em pequena quantidade. A maior concentração está no Vale do Ribeira, em São Paulo. Ao todo, existem 860 unidades de conservação da Mata Atlântica no Brasil, que vão de pequenos sítios até parques estaduais. Muitos desses parques são abertos à visitação e podem ser uma boa forma de conscientizar os alunos da importância de preservar o meio-ambiente. Beatriz Siqueira, coordenador do projeto Mata Atlântica vai à Escola da Fundação SOS Mata Atlântica, conta que existem vários projetos em andamento para tentar salvar o que ainda resta do bioma. "O que está sendo feito hoje são ações de restauração e replantio de árvores que compõem a flora original da mata. Também estão sendo criadas muitas áreas de conservação, principalmente em propriedades particulares", diz. A ecóloga ainda explica que cada um de nós pode ajudar a manter a floresta em pé com ações do dia-a-dia, como economizar água, energia elétrica e diminuir a poluição. "Se cada um de nós gastar menos energia, por exemplo, vamos precisar de menos hidrelétricas, o que ajuda a manter a mata. Pois para construir uma usina é preciso desmatar e inundar uma grande área de floresta", diz Beatriz. Preservar a Mata Atlântica ainda pode ajudar a diminuir o aquecimento global. Isso porque, além da floresta ser responsável por absorver carbono, é muito comum no Brasil fazer queimadas para transformar a mata em área de agropecuária. E esse tipo de ação é o principal responsável pelas emissões de carbono no nosso país. Por outro lado, o aumento da temperatura da Terra pode afetar a Mata Atlântica, já que muda as características dos ecossistemas. "A maior preocupação é com a fauna. O aquecimento pode matar várias espécies"alerta Beatriz.
Texto retirado da Revista Nova Escola http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/onde-podemos-encontrar-mata-atlantica-como-preserva-la-473054.shtml

Planos de Trabalho: Educação Infantil

Jogos e atividades de exploração dos espaços da escola são algumas opções
Brincadeiras nos diferentes cantinhos, jogos e atividades de exploração dos espaços, objetos, plantas e animais da escola podem ser estruturadas na forma de planos de trabalho, de curta duração. Com variações e diferentes níveis de dificuldade, para propor desafios interessantes para as crianças da de 4 e 5 anos, os planos estão presentes em toda a rotina da pré-escola. As rodas de conversa para que as crianças compartilhem novidades e histórias de vida, assim como os momentos de leitura podem se encaixar nessa modalidade.
Lista dos planos de trabalho
5.2.1 Pesquisa sobre insetos
O que trabalha Contato com diferentes animais e plantas
Continuar lendo... Jogos e atividades de exploração dos espaços da escola são algumas opções Brincadeiras nos diferentes cantinhos, jogos e atividades de exploração dos espaços, objetos, plantas e animais da escola podem ser estruturadas na forma de planos de trabalho, de curta duração. Com variações e diferentes níveis de dificuldade, para propor desafios interessantes para as crianças da de 4 e 5 anos, os planos estão presentes em toda a rotina da pré-escola. As rodas de conversa para que as crianças compartilhem novidades e histórias de vida, assim como os momentos de leitura podem se encaixar nessa modalidade. Lista dos planos de trabalho 5.2.1 Pesquisa sobre insetos O que trabalha Contato com diferentes animais e plantas

É livro ou brinquedo?

No Centro Educacional Anísio Teixeira, a diversidade é garantida. As crianças têm acesso a livros-brinquedos
e também a edições tradicionais. Foto: Tânia Rêgo
No Centro Educacional Anísio Teixeira, 
a diversidade é garantida. 
As crianças têm acesso a
 livros-brinquedos e
 também a edições tradicionais

Um suporte que mistura um pouco de cada um desses elementos pode ajudar a formar leitores desde que selecionados e trabalhado com critério

Nos momentos dedicados à leitura, tanto em sala quanto na biblioteca da Educação Infantil do Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), no Rio de Janeiro, as crianças têm acesso a vários livros: com muito ou pouco texto, somente ilustrados, literários e informativos, entre outros. O trabalho com o material é levado a sério pelos educadores. "O contato com as estantes e a chance de escolher um entre diversos títulos e folheá-los faz parte do desenvolvimento do comportamento leitor dos pequenos", diz Elisa Creuza de Jesus, educadora da creche. 

 No acervo, também estão disponíveis livros-brinquedos: do tipo pop-up (com imagens em dobradura que saltam das páginas), com texturas, sons e abas que, quando abertas, revelam novidades. Embora muita gente ainda tenha dúvidas sobre esse suporte e torça o nariz para os recursos que dividem espaço com ilustrações e textos, a equipe do Ceat aposta nele. Assim como as edições tradicionais, eles também são livros - e proporcionam interações diferentes.

O bom livro-brinquedo contribui para que o leitor viva uma experiência literária sem deixar de ser uma diversão relacionada ao brincar, que também é uma forma de interagir com o mundo. E vale registrar que a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) reconhece a categoria como legítima a ponto de, desde 1997, destinar um espaço para essas publicações no Prêmio FNLIJ, concedido anualmente.

É claro que para ser considerado livro o material precisa reunir algumas características básicas e ser usado como tal. Por exemplo: as informações precisam estar dispostas em páginas de forma que o leitor possa folheá-las, observar seu conteúdo e seguir a narrativa.

Recursos devem ajudar a contar a história

Nem tudo o que está disponível no mercado é interessante e tem qualidade. Trabalhar com afinco na escolha do que fará parte do rol de leitura da turma requer analisar os títulos um a um. É sua responsabilidade escolher bons materiais, elaborados com cuidado estético e com textos bem escritos (confira na próxima página algumas sugestões).

Além disso, é preciso avaliar se os mecanismos disponíveis ajudam a construir o enredo. Uma das características mais importantes da literatura é o mistério, a fantasia, o não dito -, o que o leitor está por descobrir. "Os artifícios do livro devem contribuir para isso. Se o texto, as imagens e outros recursos deixam tudo explícito, perde-se a graça", explica Ninfa Parreiras, mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Letra Falante, grupo de leitura e de pesquisa de literatura infantil e juvenil, em São Paulo.

Há livros-brinquedos que se aproximam mais de brinquedos devido ao formato e aos artifícios disponíveis, deixando a história em segundo plano. Isso pode parecer interessante para estimular os sentidos e entreter as crianças, mas não as aproxima da leitura.

No mais, o formato precisa ser levado em conta. "Exemplares muito grandes ou pesados demais dificultam a manipulação pela criançada", conta Ninfa. Porém, mesmo que intervenções do tipo pop-up pareçam delicadas para mãozinhas desajeitadas, os pequenos não devem ser privados de mexer nelas - para evitar páginas rasgadas, por exemplo. Um dos objetivos do trabalho com o livro-brinquedo é justamente despertar a vontade de entrar em contato com ele.

Como leitor experiente, você deve servir de modelo: mostre a forma adequada de manuseio, virando as páginas e mexendo no papel com cuidado, enquanto explica em voz alta o que está fazendo. Ainda assim, danos vão ocorrer - às vezes será possível repará-los, outras não e tudo bem. Tenha consciência de que isso faz parte do processo de aproximação da turma com o universo da leitura.

"Para que possam manusear o livro, me aproximo de cada uma das crianças e pergunto se querem tocá-lo. Depois da leitura em roda, organizo momentos para que todas tenham a oportunidade de folhear e explorar os títulos sozinhas", fala Elisa, do Ceat. Assim, os pequenos têm oportunidade de fazer descobertas com tempo e autonomia e seguem construindo sua trajetória como leitores.

Sugestões de livros-brinquedos

Hora de ler, hora de brincar
O Sapo Bocarrão. Foto: divulgação
Com pop-up
O Sapo Bocarrão, Keith Faulkner, 12 págs., Ed. Companhia das Letrinhas, tel. (11) 3707-3500, 35,90 reais

A Verdadeira História de Chapeuzinho Vermelho. Foto: divulgação
Com abas 
A Verdadeira História de Chapeuzinho Vermelho, Agnese Baruzzi e Sandro Natalini, 18 págs., Ed. Brinque-Book, tel. (11) 3032-6436, 35 reais
Cabeças. Foto: divulgação
Com abas
Cabeças, Matthew Van Fleet, 16 págs., Ed. Globo, tel. (11) 3767-7800, 39,90 reais
Quimonos. Foto: divulgação
Com texturas
Quimonos, Annelore Parot, 32 págs., Ed. Companhia das Letrinhas, 39 reais

Só Mais uma História. Foto: divulgação
Contém outros livros
Só Mais uma História, Dugald Steer e Elisabeth Moseng, 14 págs., Ed. Brinque-Book, 37 reais

O Livro de Pano do Bebê - Cachorro. Foto: divulgação
De tecido 
O Livro de Pano do Bebê - Cachorro, Rettore, 8 págs., Ed. Todo Livro, tel. (47) 3221-2235, 59 reais
Consultoria Ana Flávia Alonço, assessora da Secretaria Municipal de Educação de São

Sugestões retiradas da Revista Nova Escola http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/livro-ou-brinquedo-690612.shtml?page=0

 

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