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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Atividades Projeto Consciência Negra




Atividade desenvolvida com a minha turminha do Maternal II A/D. Interpretação do CONTO INFANTIL "A BONEQUINHA PRETA" (Autora: Alaíde Lisboa de Oliveira ). out/2019.

Atividades Projeto Consciência Negra

Atividade desenvolvida com a minha turminha do Maternal II A/D. Interpretação do CONTO INFANTIL "MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA" (Autora: Ana Maria Machado). (out/2019)

Projeto Didático "Consciência Negra na Educação Infantil"

PROJETO DIDÁTICO
CONSCIÊNCIA NEGRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL


INSTITUIÇÃO:
MUNICÍPIO :
ESTADO:
TEMA DO PROJETO: Trabalhando o Respeito e a Valorização das Relações Étnico-Racial na Educação Infantil de Forma Lúdica 
TEMPO DE EXECUÇÃO: 
TURMAS ENVOLVIDAS: Pré-Escolar II A/B
TURNO: matutino/vespertino
PROFESSORA: Cláudia de Oliveira Andrade
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO:  
CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS: O Eu, o Outro e o Nós; Corpo, Gestos e Movimentos; Traços, Sons, Cores, Formas; Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação, Relações e Transformações:   
   
JUSTIFICATIVA

O presente projeto, intitulado “ Trabalhando o Respeito e a Valorização das Relações Étnico-Racial na Educação Infantil de Forma Lúdica”, visa conscientizar e destacar as principais contribuições dos povos negros na formação da identidade cultural do povo brasileiro.  A escola infantil deve preparar as crianças desde cedo para adquirirem uma consciência crítica  com atitudes positivas de respeito e valorização étnico-racial.
Busca-se com este  projeto levar em consideração a Lei nº 10.639/03, que altera a LDB ( Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo escolar na Educação Básica e o disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente ( Lei 8.096, de 13 de junho de 1990), bem como no Plano Nacional de Educação ( Lei 10.172, de 9 de janeiro de 2001).
A escola é formada por diversos grupos étnico-racial.  Assim sendo, as instituições de ensino devem desempenhar o papel de educar, se constituindo em espaço democrático de produção e divulgação de conhecimento e de posturas que visam uma sociedade mais justa.
A escola tem o papel preponderante na eliminação das discriminações e na emancipação dos grupos discriminados ao proporcionar acesso aos conhecimentos científicos, aos registros culturais diferenciados, à conquista da racionalidade que rege as relações sociais e raciais e aos conhecimentos avançados, indispensáveis para a consolidação e o concerto das nações como espaços democráticos e igualitários.
É preciso educar as crianças para a quebra de preconceitos, promovendo a inclusão social das etnias para uma convivência saudável no espaço em que estão  inseridas.
Portanto, a educação das relações étnico-raciais impõe aprendizagens entre brancos e negros, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças, projeto conjunto para construção de uma sociedade mais justa, igual e equânime.

CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS: (CONTEÚDOS)
O Eu, o Outro e o Nós características físicas do ser humano e suas relações na vida atual.
Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação:  diálogo, histórias infantis e cantigas infantis .
Traços e Cores e Formas: desenhos, recortes, pinturas, modelagem, conceito de posição ( longe/perto lado/atrás, frente/costas) e garatujas.
Corpo, Gestos e Movimentos:  expressão corporal, relações sócio-afetivas e faz de conta.

OBJETIVO GERAL
Desenvolver a consciência nos alunos (as) do respeito e da valorização dos povos  negros, da cultura africana e afro-brasileira na sociedade, destacando a importância dos mesmos na construção da identidade do povo brasileiro.

HABILIDADES:


- despertar e adquirir a consciência do respeito da identidade dos  povos africanos;
- conhecer e  respeitar a cultura afro-brasileira;
- reconhecer som afro;
- conhecer contos e lendas africanas;
- conviver com as diferenças étnico-raciais de forma respeitosa através do diálogo;
- desenvolver a linguagem oral através de cantigas de origem africana;
- levantar suas hipóteses em relação aos principais personagens dos contos infantis relacionados com este tema;
- desenvolver a coordenação motora grossa e fina;
- conhecer e revisar as cores;
- conhecer os conceitos longe/perto, lado/atrás, frente/costas através de desenhos relacionados com este tema;
- identificar o género masculino e feminino respeitando as diferenças físicas de cada um;

DESENVOLVIMENTO:

O desenvolvimento do projeto será em consonância com os conteúdos propostos e será feito através de atividades coletivas e individuais com os alunos, e com a interação professor e aluno. Algumas atividades serão sistematizadas e  realizadas em sala de aula e outras extraclasse. Este projeto será acompanhado pela direção e coordenação pedagógica da instituição.
Será elaborado o planejamento semanal  de ensino para a execução das atividades propostas neste projeto.

ATIVIDADES PROPOSTAS:

-Teatro com fantoche;
- cantigas de origem africana;
- sons africanos;
- Brincadeiras com brinquedos de origem africana.
- Pinturas;
- contos infantis- diversidade.
- Contos infantis ( Menina Bonita do Laço de Fita, Autora: Ana Maria Machado), (O Cabelo de Lelê  Autora: Valéria Belém), (A linda garota de Angola Autora: Ana Gizélia Vieira), (O ratinho branco e o grilo sem asas Autora: Maria Amanda Capelão) entre outros.        
-   Cantigas infantil ( escravos de jó,  roda pião, boi da cara preta etc.);
- painel diversidade ( com fotos dos alunos)  e do conto “ Menina Bonita do Laço de Fita;
- DVD infantil relacionado com o tema;
-  Culinária afro-brasileira;
- Desenhos para colorir- diversidade
-  Pinturas/Colagem
- Teatro com fantoche ( Menina Bonita do Laço de Fita);
-  Poesias ilustradas- diversidade;
-   Brincadeiras afro-brasileira ( pião,
- Leitura de imagens de animais africanos, figurino africano etc.
- Trava línguas.
- Apresentação de dança (música "África"- CD Palavra Cantada).

RECURSOS DIDÁTICOS:
Sulfite, cartolina, papel manilha, fita larga, cola quente, macarrão, EVA, tinta guache, lápis de cor, giz de cera, pincel atômico, CDs, aparelho de som, máquina fotográfica digital, televisão, DVD, livros de contos infantis, jogos pedagógicos, crepom etc.  

CULMINÂNCIA

Será feita uma amostra  das atividades realizadas pela turma envolvida neste projeto no pátio da instituição para as demais turmas de alunos e pais visualizarem.  
Ainda, poderão ser realizadas apresentações artísticas ( danças, músicas e teatro)  pelas turmas envolvidas no projeto.

AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de registro por parte do professor da turma acima, através da observação e do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos frente as atividades propostas durante a realização deste projeto. 
O relatório final da avaliação da aprendizagem será entregue para a Coordenação Geral da Educação Infantil deste município, e outra cópia para a Coordenação Pedagógica desta instituição.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Diretrizes Curriculares para  Educação das Relações Étnico-Raciais  e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, Brasília, MEC, outubro, 2005. 
Veja mais atividades com o tema Consciência Negra no link abaixo:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/diversidade-sempre-427144.shtml

atividades desenvolvidas pelos alunos "consciência negra"








Dia 20 de novembro "Dia Nacional da Consciência Negra"



A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.

O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.

Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.

Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.

O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.

Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.

Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.

Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.

Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.

“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.

Segundo o IBGE, no Brasil os negros são correspondentes a 5% da população. Os chamados "pardos", no entanto, que são mestiços de negros com europeus ou índios, chegam a um número próximo da metade da população.

Entre a população negra jovem (especificamente no segmento de 15 a 17 anos), 36,3% cursaram ou cursam o ensino médio; entre os brancos, a parcela é de 60%. Entre aqueles que têm até 24 anos, 57,2% dos brancos haviam atingido o ensino superior, contra apenas 18,4% dos negros.

O rendimento médio da população branca no Brasil é de R$ 812,00; já a dos negros é de R$ 409,00. Entre a parcela de 1% dos mais ricos do país, 86% são brancos.

Fontes: Dpnet.com.br
O Dia On-Line
Feranet21.com.br

wikipédia on line

Arte e Histórias Africanas


OBJETIVOS:
Trabalhar  o Dia da Consciência Negra com os alunos, valorizando a participação da cultura africana na formação da cultura nacional.


   Em novembro, a temática africana vem à tona com o Dia da Consciência Negra, uma data que promove uma importante reflexão sobre a contribuição do povo africano em diversos setores do nosso país. O estudo da cultura e da história afro-brasileiras nas escolas é obrigatório há sete anos, segundo a Lei nº 10.639/2003. Com os menores, a data pode ser trabalhada na aula de artes e por meio de contação de história. Nossa sugestão é a confecção de uma máscara africana e a leitura do conto "A lenda do tambor africano". Boa leitura e boa aula.

Máscara
Veja como fazer uma máscara com influências africanas e usá-la em brincadeiras e durante a contação de histórias. A proposta é da arte educadora Simone Faure Bellini, do Guia Prático.

Materiais:
pratinho de papelão cortado conforme o molde
tinta guache ou acrílica marrom
pincel
retalhos de EVA preto, vermelho e amarelo, cortados conforme o molde
tesoura e furador
cola quente ou cola branca
barbante desfiado
sisal
elástico



 1. Pinte o pratinho com a tinta marrom.
2. Corte os olhos e a boca.
3. Cole os moldes do rosto, o barbante desfiado e o sisal.
4. Faça dois furos nas laterais e amarre o elástico.

Sugestões retiradas da Revista Guia Prático para Professores de Educação Infantil.
 http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/93/artigo191657-1.asp

poesias com o tema "Dia nacional da Consciência Negra"







CONSCIÊNCIA NEGRA

NEGROS OU BRANCOS
PARDOS OU VERMELHOS
A COR NÃO CONTA
A COR NÃO CANTA!
A COR NÃO ESTAMPA
A VIRTUDE DE NINGUÉM...
BRANCOS OU NEGROS
VERMELHOS OU PARDOS
A COR NÃO IMPORTA
A COR NÃO É FALTA...
E NÃO CULPA NINGUÉM!
SEJA QUAL FOR A RAÇA...
CATIVA E ENCANTA
CONQUISTA E BALANÇA
O CORAÇÃO DA GENTE
GENTE INTELIGENTE...
QUE TEM...
PUREZA DE ALMA!...
por Nair Lúcia de Britto
retirado do site http://www.revistapartes.com


*******************************************************

Consciência negra

Chega de racismo
De história mal contada
Chega de hipocrisia
De mentira esfarrapada
Esse preconceito infeliz
Que por aí diz
Que negro não vale nada.
O negro também precisa
Ser privilegiado
Chega de arrogância
Branco tenha cuidado
Com o preconceito em alta
Pois quem muito se exalta
É sempre humilhado.
Preto, branco e mulato
Vamos nos unir
O preconceito é horrível
E não é para existir
Já que todos somos irmãos
Essa grande nação
Espalhada por aí.

A consciência negra
Quer exatamente
Provar que somos iguais
E não diferentes
São lutas populares
Como as de Zumbi dos Palmares
Que morreu pela sua gente.

É preciso desde já
Com amor todo gentil
Acabar com o preconceito
E ver em nosso Brasil
O negro sorrindo tanto
Como a Daiane dos Santos,
Pelé e Gilberto Gil.

de Francisco Carneiro Barbosa
Site: http://www.mundojovem.pucrs.com.br


Vozes

Quando virá a alforria?
Sinto ainda o chicote
Nas costas torturadas
Pelo desprezo, do nada,
Do que sou, do que fui,
De onde nem sei se vou...

Quando virá o dia
Em que soltarão os grilhões,
Cicatrizarão as feridas
E terei amor pela vida
Que o futuro pode me proporcionar?

Vozes na lembrança,
Choros incontidos,
Estalos cortando o ar e os feridos
A cantar...Sempre cantando suas dores,
Na maneira exata de dizer:
Sou gente!Independente de não querer...

Quando???

Angela Padilha
retirado do site: http://www.blocosonline.com.br
Veja outras sugestões de atividades com o tema Consciência Negra

Atividade Projeto Consciência Negra

Atividade desenvolvida de forma coletiva  com a minha turminha do Maternal II A/D. Interpretação do  CONTO INFANTIL "O CABELO DE LELÊ" (Autora: Valéria Belém   ). out/2019.

Plano de Aula: Consciência Negra ontem e hoje




 Busto de Zumbi dos Palmares, símbolo da luta pela liberdade dos escravos africanos, em Brasília. Imagem: Wikimedia Commons

Objetivos
- Discutir a desigualdade racial no nosso país
- Compreender a origem do Dia da Consciência Negra e sua importância hoje
- Analisar a situação atual do negro no Brasil com base em dados do Censo 2010

Conteúdos
- Desigualdade social e racial
- Escravidão e quilombos
Tempo estimado
Duas aulas

Materiais necessários
- Computadores com acesso à internet
- Projetor multimídia para exibir o vídeo sobre Zumbi dos Palmares
- Acesso à biblioteca ou revistas e livros disponíveis para a pesquisa dos alunos

Introdução
A Lei 10.639 de 2003 estabelece que no dia 20 de novembro seja comemorado o Dia da Consciência Negra. A data é feriado em boa parte do Brasil e foi criada para discutir a História dos negros no país, sua cultura e sua colaboração para a nação que temos hoje. Além disso, é também uma oportunidade para lembrar e evidenciar os problemas sociais que ainda afligem essa parcela da população.

Antes de iniciar as aulas, procure se informar sobre o Dia da Consciência Negra na sua cidade e na sua escola. Onde você mora é feriado no dia 20 de novembro? No bairro da escola há algum evento especial? Essas informações são importantes para entender como a sua comunidade aborda as condições do negro na sociedade e como valoriza a cultura afro-brasileira. Assim, você pode preparar uma aula ainda mais direcionada à sua realidade.

Flexibilização
Para alunos com deficiência visual
Qual é a importância da cor para o deficiente visual, já que ele não pode identificá-la? A resposta está nas relações psicossociais associadas às cores. Afinal de contas, as cores têm representações na linguagem, no comportamento e nas culturas. Deste modo, mesmo sem ver, as pessoas constroem imagens de representação.
Partindo desse princípio, antes de iniciar a proposta da sequência didática, você pode discutir com os estudantes a representação das cores. Por exemplo, se alguém está faminto, diz  que está "verde de fome". Ou se sente raiva, "ficou vermelho de raiva" e assim com outros exemplos. Você também pode interpretar o uso das cores na perspectiva de serem chamativas ou apagadas, conforme a situação.

Desenvolvimento
1ª etapa
Comece analisando se os estudantes estão familiarizados com o Dia da Consciência Negra e se já participaram de alguma atividade especial nessa data, em qualquer ano. Para conduzir a discussão, faça perguntas como:

- Por que dia 20 de novembro foi escolhido para comemorar o Dia da Consciência Negra?
- Quem foi Zumbi dos Palmares e porque ele é um símbolo tão importante para o povo negro?
- O que foram os quilombos?


Use o texto abaixo como referência para esclarecer as dúvidas que surgirem durante a conversa:
Como surgiu o Dia da Consciência Negra?
As origens do Dia da Consciência Negra estão relacionadas aos esforços dos movimentos sociais para evidenciar as desigualdades históricas que afligem as populações negra e parda no Brasil. A data é comemorada em 20 de novembro para coincidir com o aniversário da morte de Zumbi dos Palmares (1655-1695), líder do Quilombo dos Palmares, no período colonial brasileiro.

Os quilombos eram agrupamentos populacionais formados por escravos foragidos de fazendas coloniais. Nesses locais, muitas vezes escondidos em meio à mata, os ex-escravos se organizavam para garantir sua subsistência e a reprodução da cultura de seus ancestrais africanos. No entanto, esses lugares eram frequentemente alvo da violência dos senhores de escravos brancos, que procuravam retomar o controle dos seus escravos foragidos.

O Quilombo dos Palmares, localizado no atual estado de Alagoas, é uma das mais famosas comunidades de escravos foragidos da nossa história.  Seu último líder foi Zumbi dos Palmares, nascido no quilombo, mas capturado por colonos portugueses quando ainda era criança.  Seu retorno aconteceu quando o governo da Capitania de Pernambuco negociava com as lideranças quilombolas sua submissão à Coroa Portuguesa. Por não concordar com essa proposta, Zumbi desafiou Ganga Zumba, então líder dos negros. Ganga Zumba acabaria envenenado por um aliado de Zumbi, que se tornou assim o governante da comunidade. No final do século17, o Quilombo foi alvo de diversos ataques de bandeirantes. Acabou sucumbindo aos poder bélico superior das tropas. Nesse período, Zumbi foi caçado e morto. Sua cabeça foi exibida em praça pública para desencorajar os outros escravos.

Desde a década de 70, a data do falecimento de Zumbi tem sido utilizada para relembrar as condições desumanas da escravidão no Brasil e as formas de resistência dos povos escravizados. Mais recentemente, leis estaduais e municipais criaram o feriado no dia 20 de novembro com o objetivo de valorizar a cultura negra e reconhecer a contribuição de ex-escravos e seus descendentes para a história . ( Maiko Rafael Spiess)
Ao final da discussão, para ampliar a compreensão da turma sobre as razões históricas do Dia da Consciência Negra, apresente o vídeo "Zumbi dos Palmares" produzido pela TV Câmara. Com subsídio do vídeo - que traz uma biografia de Zumbi -, você pode provocar a classe a fornecer respostas ainda mais completas sobre a importância de Zumbi como símbolo da consciência negra.

2º etapa Informe à turma que, para aprofundar o assunto e fazer uma conexão do passado com os dias de hoje, você propõe a organização de um painel sobre o tema. Organize os alunos em grupos e peça que façam uma pesquisa sobre um dos tópicos abaixo. A sugestão é que pesquisem na biblioteca da escola, em revistas e livros que você trouxer ou na internet.

1. Aspectos econômicos e sociais da escravidão no Brasil;
2. O  movimento abolicionista;
3. Importância da cultura negra no Brasil atual;
4. Personalidades negras ou mestiças na História do Brasil;
5. Populações descendentes dos quilombos (quilombolas)


Conforme a realidade da sua comunidade, proponha outros temas que julgue interessantes ou adequados. Apenas lembre-se que o objetivo principal é entender tanto as dificuldades históricas impostas pelo período escravagista no Brasil, quanto as contribuições dos povos afrodescendentes para a riqueza cultural do país.

3º etapa
Finalizada a pesquisa, peça que os adolescentes exponham o que encontraram - vale indagar quais elementos mais chamaram a atenção durante a investigação. Registre no quadro as informações mais relevantes, de modo a compor uma síntese. Aproveite que os estudantes estão familiarizados com o assunto para introduzir a análise das consequências da escravidão (e da resistência a ela) no nosso presente. Inicie debatendo as dificuldades impostas aos negros no Brasil. Algumas perguntas possíveis:
- Negros e brancos têm as mesmas oportunidades de educação e trabalho?
- Em geral, negros são mais atingidos por mazelas sociais como pobreza e violência?
- Qual é a relação entre os povos negros e mestiços e o restante da sociedade brasileira?
- Existe racismo no Brasil? É possível apontar situações em que ele ocorre?
- Há relações entre a escravidão e as desigualdades de hoje? Quais? 


Em seguida, encaminhe a discussão para situações que apontam transformações nesse panorama, como a visibilidade do ministro Joaquim Barbosa, o primeiro negro a se tornar presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro, e a recente aprovação das cotas raciais para o ingresso nas universidades públicas - medida defendida pelo movimento negro como uma forma de reparar o desequilíbrio social e histórico em relação ao acesso às oportunidades educacionais no Brasil. Pergunte à turma como essas mudanças se tornaram possíveis. Para se aprofundar na questão, você pode consultar o plano de aula Para entender as cotas nas universidades e o artigo da seção Educação em Debate, Cotas em universidades: um tema polêmico. Ressalte que a importância das lutas dos movimentos sociais para tornar efetiva a adoção desse tipo de medida.
Para complementar a conversa, leia com os estudantes o texto abaixo:
Condições atuais do negro no Brasil
De acordo com o IBGE, no ano de 2010"o Brasil contava com uma população de quase 191 milhões de habitantes, dos quais cerca de 15 milhões se declararam como pretos (7,6% do total) e 82 milhões como pardos (43,1% do total)". Somadas, essas duas parcelas da população representam aproximadamente metade do total dos brasileiros. Ou seja, não é exagero afirmar que metade dos habitantes do Brasil são, em alguma medida, descendentes de etnias africanas e possivelmente de antigos escravos.

No entanto, a necessidade atual de cotas raciais e outras ações afirmativas pode indicar que os melhores empregos, cargos públicos e oportunidades de formação ainda não são distribuídas de forma proporcional entre a população branca e negra. Por exemplo, ainda de acordo com dados do Censo 2010, os brancos dominam o mercado de trabalho qualificado e o acesso ao ensino superior: aproximadamente 31% da população branca frequentava a universidade; para pardos e negros, os percentuais são de apenas 13,4% e 12,8%, respectivamente.

De certa forma, ainda que a escravidão já tenha sido abolida há muito tempo, seus reflexos ainda podem ser percebidos pelas diferenças sociais significativas em um país absolutamente miscigenado. (Maiko Rafael Spiess)
Avaliação
Para a atividade final, peça que os grupos se reúnam mais uma vez e elaborem um texto que aponte as raízes do Dia da Consciência Negra e o que a data representa nos dias de hoje. O texto deve conter a fundamentação histórica para a data e indicar que ela está relacionada à necessidade de valorizar a cultura afro-brasileira e de debater a desigualdade racial no Brasil. Peça, ainda, que a turma comente propostas de outras medidas (como as cotas raciais) para reverter esse quadro. Com este exercício e também levando em conta as discussões feitas em sala, observe se os alunos concluíram a sequência didática com uma compreensão mais clara sobre a condição dos negros em nossa sociedade.

http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/plano-de-aula-sociologia-consciencia-negra-720953.shtml 

atividade para trabalhar o Dia da Consciência Negra.




IDADE: a partir de 4 anos.
TEMPO: de 20 a 40 minutos
ESPAÇO: sala de atividades
MATERIAL: cartolina, cola, tesoura e fotos de diferentes raças.
OBJETIVO: perceber a mistura de raças existente no Brasil e que a maioria das crianças é fruto dessa mistura.
PROCEDIMENTOS:
Comece a atividade pedindo que as crianças perguntem aos pais de onde eles vieram, e qual a nacionalidade dos antepassados. Na aula seguinte, proponha uma conversa sobre o assunto, com cada um contando como são seus pais e avós. Caso as crianças não conheçam algum de seus familiares, não há problema. Eles devem falar sobre aqueles com quem têm contato. É importante que você se certifique dos casos mais delicados, pois pode ser que alguma família não queira tocar assunto. Consulte os responsáveis antes para saber como abordar o tema. Depois, peça às crianças para procurarem gravuras de diversas raças em revistas e jornais. Com a ajuda da professora colem as gravuras em uma cartolina. para quem não encontrou as gravuras proponha um desenho representando as diferentes raças.
Depois, os trabalhos vão para uma exposição.

SUGESTÕES:
O professor também, pode fazer uma leitura de alguns contos que abordam sobre as diferenças raciais. Após o conto, o professor aborda com os alunos sobre o tema em destaque. O professor ainda poderá utilizar bonecas(os) que representam as diferenças raciais para abordar sobre o tema.

SUGESTÕES DE CONTOS PARA ABORDAR O TEMA: O Patinho Feio, Menina Bonita do Laço de Fita.

Atividade: Consciência Negra



Tema: Consciência Negra

ATIVIDADE PERMANENTE

Não ao preconceito

Objetivos
- Estimular o respeito à diversidade.
- Formar cidadãos preocupados com a coletividade.

Tempo estimado
O ano todo.

Materiais necessários
Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas, linha, agulha, botões, papel, lápis de cor e giz de cera.

Desenvolvimento
Atividade 1
Reúna a turma em círculo para ouvir você ler histórias que tratem da diversidade e valorizem o respeito à diferença. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.

Atividade 2
Convide os pais para fazer, junto com os filhos, uma oficina de bonecos negros. Ofereça o material necessário.
Depois de prontos, deixe-os à disposição na sala para as brincadeiras ou organize um revezamento para que as crianças possam levá-los para casa.
Os pequenos criam laços com esses objetos e se reconhecem neles.

Atividade 3
Um dos problemas enfrentados pelas crianças negras é relacionado aos cabelos. Não é difícil ouvir algumas falando que gostariam de tê-los lisos.
Mexer nos cabelos e trocar carinho é uma forma de cuidar delas, romper possíveis barreiras de preconceitos e aprender que não existe cabelo ruim, só estilos diferentes. Sugira que a turma desenhe em uma folha os diferentes tipos de cabelos (textura, cor etc.) que existem.

Atividade 4
Peça pesquisas sobre a história de alimentos e músicas de diversas origens. Planeje momentos de degustação e de escuta. As aulas de culinária são momentos ricos para enfocar heranças culturais dos vários grupos que compõem a sociedade brasileira. Conhecer músicas em diferentes línguas é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. Isso se aplica a todas as formas de arte.

Avaliação
Observe em brincadeiras e falas se as crianças aceitam bem a diversidade e se todos valorizam suas origens e a auto-imagem.

 Lucimar Rosa Dias
Do Ministério da Educação.
Waldete Tristão Farias Oliveira
Formadora de professores, de São Paulo.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/nao-ao-preconceito-428197.shtml.

Veja outras atividades com o tema Consciência Negra



Atividades desenvolvidas com o tema "Consciência Negra"













Algumas atividades desenvolvidas com a minha turminha Maternal II A/D com o tema "Consciência Negra".
Foram contadas alguns contos infantis e, posteriormente, retratadas por meio de desenhos/ pinturas. (2014).

Histórias africanas


                                  A lenda do tambor africano                                                                                                                                      Reconto de Robson A. Santos

Dizem lá na Guiné-Bissau que a primeira viagem à Lua foi feita por um macaquinho de nariz branco que queria trazê-la para a Terra.
Vários macacos haviam tentado, mas nenhum conseguia alcançar a Lua. Certo dia, um deles teve a ideia de formar uma grande torre, em que um macaquinho escalaria o outro. E assim fizeram. Um foi montando nas costas do outro até conseguirem chegar à Lua. Mas, quando finalmente chegaram lá, a pilha de macacos se desequilibrou e desmoronou. O último macaquinho, porém, ficou pendurado na Lua, com medo de cair. Com pena, a Lua deu-lhe a mão para que ele subisse até ela.
Eles rapidamente se entrosaram, e um gostou muito do outro. Assim, o macaco de nariz branco ficou morando com a Lua, até que começou a sentir saudade de casa. Então, ele foi até ela e pediu para voltar ao seu país. A Lua permitiu, e deu-lhe de presente um tamborzinho. Ela amarrou o macaco e o presente em uma corda, por onde desceriam até chegar ao solo. Mas a Lua lhe fez um pedido: que ele tocasse o tamborzinho bem forte quando chegasse na Terra, para que ela, então, cortasse a corda. Mas ele só deveria tocar o instrumento quando estivesse seguro. Porém, ao começar a descer, o macaquinho, curioso, não resistiu e começou a tocar o tambor.
Pensando que o macaco já havia chegado, a Lua cortou a corda. O macaquinho despencou, se esborrachando no chão. Machucado, chamou uma moça que por ali passava e entregou-lhe o tamborzinho, pedindo que o entregasse aos homens de seu país. A moça o fez, e foi assim que, na África, começaram- -se a ouvir os primeiros toques do tambor.
fonte: sugestão  retirada  da revista Guia Prático para professores de educação infantil
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/93/artigo191657-2.asp

 Conto africano: A tartaruga e o elefante
              Reconto de Robson A. Santos
Lá pelas terras distantes da África, na região do Benin, as mães contam esta história para seus filhos. Esta história chegou ao Brasil no colo de uma boneca africana (não me perguntem como, só sei que foi assim que aconteceu). Prestem atenção na história que eu vou contar!
Certa vez, a tartaruga, que era muito astuta e arteira, resolveu pregar uma peça no elefante. Espalhou para todos da cidade que ela chegaria ao povoado montado nas costas do elefante, como se ele fosse o seu cavalo. Todos riram e acharam que desta vez a tartaruga levaria a pior.
Com um plano na cabeça, a tartaruga foi até a floresta procurar o elefante que se encontrava calmamente tomando seu banho matinal.
— Olá, compadre elefante! Muito bom dia! Sabe o que andam dizendo de você lá no povoado?
— Bom dia, comadre tartaruga. Não sei! O que andam dizendo?
— Que você não entra lá porque e muito grande e desajeitado e tem medo de estragar alguma coisa.
— Ora, mas que desaforo. Não entro lá porque nem sei como chegar ao povoado.
— Pois vamos resolver isso agora! Eu te mostro o caminho. Assim quando você chegar lá todos ficarão com a cara no chão. O elefante aceitou a oferta e se pôs a seguir a tartaruga até o povoado. Andaram bastante até que a malandra disse:
— Ai, compadre, estou muito cansada. Bem que você podia me dar uma carona em suas costas, né? Pelo seu tamanho nem vai sentir meu peso. E o elefante colocou a tartaruga em suas costas e chegou à entrada do povoado.
— Olha, compadre, vamos fazer uma brincadeira com a gente do povoado. Quando eu coçar suas costas você corre e quando eu colocar minhas unhas em suas costas, você empina e com isso todos ficarão deslumbrados.
E o elefante aceitou o combinado e assim fizeram entre corridas e pulos pelas ruas do povoado. Tudo ia bem, com os dois rindo à vontade, até que a tartaruga deixou escapar:
— Não falei que entraria no povoado montado em meu cavalinho? - e ria para todos que a olhavam espantados.
— Ei! - disse o elefante - Por acaso eu sou o seu cavalinho? Você me enganou!
E pegou a tartaruga com sua tromba e começou a ameaçá-la:
— Pois agora eu vou te jogar naquela pedreira e você vai ver só!
— Pode me jogar que eu tenho a casca dura e nada vai me acontecer.
— Ah é! Pois então vou te jogar naquele lodaçal, no meio da lama...
— Na lama não, por favor. Na lama não, que tenho medo de me afogar.
— Pois é para lá que você vai!
E jogou a tartaruga na lama. Na mesma hora em que ela afundou, já subiu rindo da cara do elefante.
— Aqui é o lugar onde eu gosto de ficar. E ria da cara do elefante. Ele bem que tentou pisar nela, mas só conseguiu sujar suas patas. Ele pisava de um lado, ela aparecia do outro. Ele pisava do outro lado e ela aparecia em outro lugar. Fez isso um tempão até que se cansou e voltou para a floresta, de cabeça baixa.
Quando chegou à floresta contou para os outros elefantes o que havia acontecido e eles ainda riram dele, dizendo que ele não devia ter confiado na tartaruga.
E desde então elefantes e tartarugas não são lá muito amigos e depois dessa presepada os elefantes quase nem aparecem no povoado, pois ficaram com vergonha.

 Vamos fazer a boneca africana que trouxe essa história para o Brasil?




Boneca de miçangas
Materiais:
★Frasco de iogurte
★ Tinta acrílica preta
★ Pincel
★ Bola de isopor
★ Fio de silicone ou elástico bem fininho
★ Miçangas
★ Olho móvel
★ Lã preta

1.Pinte o frasco e a bola de isopor com a tinta preta. 
2. Faça várias pulseiras de miçangas e coloque-as no frasco. 
3. Na bola de isopor já pintada, cole a lã imitando o cabelo. 
4. Cole os olhos, a boca e o nariz e cole a cabeça no corpo.
Sugestões retiradas da Revista Guia Prático para professores de educação infantil

texto/atividades Consciência Negra

atividade consciência e respeito com as diferenças de gênero




CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS: 1. O eu, o outro e o nós; 2. Corpo, gestos e movimentos; 3. Traços, sons, cores e formas;  4. Escuta, fala, pensamento e imaginação; 5. Espaço, tempo, quantidades, relações e transformações 

CONTEÚDOS
: contos infantis, cantigas infantis, cores e Consciência Negra.

OBJETIVO GERAL:

Despertar a importância do respeito as diferenças de raças e gênero levando os alunos a conhecer os valores éticos e morais em nossa sociedade.

HABILIDADES:

- conhecer as cores;
- adquirir a consciência e a importância do respeito com as diversas etnias, cor e sexo;
- interagir com os colegas através de contos infantis e brincadeiras;
- desenvolver a expressão corporal através das cantigas infantis.

METODOLOGIA:

As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com a interação professor e aluno. Algumas atividades serão desenvolvidas em sala e outras no pátio da instituição.

ATIVIDADES DA SEMANA:

1º DIA

1º momento: roda da conversa, conto infantil ( Menina Bonita do Laço de Fita).
2º momento: confecção do painel da menina bonita

Folha de S.Paulo - Educação - Principal

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