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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Diferenças entre Piaget, Vygotsky e Wallon


Jean PIAGET

Pesquisar como alguém incorpora um novo conhecimento, como o constrói foi o pontapé inicial de sua “teoria”. Postula que ao se deparar com algo novo, o indivíduo tenta remetê-lo a qualquer coisa com que já tenha tido contato, que já conheça. Imaginemos que nossa cabeça fosse um gavetão de arquivos, com várias pastas suspensas (que antigo, isto nem é mais usado!) onde categorizamos tudo aquilo que sabemos. Assim que temos contato com algo novo, é como se abríssemos este gavetão para procurarmos algo similar, parecido, nas pastas suspensas (categorias) que já possuímos, mas não encontramos nada similar. A esta primeira estranheza do novo, Piaget nomeou assimilação, isto é, reconhecer alguma coisa como diferente do que eu já conheço. A partir deste reconhecimento, do contato com a novidade, da experimentação, o indivíduo refina seus conhecimentos e incorpora uma nova informação, o que proporciona a criação de um novo conceito, nova categoria, o surgimento de uma nova pasta suspensa em nosso gavetão (ou a criação de uma subpasta). A esta nova partição criada, organizada, sistematizada Piaget chama de esquema. Incorporado novo esquema mental, assume-se a acomodação, que define um conhecimento aprendido, incorporado, introjetado.

Vejamos um exemplo:
Uma criança de dois anos e meio conhece diferentes cachorros: pretos, marrons, brancos, de pequeno, médio e grande portes, manchados, lisos, de pelo curto, de focinhos gelados, rabos grandes, etc. Já tem criado em seu gavetão o esquema mental “cachorro”. Numa determinada situação esta criança se depara com um cavalo. Abre seu gavetão mental e procura algo similar. O que tem de mais parecido é o “cachorro”. Neste momento chama o cavalo de “cachorro gigante, ou mamãe cachorro que comeu demais”, entre outras hipóteses. O que importa é que ela tentará “ligar” o cavalo aos animais que já conhece. Como seu repertório é pequeno, precisará lançá-lo ao conhecido: o cachorro. A intervenção de alguém mais experiente é essencial: é ele quem possibilitará novo olhar para este pseudo-cachorro, com perguntas que permitam desafios, problemas para a criança:
– Este animal é mesmo um cachorro? Perceba seu focinho. É igual ao do cachorro? E seu corpo, já tinha visto um cachorro deste tamanho? E as unhas? O rabo é do mesmo tamanho? Etc.
Enfim, questionamentos simples farão com que a criança perceba que este já não se trata de um cachorro, que ele não se enquadra neste esquema mental. Isto representa assimilação.
Depois de algumas experiências com cavalos, desenhos, leituras, visualizações, comparações a criança conseguiu criar nova categoria – cavalo. O reconhecimento do cavalo equivale ao conceito de acomodação. Agora a criança já sabe o que é cavalo e o que é cachorro.
Toda esta seqüência acontecida, do olhar algo novo a apreendê-lo, é o definido como processo de equilibração, para Piaget. Recapitulando:

1.Criança conhece cachorro – está na chamada zona de equilíbrio, de conforto.
2. É apresentada a um cavalo – tenta categorizá-lo como cachorro, mas não consegue, é diferente – zona de desequilíbrio, de desconforto.
3. De tantas experiências com um cavalo, aprende a categorizá-lo – zona de equilíbrio, de conforto novamente.
A função do professor nesta perspectiva é “desequilibrar os esquemas mentais do aluno”, oferecer desafio compatível àquilo que conhece. É necessário um mecanismo contínuo de sondagem dos conhecimentos prévios dos alunos para perceber necessidades de intervenção.
Piaget organizou também os chamados estágios de desenvolvimento, que determinam o nível maturacional da criança, quais suas apropriações de acordo com seu tempo. Suas principais características:

1º período: Sensório-motor (0 a 2 anos)
§  Período de percepção, sensação e movimento.
§  É regido pela inteligência prática.

2º período: Pré-operatório (2 a 7 anos)
§  Função simbólica – linguagem – comunicação
§  Egocentrismo (reconhece, assume, percebe o seu ponto de vista)
§  Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação – finalismo
§  Jogo simbólico = faz de conta, imaginário
§  Animismo – características humanas a seres inanimados
§  Realismo – materializar suas fantasias
§  Artificialismo – explicar fenômenos da natureza através de atitudes humanas

3º período: Operações concretas (7 a 11 ou 12 anos)
§  Reorganiza, interioriza, antecipa ações
§  Diferencia real e fantasia
§  Estabelece relações e admite diferentes pontos de vista
§  Tem noções de tempo, velocidade, espaço, causalidade

4º período: Operações formais (11 ou 12 anos em diante)
§  Esquemas conceituais abstratos
§  Valores pessoais


Lev Semenovitch VYGOTSKY

Vygostsky tem como palavra-chave interação social, o que implica dizer que o desenvolvimento do indivíduo se dá através da relação com o outro, com o mundo.
O conceito de mediação simbólica trata do conceito de intermediação, da relação homem-mundo, que acontece através de duas formas:
a) Instrumentos: objetos, ferramentas criadas pela necessidade de intervenção do homem no mundo – ação. Se toda produção do homem é cultura, a encara como alargadora de possibilidades. Exemplo: o homem precisava percorrer grandes distâncias, inventou o avião, o navio, claro que o que não está em questão é o tempo que se levou para a constituição final destas invenções, mas sim, da necessidade atendida através da idealização.
b) Signos / símbolos: são representações. Exemplo: o símbolo de masculino e feminino. Sentido, significado objetivo. Esta é a primeira categoria. Na segunda, os símbolos demandam abstrações mais elaboradas, internalizadas, reflexivas. Exemplos: noção de tempo. E quando dizemos a palavra mesa. Uma pessoa que escuta já traz em sua memória um desenho qualquer de mesa, a idéia do que é uma mesa, para que ela serve.
A linguagem, contemplada como instrumento do pensamento, tem duas funções:
Comunicação: expressão, intercâmbio social.

Categorização: de classificação, conceituação do mundo: representa inteligência prática.

Zona de desenvolvimento proximal
Conceitos atrelados: conhecimento real e conhecimento potencial
Conhecimento real é aquele em que há o domínio, aquilo que se conhece, sabe, articula. É passado. Exemplo: sei fazer arroz.

Conhecimento potencial é aquele que se pode dominar com a ajuda de outro mais experiente, por exemplo: apesar de saber fazer arroz, só consigo fazer risoto com a ajuda de minha avó, pois ela organiza toda a seqüência da receita para que eu não me perca.

A distância entre o conhecimento real e o conhecimento potencial é chamada de zona de desenvolvimento proximal. É o “lugar imaginário” onde o professor deve atuar no aluno. Se tivermos 42 alunos numa sala de aula, teremos 42 z.d.ps diferentes.

Henri WALLON

Defendeu a ideia da compreensão da criança completa, concreta, contextualizada, vista de forma integral, isto é, não mais encarada como um adulto em miniatura, mas sim, como um ser numa etapa de especificidades. Segundo ele são quatro os campos funcionais que visualizam a criança de modo “integrado”:

1. As emoções: manifestação afetiva, relação = interação criança e meio onde está inserida.

2. O movimento: primeiro sinal de vida psíquica. Vislumbrada em duas dimensões:
a) expressiva: base das emoções, de expressão.
b) instrumental: ação direta sobre o meio físico, concreto. Voluntário.
3. A inteligência1º momento = sincretismo = misturar as coisas, confusão = não separa qualidade do objeto. Exemplo: criança de dois anos que tem um colega cujo nome da mãe é o mesmo da sua, não aceita a idéia (o nome Maria é da sua mãe, não da mãe do outro).
Com as experimentações da criança sobre o mundo, progressivas diferenciações ocorrem, o que proporciona o ampliar de seu repertório de categorizações. Isto não quer dizer que nunca mais, após a infância, estejamos sujeitos ao “sincretismo”. As grandes invenções, as diferentes idéias surgem de momentos de sincretismo, de mistura, de confusão, de possibilidades, de criatividade.
2º momento = pensamento categorial = conceitual (acontece na idade escolar) possibilidade de pensar o real por meio de categorias, diferenciações, classificações.

4. A contrução do “eu” como pessoa: Como constrói a consciência de si.  Inicialmente o indivíduo está na fusão emocional – No útero materno, necessidades alimentares ou posturais têm satisfação automática. Pós nascimento mamãe e bebê ainda são encarados como um todo, o que representa para WALLON alto grau de sociabilidade – ela e outro = um só, para depois o indivíduo perceber-se enquanto único, o que nomeia processo de individuação.

É caracterizado de duas formas:
– imitação do outro = maneira de “incorporar o outro”, o outro como modelo, referência.

– negação do outro = para perceber o limite “eu-outro” manifesto meu ponto de vista através de condutas de oposição, o que representa a expulsão do outro em si mesmo.

Picos desta constituição acontecem com 3 e 13 anos, aproximadamente, apesar da considerar que esta diferenciação “eu-outro” nunca é completa, total, ocorre durante toda a vida.
Pode-se assumir, segundo WALLON que a relação destes quatro campos funcionais não é sempre de harmonia, mas sim, de conflito.
Referências:

WALLON, HENRI. A EVOLUÇÃO PSICOLÓGICA DA CRIANÇA; SÃO PAULO, 2007.
VIGOTSKI, L.S. A FORMAÇÃO SOCIAL DA MENTE; SÃO PAULO; 2007.
PIAGET, Jean. A construção do real na criança. 2ª edição. Rio de Janeiro, Zahar, 1974.
PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro, Zahar, 1971.
PIAGET, Jean. A linguagem e o pensamento na criança. 3ª ed. Rio de Janeiro,  Fundo de Cultura, 1973.
PIAGET, J. & GRÊCO, Pierre. Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro, Freitas Bastos,  1974.
LA TAULLE, Y. A dimensão ética na obra de Piaget. Série Idéias n. 20. São Paulo: FDE, 1994.p. 75-82.


domingo, 12 de agosto de 2018

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Cartaz Dia dos Pais

Atividade com o tema "Dia dos Pais", desenvolvida de forma coletiva com a turma do Maternal II (2018).

quinta-feira, 26 de julho de 2018

plano de aula: Influências culturais da África

Objetivos
Conhecer e vivenciar produções culturais brasileiras com influências africanas.

Conteúdos
- Heranças culturais africanas e brasileiras.
- Música, dança e brincadeiras.

Anos
Pré-escola.

Tempo estimado
Dois meses.

Material necessário
Livros, revistas, imagens, material para registro, CDs com músicas africanas e brasileiras, tecidos, instrumentos musicais e mapas.

Desenvolvimento
1ª etapa
Apresente músicas brasileiras de ritmos de origem africana (como o samba e o maracatu) e converse com as crianças sobre elas: já conhecem? Se parecem com algo que já ouviram? Gostam ou não? Por quê? Explique que essas músicas têm origem em um continente chamado África, separado do Brasil pelo oceano Atlântico. Para comparar, escute com o grupo outra música (escolha, agora, uma canção tradicional africana). Questione: ela se parece com a que ouvimos antes? Peça, ainda, que a turma leve livros, fotos e outros registros do continente. Você também deve preparar a mesma pesquisa.

2ª etapa
Explore os materiais trazidos em uma roda de conversa. Foque a discussão nos costumes dos grupos que serão estudados: vestimentas, alimentos, música, dança, brincadeiras etc. Lembre-se de mostrar o globo terrestre para que se aproximem da ideia do que é um continente ou país.

3ª etapa
Forme grupos e sugira que cada um aprofunde a pesquisa em um dos temas levantados. Explique que o objetivo é obter mais informações sobre costumes dos povos africanos e que cada grupo deve mergulhar em um assunto específico, procurando mais informações em livros, internet, vídeos e outras fontes de informação. Peça ainda que reflitam: quais das práticas levantadas também acontecem no Brasil? De que jeito? Como forma de registro, proponha a criação de um painel coletivo para reunir as informações, garantindo que possam ser consultadas por todos sempre que necessário.

4ª etapa
Leve para a sala instrumentos musicais de origem africana, como agogô, caxixi e alfaia e mostre às crianças as maneiras de tocá-los. Apresente também coreografias de danças africanas, como o jongo, para que a turma possa praticar - o uso de DVDs de referência com os principais passos é um bom recurso didático. Lembre-se de que essa etapa, que deve durar alguns dias, exige que você se prepare previamente para conhecer instrumentos e danças.

Avaliação
Para avaliar o aprendizado dos procedimentos de música e dança, observe o desempenho da turma ao longo das atividades, prestando atenção especialmente na evolução, na parte rítmica. Para verificar conteúdos conceituais (como é a África, onde se localiza etc.), avalie a participação da classe nas rodas de conversa e na construção do painel coletivo, procurando perceber se cada criança levanta hipóteses, ouve a contribuição dos outros e registra no mural suas descobertas.
fonte: (http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/influencias-culturais-africa-466969.shtml).

Projeto didático: Sítio do Pica Pau Amarelo


PROJETO  DIDÁTICO
 “Sítio do Pica Pau Amarelo”


INSTITUIÇÃO: 
TURMA: Maternal II A/D
TURNOS: Matutino e Vespertino
PROFESSORAS: Claudia de O. Andrade 
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: 
DIREÇÃO: 
INICIO DO PROJETO:   
TÉRMINO DO PROJETO: 

EIXOS DE CONHECIMENTO: Linguagem oral/Escrita, Movimento, Natureza/Sociedade.

CONTEÚDOS: contos infantis (Monteiro Lobato), coordenação motora fina/grossa, personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo, cantigas infantis, sentimentos, valores culturais,  vida  urbana e rural, cores e expressão corporal. 

 JUSTIFICATIVA
O referido tema foi escolhido pela importância da obra de Monteiro Lobato e pelas amplas possibilidades que o mesmo oferece para o desenvolvimento da imaginação, do faz de conta e o trabalho em diferentes áreas do conhecimento. O professor deve saber aproveitar o atraente, rico e variado mundo dos contos infantis  como fonte inesgotável de motivação didática e de elevada importância pedagógica. Outra experiência importante que resulta o trabalho pedagógico  relacionado com o tema deste projeto didático, é o encontro de diferentes culturas (zona rural/zona urbana), diversidade do clima, alguns personagens folclóricos etc. O Sítio do Pica Pau Amarelo, de Monteiro Lobato,  que é considerado um dos mais importante autor de literatura infantil no Brasil, atravessou gerações e é uma das obras mais amadas da literatura infanto-juvenil brasileira, pois possibilita a mágica infantil.
Monteiro Lobato escreveu livros infantis de sucesso, com seu grupo de personagens que vivem histórias variadas: Emília, Narizinho, Pedrinho, Marquês de Rabicó, Conselheiro, Quindim, Visconde de Sabugosa, Dona Benta, Tia Nastácia, Tio Barnabé, Cuca, Saci, etc. Os personagens principais moram ou passam boa parte do tempo no sítio pertencente à avó dos garotos, batizado com o nome de Pica Pau Amarelo.
Portanto, cabe ao professor de Educação Infantil estimular o hábito de contar/recontar histórias e ampliar o universo folclórico utilizando-se da  obra de Monteiro Lobato este fim, desenvolvendo dessa forma  a linguagem oral/escrita, estimulando a criatividade e a vivência do mundo do faz-de-conta.

OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos estudantes o contato com a obra de Monteiro Lobato e os personagens do Sítio do Pica- Pau Amarelo  ajudando-os a perceber o quanto podem aprender de forma prazerosa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·         Conhecer a biografia do escritor Monteiro Lobato;
·         Estimular o gosto pela leitura;
·         Promover reflexão sobre sentimentos e valores;
·         Desenvolver e estimular a imaginação e o Faz de Conta;
·         Estimular a criatividade;
·         Resgatar obras literárias ligadas ao universo infantil;
·         Desenvolver a expressão de opiniões acerca dos assuntos relacionados ao tema;
·         Aprender a registrar descobertas;
·          Desenvolver a percepção auditiva e visual através de vídeos, cantigas e contos; infantis ilustrados;
·          Produzir diversas técnicas plásticas tais como: desenho, modelagem, colagem e pinturas; através das parlendas;
·         Desenvolver a coordenação motora fina/grossa;
·         Desenvolver a sociabilização.
- Principais características da vida urbana/rural. 

METODOLOGIA (estratégias de ensino)

As crianças vivenciarão experiências pedagógicas voltadas ao tema que instigarão a busca por informações e levarão todas a pensar sobre as histórias e, assim, construir conhecimentos.  Todos os estudantes desenvolverão, por meio do tema, as capacidades previstas para a referida  faixa etária em todas as áreas do conhecimento. Além disso, o tema oferecerá amplas oportunidades para o aprendizado de conceitos, procedimentos e valores, resultantes das rodas de conversa sobre as histórias ouvidas e as atitudes e ações dos personagens
Algumas atividades serão desenvolvidas em sala e outras extra sala.
Durante o desenvolvimento deste projeto os estudantes realizarão diversas atividades tais como: pintura, colagem,  pontilhados e brincadeiras.
O projeto será acompanhado por meio de planejamento de ensino semanal com o acompanhamento da Coordenação Pedagógica.

ATIVIDADES:
- brincadeiras dirigidas (esconde-esconde, roda, bonecas, carrinhos etc.)
- roda dos contos de Monteiro Lobato.
- teatro;
- vídeo Sítio do Pica Pau Amarelo;
- pinturas/colagens dos personagens do Sítio do Pica Pau Amjarelo no papel pardo e sulfite;
-mural com os personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo de forma coletiva ;
-quebra-cabeça dos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo.

 RECURSOS DIDÁTICOS:

CDs, aparelho de som, cartolinas, pincéis atômicos, giz de cera, tesoura, DVD, aparelho de televisão, gravuras, livros didáticos, livros de parlendas, máquina digital, papel manilha etc.

AVALIAÇÃO:
Será por meio de registro por parte do professor(a) de cada estudante do desenvolvimento da aprendizagem frente as atividades individuais e coletivas propostas durante a realização do projeto em destaque.


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