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sábado, 12 de maio de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
O conceito de afetividade de Henri Wallon
O conceito de afetividade de Henri Wallon
Henri Wallon inovou ao colocar a afetividade como um dos aspectos centrais do desenvolvimento
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Por: Fernanda Salla

Quando uma mãe abre os braços para receber um bebê que dá seus primeiros passos, expressa com gestos a intenção de acolhê-lo e ele reage caminhando em sua direção. Com esse movimento, a criança amplia seu conhecimento e é estimulada a aprender a andar. Assim como ela, toda pessoa é afetada tanto por elementos externos - o olhar do outro, um objeto que chama a atenção, uma informação que recebe do meio - quanto por sensações internas - medo, alegria, fome - e responde a eles. Essa condição humana recebe o nome de afetividade e é crucial para o desenvolvimento. Diferentemente do que se pensa, o conceito não é sinônimo de carinho e amor (leia o resumo no quadro abaixo). "Todo ser humano é afetado positiva e negativamente e reage a esses estímulos", explica Abigail Alvarenga Mahoney, pesquisadora convidada do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação: Psicologia da Educação, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Grandes estudiosos, como Jean Piaget (1896-1980) e Lev Vygotsky (1896-1934), já atribuíam importância à afetividade no processo evolutivo, mas foi o educador francês Henri Wallon (1879-1962) que se aprofundou na questão. Ao estudar a criança, ele não coloca a inteligência como o principal componente do desenvolvimento, mas defende que a vida psíquica é formada por três dimensões - motora, afetiva e cognitiva -, que coexistem e atuam de forma integrada. "O que é conquistado em um plano atinge o outro mesmo que não se tenha consciência disso", diz Laurinda Ramalho de Almeida, vice-coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação, da PUC-SP. No exemplo dado, ao andar, o bebê desenvolve suas dimensões motora e cognitiva, com base em um estímulo afetivo. Um olhar repressor da mãe poderia impedi-lo de aprender.
Wallon defende que o processo de evolução depende tanto da capacidade biológica do sujeito quanto do ambiente, que o afeta de alguma forma. Ele nasce com um equipamento orgânico, que lhe dá determinados recursos, mas é o meio que vai permitir que essas potencialidades se desenvolvam. "Uma criança com um aparelho fonador em perfeitas condições, por exemplo, só vai desenvolver a fala se estiver em um ambiente que desperte isso, com falantes que possam ser imitados e outros mecanismos de aprendizagem", explica Laurinda (saiba mais no trecho de livro na página seguinte).
Assim como Piaget, Wallon divide o desenvolvimento em etapas, que para ele são cinco: impulsivo-emocional; sensório-motor e projetivo; personalismo; categorial; e puberdade e adolescência. Ao longo desse processo, a afetividade e a inteligência se alternam. No primeiro ano de vida, a função que predomina é a afetividade. O bebê a usa para se expressar e interagir com as pessoas, que reagem a essas manifestações e intermediam a relação dele com o ambiente. Depois, na etapa sensório-motora e projetiva, a inteligência prepondera. É o momento em que a criança começa a andar, falar e manipular objetos e está voltada para o exterior, ou seja, para o conhecimento. Essas mudanças não significam, no entanto, que uma das funções desaparece. Como explica Izabel Galvão no livro Henri Wallon: Uma Concepção Dialética do Desenvolvimento Infantil, "apesar de alternarem a dominância, afetividade e cognição não são funções exteriores uma à outra. Ao reaparecer como atividade predominante, uma incorpora as conquistas da anterior".
As três manifestações da afetividade
Wallon mostra que a afetividade é expressa de três maneiras: por meio da emoção, do sentimento e da paixão. Essas manifestações surgem durante toda a vida do indivíduo, mas, assim como o pensamento infantil, apresentam uma evolução, que caminha do sincrético para o diferencial. A emoção, segundo o educador, é a primeira expressão da afetividade. Ela tem uma ativação orgânica, ou seja, não é controlada pela razão. Quando alguém é assaltado e fica com medo, por exemplo, pode sair correndo mesmo sabendo que não é a melhor forma de reagir.
O sentimento, por sua vez, já tem um caráter mais cognitivo. Ele é a representação da sensação e surge nos momentos em que a pessoa já consegue falar sobre o que lhe afeta - ao comenta um momento de tristeza, por exemplo. Já a paixão tem como característica o autocontrole em função de um objetivo. Ela se manifesta quando o indivíduo domina o medo, por exemplo, para sair de uma situação de perigo. .
Pelo fato de ser mais visível que as outras duas manifestações, a emoção é tida por Wallon como a forma mais expressiva de afetividade e ganha destaque dentro de suas obras. Ao observar as reações emotivas, ele encontra indicadores para analisar as estratégias usadas em sala de aula (leia a questão de concurso acima). "Se o professor consegue entender o que ocorre quando o aluno está cansado ou desmotivado, por exemplo, é capaz de usar a informação a favor do conhecimento, controlando a situação", explica Laurinda. Não é possível falar em afetividade sem falar em emoção, porém os dois termos não são sinônimos. Na próxima reportagem da série, você vai conhecer mais a fundo as teorias de Wallon sobre essa importante expressão, tida como o primeiro recurso de interação do indivíduo com o meio.
Trecho de livro
"O espaço não é primitivamente uma ordem entre as coisas, é antes uma qualidade das coisas em relação a nós próprios, e nessa relação é grande o papel da afetividade, da pertença, do aproximar ou do evitar, da proximidade ou do afastamento."
Henri Wallon no livro Do Ato ao Pensamento
Neste trecho, Wallon mostra que a afetividade está sempre presente em todos os momentos, movimentos e circunstâncias de nossas ações, assim como o ato motor e a cognição. O espaço permite a aproximação ou o retraimento em relação a sensações de bem-estar ou mal-estar. É importante saber o que a escola, a sala de aula, a distribuição das carteiras e a organização do ambiente provocam nos alunos: abraço ou repulsa.
Consultoria Abigail Alvarenga Mahoney
Questão de concurso
Prefeitura Municipal de Alagoinha, PB, 2010
Concurso para Professor de Ciências
Julgue os itens abaixo como verdadeiro ou falso segundo a classificação dos objetivos de ensino no que se refere aos domínios.
I ( ) O professor deve dar mais importância ao desenvolvimento intelectual do que aos aspectos afetivos e psicomotores.
II ( ) Dependendo do contexto e das pessoas que partilham uma relação social, o significado e a manifestação das emoções mudam.
III ( ) Na sala de aula, deve-se planejar o desenvolvimento da inteligência e deixar que o da afetividade e o psicomotor aconteçam espontaneamente.
IV ( ) Na aprendizagem devem ser considerados os domínios cognitivo, afetivo e psicomotor.
A sequência correta é:
a) F-F-F-V
b) F-V-V-F
c) V-F-F-V
d) F-V-F-V
e) V-V-V-F
Resposta correta: D
Comentário
As alternativas verdadeiras são a II e a IV. A II confirma que as circunstâncias em que ocorrem as relações sociais numa sala de aula alteram as emoções predominantes. A IV traduz o princípio da integração da vida psíquica proposto por Wallon. A III está errada, pois, ao planejar o conteúdo e desenvolvê-lo, interferimos no afetivo e no motor. Já a I, apesar de o concurso considerar errada, pode ser aceita se entendermos que a principal função docente é promover o aprendizado do conteúdo (cognição).
Consultoria Abigail Alvarenga Mahoney
Concurso para Professor de Ciências
Julgue os itens abaixo como verdadeiro ou falso segundo a classificação dos objetivos de ensino no que se refere aos domínios.
I ( ) O professor deve dar mais importância ao desenvolvimento intelectual do que aos aspectos afetivos e psicomotores.
II ( ) Dependendo do contexto e das pessoas que partilham uma relação social, o significado e a manifestação das emoções mudam.
III ( ) Na sala de aula, deve-se planejar o desenvolvimento da inteligência e deixar que o da afetividade e o psicomotor aconteçam espontaneamente.
IV ( ) Na aprendizagem devem ser considerados os domínios cognitivo, afetivo e psicomotor.
A sequência correta é:
a) F-F-F-V
b) F-V-V-F
c) V-F-F-V
d) F-V-F-V
e) V-V-V-F
Resposta correta: D
Comentário
As alternativas verdadeiras são a II e a IV. A II confirma que as circunstâncias em que ocorrem as relações sociais numa sala de aula alteram as emoções predominantes. A IV traduz o princípio da integração da vida psíquica proposto por Wallon. A III está errada, pois, ao planejar o conteúdo e desenvolvê-lo, interferimos no afetivo e no motor. Já a I, apesar de o concurso considerar errada, pode ser aceita se entendermos que a principal função docente é promover o aprendizado do conteúdo (cognição).
Consultoria Abigail Alvarenga Mahoney
Resumo do conceito
AfetividadeElaborador: Henri Wallon (1879-1962)
O termo se refere à capacidade do ser humano de ser afetado positiva ou negativamente tanto por sensações internas como externas. A afetividade é um dos conjuntos funcionais da pessoa e atua, juntamente com a cognição e o ato motor, no processo de desenvolvimento e construção do conhecimento.
O termo se refere à capacidade do ser humano de ser afetado positiva ou negativamente tanto por sensações internas como externas. A afetividade é um dos conjuntos funcionais da pessoa e atua, juntamente com a cognição e o ato motor, no processo de desenvolvimento e construção do conhecimento.
Referência:
https://novaescola.org.br/conteudo/264/0-conceito-de-afetividade-de-henri-wallon
sexta-feira, 13 de abril de 2018
PIAGET E VYGOTSKY - DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS
PIAGET E VYGOTSKY - DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS
Teoria Piagetiana, saiba o coceito da Teoria Piagetiana, o erro na Teoria Piagetiana, curiosidades sobre a Teoria Piagetiana, Síntese das idéias da Vygotsky, o conceito de vygotsky, as ideologias de Vygotsky, as contradições das idéias de Vygotsky.Do que foi visto, é possível afirmar que tanto Piaget como Vygotsky concebem a criança como um ser ativo, atento, que constantemente cria hipóteses sobre o seu ambiente. Há, no entanto, grandes diferenças na maneira de conceber o processo de desenvolvimento. As principais delas, em resumo, são as seguintes:
A) QUANTO AO PAPEL DOS FATORES INTERNOS E EXTERNOS NO DESENVOLVIMENTO
Piaget privilegia a maturação biológica; Vygotsky, o ambiente social, Piaget, por aceitar que os fatores internos preponderam sobre os externos, postula que o desenvolvimento segue uma seqüência fixa e universal de estágios. Vygotsky, ao salientar o ambiente social em que a criança nasceu, reconhece que, em se variando esse ambiente, o desenvolvimento também variará. Neste sentido, não se pode aceitar uma visão única, universal, de desenvolvimento humano.
B) QUANTO À CONSTRUÇÃO REAL
Piaget acredita que os conhecimentos são elaborados espontaneamente pela criança, de acordo com o estágio de desenvolvimento em que esta se encontra. A visão particular e peculiar (egocêntrica) que as crianças mantêm sobre o mundo vai, progressivamente, aproximando-se da concepção dos adultos: torna-se socializada, objetiva. Vygotsky discorda de que a construção do conhecimento proceda do individual para o social. Em seu entender a criança já nasce num mundo social e, desde o nascimento, vai formando uma visão desse mundo através da interação com adultos ou crianças mais experientes. A construção do real é, então, mediada pelo interpessoal antes de ser internalizada pela criança. Desta forma, procede-se do social para o individual, ao longo do desenvolvimento.
C) QUANTO AO PAPEL DA APRENDIZAGEM
Piaget acredita que a aprendizagem subordina-se ao desenvolvimento e tem pouco impacto sobre ele. Com isso, ele minimiza o papel da interação social. Vygotsky, ao contrário, postula que desenvolvimento e aprendizagem são processos que se influenciam reciprocamente, de modo que, quanto mais aprendizagem, mais desenvolvimento.
D) QUANTO AO PAPEL DA LINGUAGEM NO DESENVOLVIMENTO E Á RELAÇÃO ENTRE LINGUAGEM E PENSAMENTO
Segundo Piaget, o pensamento aparece antes da linguagem, que apenas é uma das suas formas de expressão. A formação do pensamento depende, basicamente, da coordenação dos esquemas sensorimotores e não da linguagem.Esta só pode ocorrer depois que a criança já alcançou um determinado nível de habilidades mentais, subordinando-se, pois, aos processos de pensamento. A linguagem possibilita à criança evocar um objeto ou acontecimento ausente na comunicação de conceitos.Piaget, todavia, estabeleceu uma clara separação entre as informações que podem ser passadas por meio da linguagem e os processos que não parecem sofrer qualquer influência dela. Este é o caso das operações cognitivas que não podem ser trabalhadas por meio de treinamento específico feito com o auxílio da linguagem. Por exemplo, não se pode ensinar, apenas usando palavras, a classificar, a seriar, a pensar com responsabilidade.
Já para Vygotsky, pensamento e linguagem são processos interdependentes, desde o início da vida. A aquisição da linguagem pela criança modifica suas funções mentais superiores: ela dá uma forma definida ao pensamento, possibilita o aparecimento da imaginação, o uso da memória e o planejamento da ação. Neste sentido, a linguagem, diferentemente daquilo que Piaget postula, sistematiza a experiência direta das crianças e por isso adquire uma função central no desenvolvimento cognitivo, reorganizando os processos que nele estão em andamento.
Síntese das idéias da Vygotsky
Para Vygotsky, a cultura molda o psicológico, isto é, Determina a maneira de pensar. Pessoas de diferentes culturas têm diferentes perfis psicológicos. As funções psicológicas de uma pessoa são desenvolvidas ao longo do tempo e mediadas pelo social, através de símbolos criados pela cultura. A linguagem representa a cultura e depende do intercâmbio social. Os conceitos são construídos no processo histórico e o cérebro humano é resultado da evolução. Em todas as culturas, os símbolos culturais fazem a mediação. Os conceitos são construídos e internalizados de maneira não linear e diferente para cada pessoa.Toda abordagem é feita de maneira de maneira holística (ampla) e o cotidiano é sempre em movimento, em transformação. È a Dialética.A palavra é o microcosmo, o início de tudo e tem vários significados, ou seja, é polissêmica; a mente vai sendo substituída historicamente pala pessoa, que é sujeito do seu conhecimento.
Vygotsky desenvolveu um grande trabalho, reconhecido pelos estudiosos sobre a formação de conceitos. Os conceitos espontâneos ou do cotidiano, também chamados de senso comum, são aqueles que não passaram pelo crivo da ciência. Os conceitos científicos são formais, organizados, sistematizados, testados pelos meios científicos, que em geral são transmitidos pela escola e que aos poucos vão sendo incorporados ao senso comum. Trabalha com a idéia de zonas de desenvolvimento. Todos temos uma zona de desenvolvimento real, composta por conceitos que já dominamos. Vamos imaginar que numa escala de zero a 100, estamos no 30; esta é a zona de desenvolvimento real nossa. Para os outros 70, sendo o nosso potencial, Vygotsky chama de ZONA de DESENVOLVIMENTO PROXIMAL. Se uma pessoa chega ao 100, a sua Zona de Desenvolvimento Proximal será ampliada, porque estamos sempre adquirindo conceitos novos. Estabelece três estágios na aquisição desses conceitos.O 1º é o dos Conceitos Sincréticos, ainda psicológicos evolui em fases e a escrita acompanha. Uma criança de,aproximadamente, três anos de idade escreve o nome da mãe ou do pai, praticando a Escrita Indecifrável, ou seja, se o pai é alto, ela faz um risco grande, se a mãe é baixa, ela risca algo pequeno.Aproximadamente aos 4 anos de idade, a criança entra numa nova fase, a Escrita Pré-silábica, que pode ser Unigráfica: semelhante ao desenho anterior, mas mais bem elaborado; Letras Inventadas: não é possível ser entendido, porque não pertence a nenhum sistema de signo; Letras Convencionais: jogadas aleatoriamente sem obedecer a nenhuma seqüência lógica de escrita.
No desenvolvimento, aos 4 ou 5 anos, a criança entra na fase da Escrita Silábica, quando as letras convencionais representam sílabas, não separa vogais e consoantes, faz uma mistura e às vezes só maiúsculas ou só minúsculas.
Com aproximadamente 5 anos, a criança entra em outra fase, a Escrita Silábica Alfabética. Neste momento a escrita é caótica, faltam letras, mas apresenta evolução em relação à fase anterior.
Com mais ou menos 6 anos de idade, a criança entra na fase da Escrita Alfabética: já conhece o valor sonoro das letras, mas ainda erra.Somente com o hábito de ler e escrever que esses erros vão sendo corrigidos.Ferreiro aconselha não corrigir a escrita da criança durante as primeiras fases. No início, ela não tem estrutura e depois vai adquirindo aos poucos. Nesse instante o erro deve ser trabalhado, porque a criança está adquirindo as estruturas necessárias.
Sobre educação de adultos, considera que as fases iniciais já foram eliminadas, porque mesmo sendo analfabeta, a pessoa conhece números e letras.
Considera a Zona de Desenvolvimento Proximal de Vygotsky, a lei de equilíbrio e desequilíbrio de Piaget e a internalização do conhecimento. Trabalha com hipóteses, no contexto, com visão de processo, aceitando a problematização, dentro da visão Dialética holística.
Teoria Piagetiana
A Psicologia de Piaget está fundamentada na idéia de equilibração e desequilibração. Quando uma pessoa entra em contato com um novo conhecimento, há naquele momento um desequilíbrio e surge a necessidade, de voltar ao equilíbrio. O processo começa com a assimilação do elemento novo, com a incorporação às estruturas já esquematizadas, através da interação. Há mudanças no sujeito e tem início o processo de acomodação, que aos poucos chega à organização interna. Começa a adaptação externa do sujeito e a internalização já aconteceu. Um novo desequilíbrio volta a acontecer e pode ser provocada por carência, curiosidade, dúvida etc. O movimento é dialético (de movimento constante) e o domínio afetivo acompanha sempre o cognitivo (habilidades intelectuais), no processo endógeno.
Piaget trabalhou o desenvolvimento humano em etapas, períodos, estágios etc.
Erro na teoria Piagetiana
Se uma pessoa erra e continua errando, uma das três situações está ocorrendo:
- Se a pessoa não tem estrutura suficiente para compreender determinado conhecimento, deve-se criar um ambiente melhor de trabalho, clima, diálogo, porque é impossível criar estruturas necessárias. EX: não se deve ensinar conhecimentos abstratos, teorias complicadas para uma criança que ainda não atingiu a faixa etária esperada, que se encontra no período das operações concretas;
- Se a pessoa possui estruturas em formação, o professor deve trabalhar com a idéia de que o erro é construtivo, deve fazer a mediação, ajudando o aluno a superar as dificuldades;
- Se a pessoa possui estruturas e não aprende, os procedimentos estão errados. O professor fará intervenção para que o aluno tome consciência do erro. Em muitos casos quem deve mudar os seus procedimentos é o professor
Publicado por: Renata Gonçalves (https://monografias.brasilescola.uol.com.br/psicologia/piaget-vygotsky--diferencas-semelhancas.htm)
quinta-feira, 12 de abril de 2018
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Sugestões de atividades Descobrimento do Brasil
Terra à vista
Confira um projeto interdisciplinar que trabalhou o descobrimento do Brasil com todo o encantamento que a data merece
Por Juliana Lambert
Objetivos:★ Compreender a importância das nossas raízes e incentivar o respeito às diferenças
★Estimular a reflexão sobre as verdadeiras origens e como os antepassados foram importantes para o desenvolvimento do Brasil
★Trabalhar o descobrimento do Brasil de maneira interdisciplinar (Artes, História, Geografia e Língua Portuguesa)
Faixa etária: 1º ao 5º ano

Quem descobriu o Brasil? A resposta até pode estar na ponta da língua, mas como ir além do dia 22 de abril de 1500 e do feito de Pedro Álvares Cabral? As educadoras Maristael Palasios e Lindalva Maria Rodrigues, da Escola Municipal Manoel Joaquim Gonçalves, de Rialma (GO), encontraram o caminho para o aluno vivenciar um dos capítulos mais importantes da nossa história. “O principal objetivo do projeto Descobrimento de um Brasil Multicolorido é fazer com que o aluno compreenda a importância das nossas raízes e respeite as diferenças, valorizando o índio que habitava o Brasil antes da chegada dos portugueses”, comenta Maristael.
Para envolver os alunos na descoberta da Terra de Santa Cruz – atual cidade de Porto Seguro (BA) e primeiro nome dado ao Brasil –, as educadoras recorreram ao humor dos bonecos de fantoche, a uma peça de teatro encenada pelas crianças, a imagens e clipes que retratam monumentos históricos e à pesquisa sobre diferentes versões do descobrimento. “Também usamos a história em quadrinhos para estimular a leitura e a escrita e fazer com que o aluno transforme o aprendizado em algo concreto”, acrescenta a professora de Goiás.
Segundo Maristael, o projeto também desenvolveu potencialidades artísticas e resgatou valores: “Ao encenar o descobrimento do Brasil, os alunos demonstraram a alegria dos portugueses ao avistar novas terras e valorizaram a participação do índio na construção e na cultura de um país multicolorido. A turma entendeu que as diferenças devem ser respeitadas e podem ser um motivo a mais para a nossa união”. Acompanhe as atividades do projeto Descobrimento de um Brasil Multicolorido e inspire-se!
Vamos colorir um Brasil multicolorido? (1º e 2º ano)
1. Selecione alguns desenhos que representem o descobrimento e faça cópia em número suficiente para os alunos. 2. Peça para a turma colorir os desenhos. 3. Após a atividade, aproveite para falar sobre as diferentes raças que compõem o Brasil.
De Portugal para o Brasil (1º ao 3º ano)
1. Selecione imagens de monumentos históricos portugueses, com o objetivo de mostrar as origens do Brasil e de onde veio Pedro Álvares Cabral.
2. Introduza imagens da Terra de Santa Cruz (Porto Seguro – BA) para mostrar o local da chegada dos portugueses.
3. Promova um debate sobre o que mais chamou a atenção nas imagens e vídeos.
4. Incentive o registro das descobertas.
Dica esperta!
Antes de começar a montagem e os ensaios da peça, discuta com os alunos sobre as roupas e hábitos da época, sugira materiais que possam ser usados no cenário e no figurino dos personagens. Não se esqueça de valorizar cada personagem, sobretudo o índio.
Vamos vivenciar o descobrimento? (4º e 5º ano)
1. Reúna a turma e proponha que vivenciem o descobrimento do Brasil em uma peça de teatro.
2. Em conjunto com os alunos, elabore um texto curto e fácil de ser interpretado com as principais informações do descobrimento.
3. Solicite uma pesquisa sobre hábitos e costumes da época.
4. Peça que escolham suas funções no espetáculo. Lembre que o trabalho vai muito além do palco e serão necessários figurinistas, uma equipe para cuidar da divulgação, outra para pesquisar a trilha sonora mais adequada, um grupo para buscar opções de cenário e por aí vai.
História em quadrinhos (4º e 5º ano)
1. Com o objetivo de desenvolver a leitura e a escrita por meio da observação do senso crítico do aluno, sugira a confecção de uma história em quadrinhos. Pode ser apenas uma tirinha que narre um momento importante do descobrimento.
2. Mostre as diferenças do gênero (os textos são mais curtos e diretos, representados com balões e os desenhos precisam ser atrativos e retratar a cena descrita com fidelidade).
3. Promova a troca de tirinhas para que todos possam ler e apreciar o trabalho do outro.
4. Ao final, coloque as tirinhas em um mural na classe ou no pátio para valorizar o trabalho dos alunos.
Móbile de caravelas (1º ao 5º ano)
Materiais:
• Papel kraft
• Cartolina branca
• Papel color set vermelho
• Palito de churrasco
• Linha de bordado
• Cola
• Tesoura

1. Cole três palitos de churrasco formando a armação do móbile.
2. Recorte os moldes de barco, vela e cruz vermelha para a frente e o verso das caravelas.
3. Cole os dois lados da caravela com a linha de bordado no meio.
4. Amarre as caravelas na armação de palitos de churrasco.
5. Amarre três linhas no centro da armação de palitos para prender o móbile onde desejar.
Carta de Pero Vaz de Caminha (4º e 5º ano)
1. Na aula de português, utilize o texto da Carta de Pero Vaz de Caminha, enviada a Dom Manuel (rei de Portugal) para mostrar a importância da escrita em nossas vidas.
2. Ressalte que foi por meio dela que os portugueses ficaram sabendo as maravilhas da terra descoberta
. 3. Aproveite para abordar a importância do documento histórico e do registro por meio da escrita.
Dica esperta!
A carta pode render um trabalho interdisciplinar em sala de aula e envolver as disciplinas de História, Português, Geografia, Artes e até Religião.
fonte: http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/84/artigo213695-2.asp
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Simulado das Teorias Psicognéticas
Sítio do Pica Pau Amarelo
Slide
Slide Alfabetização e Letramento Emília Ferreiro
Slide BNCC para a Educação Infantil
Slide BNCC para o Ensino Fundamental
Slide Deficiência Visual
Slide organizar reunião pedagógica ano letivo
Slide Planejamento de Ensino
subtração e probleminhas 1º/2º Ano do E.F.; matemática
TABELA DAS DIFERENÇAS ENTRE PIAGET
Tabela para Notas
texto e interpretação
Texto: O Papel do Neuropsicopedagogo(a) no Processo de Aprendizagem Escolar ( Neuropsicopedagoga: Cláudia de Oliveira Andrade)
Tinta caseira
Tipos de Moradia
Trânsito
Vídeo Conto Infantil: Palavras
Vídeo:
Vídeos Contos Infantis
Vídeos didáticos
Viseiras
volta às aulas
Volta às Aulas Anos Iniciais
VYgotsky
Vygotsky e Wallon
Wallon
- Canal Pedagógico
- Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, Brazil
- Pedagoga com formação pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (1999-2003). Professora concursada-efetiva pela Prefeitura Municipal de Sidrolândia/MS. Pós-Graduada Especialista em Educação pela UFMS/MEC/UNDIME//UEMS. Pós Graduada Especialista em Coordenação Pedagógica. Neuropsicopedagoga Institucional e Clínica, Pós-Graduada em Autismo, Pós-Graduada em Gestão Escolar (Administração, Supervisão, Orientação e Inspeção. Pós-Graduada em Autismo e Pós-Graduanda em Direito Educacional Contato: pedagogaclaudinha@gmail.com





