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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Especial Descobrimento do Brasil

Sugestões de atividades Descobrimento do Brasil

Terra à vista

Confira um projeto interdisciplinar que trabalhou o descobrimento do Brasil com todo o encantamento que a data merece

Por Juliana Lambert

Objetivos:
Compreender a importância das nossas raízes e incentivar o respeito às diferenças
Estimular a reflexão sobre as verdadeiras origens e como os antepassados foram importantes para o desenvolvimento do Brasil
Trabalhar o descobrimento do Brasil de maneira interdisciplinar (Artes, História, Geografia e Língua Portuguesa)

Faixa etária: 1º ao 5º ano 

 Ilustração: Shutterstock

Quem descobriu o Brasil? A resposta até pode estar na ponta da língua, mas como ir além do dia 22 de abril de 1500 e do feito de Pedro Álvares Cabral? As educadoras Maristael Palasios e Lindalva Maria Rodrigues, da Escola Municipal Manoel Joaquim Gonçalves, de Rialma (GO), encontraram o caminho para o aluno vivenciar um dos capítulos mais importantes da nossa história. “O principal objetivo do projeto Descobrimento de um Brasil Multicolorido é fazer com que o aluno compreenda a importância das nossas raízes e respeite as diferenças, valorizando o índio que habitava o Brasil antes da chegada dos portugueses”, comenta Maristael.

Para envolver os alunos na descoberta da Terra de Santa Cruz – atual cidade de Porto Seguro (BA) e primeiro nome dado ao Brasil –, as educadoras recorreram ao humor dos bonecos de fantoche, a uma peça de teatro encenada pelas crianças, a imagens e clipes que retratam monumentos históricos e à pesquisa sobre diferentes versões do descobrimento. “Também usamos a história em quadrinhos para estimular a leitura e a escrita e fazer com que o aluno transforme o aprendizado em algo concreto”, acrescenta a professora de Goiás.

Segundo Maristael, o projeto também desenvolveu potencialidades artísticas e resgatou valores: “Ao encenar o descobrimento do Brasil, os alunos demonstraram a alegria dos portugueses ao avistar novas terras e valorizaram a participação do índio na construção e na cultura de um país multicolorido. A turma entendeu que as diferenças devem ser respeitadas e podem ser um motivo a mais para a nossa união”. Acompanhe as atividades do projeto Descobrimento de um Brasil Multicolorido e inspire-se!

Vamos colorir um Brasil multicolorido? (1º e 2º ano)

1. Selecione alguns desenhos que representem o descobrimento e faça cópia em número suficiente para os alunos. 2. Peça para a turma colorir os desenhos. 3. Após a atividade, aproveite para falar sobre as diferentes raças que compõem o Brasil.

De Portugal para o Brasil (1º ao 3º ano)

1. Selecione imagens de monumentos históricos portugueses, com o objetivo de mostrar as origens do Brasil e de onde veio Pedro Álvares Cabral.

2. Introduza imagens da Terra de Santa Cruz (Porto Seguro – BA) para mostrar o local da chegada dos portugueses.

3. Promova um debate sobre o que mais chamou a atenção nas imagens e vídeos.

4. Incentive o registro das descobertas.

Dica esperta!

Antes de começar a montagem e os ensaios da peça, discuta com os alunos sobre as roupas e hábitos da época, sugira materiais que possam ser usados no cenário e no figurino dos personagens. Não se esqueça de valorizar cada personagem, sobretudo o índio.

Vamos vivenciar o descobrimento? (4º e 5º ano)

1. Reúna a turma e proponha que vivenciem o descobrimento do Brasil em uma peça de teatro.
2. Em conjunto com os alunos, elabore um texto curto e fácil de ser interpretado com as principais informações do descobrimento.
3. Solicite uma pesquisa sobre hábitos e costumes da época.
4. Peça que escolham suas funções no espetáculo. Lembre que o trabalho vai muito além do palco e serão necessários figurinistas, uma equipe para cuidar da divulgação, outra para pesquisar a trilha sonora mais adequada, um grupo para buscar opções de cenário e por aí vai.

História em quadrinhos (4º e 5º ano)

1. Com o objetivo de desenvolver a leitura e a escrita por meio da observação do senso crítico do aluno, sugira a confecção de uma história em quadrinhos. Pode ser apenas uma tirinha que narre um momento importante do descobrimento.
2. Mostre as diferenças do gênero (os textos são mais curtos e diretos, representados com balões e os desenhos precisam ser atrativos e retratar a cena descrita com fidelidade).
3. Promova a troca de tirinhas para que todos possam ler e apreciar o trabalho do outro.
4. Ao final, coloque as tirinhas em um mural na classe ou no pátio para valorizar o trabalho dos alunos.

Móbile de caravelas (1º ao 5º ano)

Materiais:

• Papel kraft
• Cartolina branca
• Papel color set vermelho
• Palito de churrasco
• Linha de bordado
• Cola
• Tesoura









1. Cole três palitos de churrasco formando a armação do móbile.
2. Recorte os moldes de barco, vela e cruz vermelha para a frente e o verso das caravelas.
3. Cole os dois lados da caravela com a linha de bordado no meio.
4. Amarre as caravelas na armação de palitos de churrasco.
5. Amarre três linhas no centro da armação de palitos para prender o móbile onde desejar.

Carta de Pero Vaz de Caminha (4º e 5º ano)
1. Na aula de português, utilize o texto da Carta de Pero Vaz de Caminha, enviada a Dom Manuel (rei de Portugal) para mostrar a importância da escrita em nossas vidas.

2. Ressalte que foi por meio dela que os portugueses ficaram sabendo as maravilhas da terra descoberta

. 3. Aproveite para abordar a importância do documento histórico e do registro por meio da escrita.

Dica esperta!
A carta pode render um trabalho interdisciplinar em sala de aula e envolver as disciplinas de História, Português, Geografia, Artes e até Religião.

fonte: http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/84/artigo213695-2.asp

22 de Abril de 1500 Descobrimento do Brasil

 
Já em 1498, por ocasião de sua terceira viagem às Américas, Colombo avistou regiões da América do Sul, mas continuou a acreditar que se tratava das Índias Ocidentais. Nos anos seguintes, outros navegantes espanhóis, provavelmente, estiveram em terras do Brasil e chegaram  mesmo a atingir a foz do Amazonas a que deram o nome de Mar Dulce (Mar Doce).
Entretanto, de acordo com o Tratado de Tordesilhas, essas terras pertenciam a Potugal que, oficialmente, tomaria posse delas com a viagem de descobertas empreendida sob o comando de Pedro Álvares Cabral.
A 9 de março de 1500, a armada de Cabral deixava Lisboa, com 13 navios de diversas tonelagens, 1200 homens e assessorada por hábeis pilotos com grande experiência de navegação. Já a 14 de março, pela manhã, avistaram as Ilhas Canárias e, depois, Cabo Verde. Daí seguiu a frota para alto-mar, rumo sudeste, atravessando a linha do Equador e o Atlântico.
No dia 21 de abril de 1500, surgem os primeiros sinais de terra próxima: vegetação marinha de região costeira, aves, etc. Na tarde de 22 de abril, quarta-feira, avistou-se um grande monte arredondado que foi denominado Monte Pascoal. Julgou Cabral que se tratasse de uma ilha e deu-lhe o nome de Ilha de Vera Cruz.
A 23 de abril, aproximou-se a esquadra do continente e foi feito o primeiro contato com os indígenas. A seguir, foi para o norte, cerca de 10 léguas, aportando na baía que foi denominada Porto Seguro.
A 26 de abril, domingo de Pascoela, foi rezada uma missa no Ilhéu da Coroa Vermelha, por Frei Henrique de Coimbra. Mas só dia 27, após ter sido mandada a notícia da descoberta ao rei Dom Manoel I, tomou-se posse da terra, fincando-se as armas e as divisas reais.
Foi rezada uma missa em terra firma, nas proximidades da Foz do Mutari, a 1º de maio. No dia seguinte, a frota de Cabral seguiu para as Índias, deixando na nova terra alguns dos degredados que vinham na esquadra para que colhessem informações e aprendessem a língua dos nativos.

Referência: Atualidades Pedagógicas.

domingo, 1 de abril de 2018

Planejamento Semanal de Ensino (12/04/2010 a 16/04/2010)



INSTITUIÇÃO:
TURMA:
PROFª:
TURNO:
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO:

EIXOS DE CONHECIMENTO:  Linguagem Oral/Escrita, Linguagem Sonora/Musical e Linguagem Plástica
CONTEÚDOS: Projeto didático "Índio"; Contos infantis Cantigas Infantis, Pintura e Colagem.

OBJETIVOS:
Levar os alunos à:
- conhecer sobre a vida dos povo indígena;
- valorizar e respeitar os hábitos e costumes indígenas;
- desenvolver a criatividade;
- desenvolver a expressão corporal e motora fina;
- conhecer as cores primárias;
- ampliar a linguagem;

METODOLOGIA ( PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS)

As atividades serão desenvolvidas em grupos e de forma individual com a interação professor-aluno.
Antes de iniciar cada atividade será explicado para os alunos os objetivos, os procedimentos, o conceito de cada conteúdo estudado levantando as hipóteses dos mesmos em relação ao tema abordado durante a semana.

1º DIA ( segunda-feira)

1º momento: círculo da conversa, oração "pai Nosso", cantigas infantis e contos infantis;
2º momento: atividade programada no sulfite ( colagem envolvendo a gravura do índio).
3º momento: lanche
4º momento: brincadeira indígena do pátio externo;
5º momento: espera dos pais ouvindo contos indígenas.

2º DIA ( terça-feira)
1º momento: círculo da conversa, oração "Pai Nosso"; cantigas e contos infantis.
2º momento: pintura com as mãozinhas dos alunos na gravura do índio.
3º momento: lanche
4º momento: filme "Tainá 2
5º momento espera dos pais cantando musiquinhas indígenas.


3º Dia ( quarta-feira)
1º momento: círculo da conversa, oração "Pai Nosso"; cantigas e contos infantis.
2º momento atividade de pintura sobre a alimentação indígena;
3º momento: lanche
4º momento: parque
5º momento: DVD Mara Maravilha com musiquinhas do Índio.
6º momento: espera dos pais assistindo DVD acima.


4º DIA ( quinta-feira)
1º momento: hora-atividade
2º momento: hora-atividade
3º momento: lanche
4º momento: Pintura do cocar com os alunos
5º momento: brincadeira indígena na sala
6º momento: espera dos pais com quebra-cabeça indígena.


5º DIA ( sexta-feira)
1º momento: círculo da conversa
2º momento: atividade de pintura com colagem da vestimenta indígena.
3º momento: lanche
4º momento: exposição das atividades índigenas no painel juntamente com os alunos
5º momento: espera dos pais demonstrando as atividades realizadas durante o desenvolvimento do projeto índio para as demais turmas.
OBS: Cada aluno receberá o seu cocar antes da saída. 

RECURSOS DIDÁTICOS:
EVA, CDs, aparelho de som, televisão, DVD Tainá; giz de cera, lápis de cor, papel manilha, sulfte, tinta guache, etc

AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de registro por parte do professor do desenvolvimento da aprendizagem e da participação dos alunos durante as atividades propostas em sala.

Veja mais sugestões com o tema em destaque clicando no link abaixo:

 http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/97/artigo213733-1.asp

18 de Abril- Dia de Monteiro Lobato





José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista.
No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.
Morou na república do Minarete, liderou o grupo de colegas que formou o Cenáculo e mandou artigos para um jornalzinho de Pindamonhangaba, que tinha como título o mesmo nome daquela moradia de estudantes.
Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.
Viveu um tempo como fazendeiro, foi editor de sucesso, mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado". Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.
Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.
No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimento e idéias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.
Trabalhando a todo vapor, Lobato teve que enfrentar uma série de obstáculos. Primeiro, foi a Revolução dos Tenentes que, em julho de 1924, paralisou as atividades da sua empresa durante dois meses, causando grande prejuízo. Seguiu-se uma inesperada seca, obrigando a um corte no fornecimento de energia. O maquinário gráfico só podia funcionar dois dias por semana.
E, numa brusca mudança na política econômica, Arthur Bernardes desvalorizou a moeda e suspendeu o redesconto de títulos pelo Banco do Brasil. A conseqüência foi um enorme rombo financeiro e muitas dívidas. Só restou uma alternativa a Lobato: pedir a autofalência, apresentada em julho de 1925. O que não significou o fim de seu ambicioso projeto editorial, pois ele já se preparava para criar outra empresa.
Assim surgiu a Companhia Editora Nacional. Sua produção incluía livros de todos os gêneros, entre eles traduções de Hans Staden e Jean de Léry, viajantes europeus que andaram pelo Brasil no século XVI. Lobato recobrou o antigo prestígio, reimprimindo na empresa sua marca inconfundível: livros bem impressos, com projetos gráficos apurados e enorme sucesso de público.
Sofreu perseguições políticas na época da ditadura, porém conseguiu exílio político em Buenos Aires. Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis da sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, e presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas.
Partiu para a Argentina, após se associar à Brasiliense e editar suas Obras Completas, com mais de dez mil páginas, em trinta volumes das séries adulta e infantil. Regressou de Buenos Aires em maio de 1947 para encontrar o país às voltas com situações conflituosas do governo Dutra. Indignado, escreveu "Zé Brasil".
No livro, o velho Jeca Tatu, preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta, mas seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou "gás inteligente" - o modo como costumava definir a morte.
Monteiro Lobato foi-se aos 66 anos de idade, deixando uma imensa obra para crianças, jovens e adultos e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo. 
Pesquisa no site www.lobato.com.br

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Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, Brazil
Pedagoga com formação pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (1999-2003). Professora concursada-efetiva pela Prefeitura Municipal de Sidrolândia/MS. Pós-Graduada Especialista em Educação pela UFMS/MEC/UNDIME//UEMS. Pós Graduada Especialista em Coordenação Pedagógica. Neuropsicopedagoga Institucional e Clínica, Pós-Graduada em Autismo, Pós-Graduada em Gestão Escolar (Administração, Supervisão, Orientação e Inspeção. Pós-Graduada em Autismo e Pós-Graduanda em Direito Educacional Contato: pedagogaclaudinha@gmail.com

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