Pesquisar este blog
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Brincadeiras na frente do espelho
Material necessário
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem infantil e colchonete.
Desenvolvimento
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.
Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?
Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.
Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.
Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.
Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.
Avaliação
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a seqüência com outras propostas e brincadeiras.
fonte: (http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/brincadeiras-frente-espelho-449852.shtml)
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem infantil e colchonete.
Desenvolvimento
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.
Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?
Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.
Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.
Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.
Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.
Avaliação
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a seqüência com outras propostas e brincadeiras.
fonte: (http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/brincadeiras-frente-espelho-449852.shtml)
Psicomotricidade na Pré-Escola
É uma ciência que cuida da criança a partir de seu corpo e de seus movimentos. Ela põe em jogo as funções intelectuais e educa os movimentos.
Com o domínio e o conhecimento do próprio corpo, a criança se desenvolverá, economizará energia, pensará em seus gestos para aperfeiçoar o seu equilíbrio, normalizando seu comportamento e possibilidades de troca de comunicação para o exterior.
O trabalho inicial da psicomotricidade é levar a criança a sentir o seu corpo como um todo, em busca da percepção global, total, do esquema corporal, estático em seu movimento, em relação ao mundo ao seu redor.
Esquema Corporal
É o conhecimento, a imagem e o uso do corpo em movimento ou estático, em relação ao mundo exterior e objetos. A tomada de consciência e o controle das sensações afetivas ao corpo estão incluídos nesta noção.
Em resumo, esquema corporal é a conscientização do próprio corpo, suas partes, seus movimentos, atitudes e posturas.
É uma conscientização lenta, que se faz devagar, a partir dos dados da percepção, que se organizam numa representação mental dinâmica.
São três os sistemas que levam informações sobre o corpo ao Sistema Nervoso:
1- visceroceptivo: representado por informações desorganizadas, confusas, provenientes das vísceras.
2- Exteroceptivo: composto pelas impressões obtidas através da pele, de estímulos exteriores.
3- Proprioceptivo: formado pelas impressões internas, provenientes dos músculos, tendões e articulações.
Coordenação Motora
É o controle mental da expressão motriz, o movimento.
Coordenação Visomotora
São as atividades das mãos realizadas com precisão e destreza; são importantes para o desenvolvimento da criança.
A coordenação visomotorase classsifica em quatro itens:
- Coordenado convergente: compõem este item os movimentos realizados pelas duas mãos para o mesmo ponto central ( exemplo: enrolar).
- Coordenado simultâneo:este item mostra os movimentos diferentes ao mesmo tempo das duas mãos (exemplo: abrir uma mão e fechar a outra).
-Simultâneo smétrico: é formado pelos movimentos realizafos em dois tempos ( exemplos: bater palma e pular).
- Movimento de caráter dissociado: é o movimento das mãos realizados em tempos diferentes ( exemplos: uso da tesoura, cortar o bife).
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
- dobrar os dedos de uma das mãos, um a um, com a ajuda da outra mão.
- sacudir as mãos.
- bater palmas.
- amassar bolinhas de papel.
- equilibrar objetos em uma das mãos.
- equilibrar objetos no dorso da mão.
- abrir uma das mãos e fechar a outra.
- usar tesoura.
- acompanhar com o dedo diferentes traçados de linhas.
- realizar movimentos com as mãos (adeus, vem cá, não,etc...).
- brincar de boliche.
- acompanhar movimentos com os olhos.
- reproduzir gestos.
- responder a códigos gráficos.
- fazer brincadeiras com as mãos.
Atividades recreativas usando os dedos:
música:
Polegares (cantora: Eliana)
polegares, polegares,
onde estão?
Aqui estão! Aqui estão!
Eles se saúdam, eles se saúdam,
e se vão, e se vão.
Obs: continuar a música cantando os nomes dos outros dedos: indicadores, dedos médios, anelares e dedos mínimos.
domingo, 10 de janeiro de 2010
mensagem " Escola é..."
... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados"
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se "amarrar nela"!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)
Planejamento Semanal- Fevereiro
INSTITUIÇÃO:
DIREÇÃO:
TURMA: Maternal II Profª: Cláudia
Turno: vesp.
DISCIPLINAS: Linguagem Oral, Linguagem Sonora/ Musical e Linguagem Plástica.
CONTEÚDOS: Contos Infantis, Cantigas infantis, pintura e colagem.
OBJETIVOS: Levar os alunos à:
- adquirir o gosto pelos os contos infantis;
- desenvolver a linguagem oral;
- desenvolver a sociabilização em sala;
- desenvolver a expressão corporal através da música;
- possibilitar a interação dos alunos com as diversas linguagens ( plática, oral e faz-de-conta, etc.);
METODOLOGIA ( PROCEDIMENTOS):
As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com a interação professor e aluno em sala.
1º momento: círculo da conversa e oração da tarde ( Pai Nosso).
2º momento: contos infantis e cantigas infantis .
3º momento: atividades programadas (brincadeiras, pintura, colagem entre outras conforme o plano de aula).
4º momento: lanche
5º momento: brincadeiras de cantinhos ( casinhas, jogos de montar, entre outros)
6º momento: espera dos pais assistindo desenhos na televisão.
ATIVIDADES DA SEMANA:
• Cantigas infantis;
• Contos infantis;
• atividades pedagógicas concretas (no sulfite em anexo);
• Colagem ( no sulfite em anexo);
• Brincadeiras livres;
• Vídeo infantil.
RECURSOS:
CDs; pincel; televisão;aparelho de som; sulfite; tinta guache; massinha de modelar; crepom; EVA; cola; fita larga e papel manilha.
AVALIAÇÃO DA SEMANA:
A avaliação será através de registro diário por parte da professora do desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno durante as atividades propostas em sala de aula.
OBS: Os registros serão feitos no caderno de registro.
Visto da Coordenação
................................................................
Coordenador pedagógico Gestão da aprendizagem
Gestão Escolar
fonte: Revista Nova Escola
Dezembro de 2009 / Janeiro 2010
Boas-vindas bem planejadas
A acolhida nos primeiros dias de aula é fundamental para estabelecer o vínculo do aluno com a escola
Cinthia Rodrigues (gestao@atleitor.com.br)
Depois de planejar com a equipe gestora, os docentes e os funcionários como será o ano na sua escola, reserve um período da semana pedagógica para organizar a recepção dos alunos na primeira semana de aula. Os professores já terão informações sobre as turmas para as quais darão aulas e isso certamente ajudará nas relações que se estabelecerão no início do ano letivo. Com todo o grupo, pense nos detalhes que farão com que os alunos se sintam acolhidos e formem (ou fortaleçam) os laços afetivos com a escola – condição importante para que a aprendizagem aconteça. A seguir, uma pauta para você discutir com a equipe:
1. Organização das salas
Antes de os alunos chegarem, combine com professores e funcionários a maneira como a sala de aula deve estar organizada. No primeiro dia, as formações circulares facilitam a integração e por isso são mais indicadas do que fileiras (que não favorecem a socialização). Nas salas da Educação Infantil, aconselha-se a organizar cantos de brincadeiras (veja exemplos no vídeo Ateliê de Entrada) - para ajudar a entreter as crianças antes que a turma esteja completa e também já iniciando um processo de socialização e aprendizagem. A coordenação pedagógica, junto com os professores de cada turma, poderá decidir quais cantos são mais interessantes para as diversas faixas etárias.
2. Recepção
Decidam em conjunto o local em que cada um receberá os alunos. A sugestão é que a equipe gestora fique no portão para cumprimentar não somente as crianças e os jovens mas também os pais que costumam acompanhar os filhos à escola. Os professores podem esperar pelos alunos na porta da sala de aula. Combine com os funcionários de apoio que eles se posicionem nos corredores e em locais em que possam ajudar a informar a localização de cada classe ou ainda orientar sobre o caminho para os banheiros, o bebedouro etc. e outras dúvidas que os estudantes possam ter.
3. Apresentação em sala de aula
Reflita com os professores sobre a importância de apresentar os novos alunos aos demais antes do início dos trabalhos. Peça aos docentes que estimulem a criança a falar um pouco sobre ele mesmo, seu histórico e sua relação com os estudos. Depois, todos podem contar o que fizeram durante as férias. Os professores podem contribuir dando ideias para organizar esse momento e apresentar maneiras de fazer isso. Exemplos: cada aluno pode contar sobre algo que aprendeu nas férias, um lugar que visitou, uma história que leu ou assistiu. Entre os mais velhos, também é interessante falar dos planos que têm para o ano, o que pode incluir um curso ou uma atividade extra ou estudar para o vestibular.
4. Tutoria dos veteranos
É comum que os alunos novos demorem um pouco para se enturmar com um grupo já formado. Para facilitar esse período, adote um sistema de tutoria em que um colega da turma que já estuda na escola há mais tempo mostre ao novato todos os departamentos, o acompanhe e oriente em relação aos procedimentos da escola e tire suas dúvidas. Esse acompanhamento pode variar de uma semana a um mês. Algumas escolas marcam o início das aulas para os novatos um ou dois dias depois do início oficial das aulas. Nesses dias, o professor dá informações sobre o novo colega que vai chegar (nome, de onde ele vem, o que fazem os pais etc.) e escolhe o aluno que fará a tutoria. Em instituições em que há grêmio estudantil, essa recepção pode ser feita por um membro da entidade.
5. Primeiro contato com cada setor
Reforce também a importância dos funcionários de apoio e administrativos serem receptivos com todos e especialmente solícitos com quem ainda não conhece as dependências e rotina da unidade. Estude a hipótese de a classe do primeiro ano - em que todos devem ser novos - fazer uma excursão pela escola com paradas em cada setor para que um responsável da área explique o funcionamento da cantina, da biblioteca, da secretaria, etc. Algumas escolas marcam o início das aulas em dias diferentes para cada três ou quatro turmas para que todos os funcionários deem atenção a chegada de todos.
6. Aulas inaugurais diferenciadas
As primeiras aulas devem apresentar os conteúdos que serão trabalhados durante um período (bimestre, trimestre ou semestre), de acordo com o que foi planejado na semana pedagógica. Uma maneira de apresentar os projetos que serão desenvolvidos é mostrar à turma os trabalhos feitos sobre o tema em anos anteriores. Ao coordenador pedagógico, cabe orientar os professores para que façam uma avaliação inicial antes de introduzir cada conteúdo. As perguntas, quando bem elaboradas, além de dar uma noção precisa do que cada aluno sabe sobre o tema e de que ponto os professores podem avançar, servem para despertar a curiosidade e dar uma prévia do que as crianças aprenderão durante o projeto.
7. Regras bem compreendidas
Decida com a equipe, também no final da semana pedagógica, quem apresentará o estatuto da escola - e como - e em que momentos serão feitos os combinados entre professores e alunos. O próprio diretor pode ter essa função. Para isso, ele precisará ir de sala em sala, se apresentando, dando as boas vindas e explicando algumas regras de convivência já em vigor - que devem ser transmitidas de forma que os alunos entendam porque elas existem. Uma sugestão é partir dos direitos de cada um para os deveres de todos. Por exemplo: todo estudante tem direito a material didático de qualidade, para isso cada um deve cuidar bem dos livros que usará naquele ano para que eles possam ser reutilizados no próximo. É importante gastar alguns minutos com o assunto logo nos primeiros dias de aula, antes que as situações em que caberia o uso de determinadas regras ocorram. Com as regras gerais conhecidas, cada professor pode organizar com a uma turma os combinados internos. Para isso é preciso ouvir os alunos e sistematizar as discussões, chegando a normas internas para cada grupo.
fonte: Revista Nova Escola
Dezembro de 2009 / Janeiro 2010
Boas-vindas bem planejadas
A acolhida nos primeiros dias de aula é fundamental para estabelecer o vínculo do aluno com a escola
Cinthia Rodrigues (gestao@atleitor.com.br)
Depois de planejar com a equipe gestora, os docentes e os funcionários como será o ano na sua escola, reserve um período da semana pedagógica para organizar a recepção dos alunos na primeira semana de aula. Os professores já terão informações sobre as turmas para as quais darão aulas e isso certamente ajudará nas relações que se estabelecerão no início do ano letivo. Com todo o grupo, pense nos detalhes que farão com que os alunos se sintam acolhidos e formem (ou fortaleçam) os laços afetivos com a escola – condição importante para que a aprendizagem aconteça. A seguir, uma pauta para você discutir com a equipe:
1. Organização das salas
Antes de os alunos chegarem, combine com professores e funcionários a maneira como a sala de aula deve estar organizada. No primeiro dia, as formações circulares facilitam a integração e por isso são mais indicadas do que fileiras (que não favorecem a socialização). Nas salas da Educação Infantil, aconselha-se a organizar cantos de brincadeiras (veja exemplos no vídeo Ateliê de Entrada) - para ajudar a entreter as crianças antes que a turma esteja completa e também já iniciando um processo de socialização e aprendizagem. A coordenação pedagógica, junto com os professores de cada turma, poderá decidir quais cantos são mais interessantes para as diversas faixas etárias.
2. Recepção
Decidam em conjunto o local em que cada um receberá os alunos. A sugestão é que a equipe gestora fique no portão para cumprimentar não somente as crianças e os jovens mas também os pais que costumam acompanhar os filhos à escola. Os professores podem esperar pelos alunos na porta da sala de aula. Combine com os funcionários de apoio que eles se posicionem nos corredores e em locais em que possam ajudar a informar a localização de cada classe ou ainda orientar sobre o caminho para os banheiros, o bebedouro etc. e outras dúvidas que os estudantes possam ter.
3. Apresentação em sala de aula
Reflita com os professores sobre a importância de apresentar os novos alunos aos demais antes do início dos trabalhos. Peça aos docentes que estimulem a criança a falar um pouco sobre ele mesmo, seu histórico e sua relação com os estudos. Depois, todos podem contar o que fizeram durante as férias. Os professores podem contribuir dando ideias para organizar esse momento e apresentar maneiras de fazer isso. Exemplos: cada aluno pode contar sobre algo que aprendeu nas férias, um lugar que visitou, uma história que leu ou assistiu. Entre os mais velhos, também é interessante falar dos planos que têm para o ano, o que pode incluir um curso ou uma atividade extra ou estudar para o vestibular.
4. Tutoria dos veteranos
É comum que os alunos novos demorem um pouco para se enturmar com um grupo já formado. Para facilitar esse período, adote um sistema de tutoria em que um colega da turma que já estuda na escola há mais tempo mostre ao novato todos os departamentos, o acompanhe e oriente em relação aos procedimentos da escola e tire suas dúvidas. Esse acompanhamento pode variar de uma semana a um mês. Algumas escolas marcam o início das aulas para os novatos um ou dois dias depois do início oficial das aulas. Nesses dias, o professor dá informações sobre o novo colega que vai chegar (nome, de onde ele vem, o que fazem os pais etc.) e escolhe o aluno que fará a tutoria. Em instituições em que há grêmio estudantil, essa recepção pode ser feita por um membro da entidade.
5. Primeiro contato com cada setor
Reforce também a importância dos funcionários de apoio e administrativos serem receptivos com todos e especialmente solícitos com quem ainda não conhece as dependências e rotina da unidade. Estude a hipótese de a classe do primeiro ano - em que todos devem ser novos - fazer uma excursão pela escola com paradas em cada setor para que um responsável da área explique o funcionamento da cantina, da biblioteca, da secretaria, etc. Algumas escolas marcam o início das aulas em dias diferentes para cada três ou quatro turmas para que todos os funcionários deem atenção a chegada de todos.
6. Aulas inaugurais diferenciadas
As primeiras aulas devem apresentar os conteúdos que serão trabalhados durante um período (bimestre, trimestre ou semestre), de acordo com o que foi planejado na semana pedagógica. Uma maneira de apresentar os projetos que serão desenvolvidos é mostrar à turma os trabalhos feitos sobre o tema em anos anteriores. Ao coordenador pedagógico, cabe orientar os professores para que façam uma avaliação inicial antes de introduzir cada conteúdo. As perguntas, quando bem elaboradas, além de dar uma noção precisa do que cada aluno sabe sobre o tema e de que ponto os professores podem avançar, servem para despertar a curiosidade e dar uma prévia do que as crianças aprenderão durante o projeto.
7. Regras bem compreendidas
Decida com a equipe, também no final da semana pedagógica, quem apresentará o estatuto da escola - e como - e em que momentos serão feitos os combinados entre professores e alunos. O próprio diretor pode ter essa função. Para isso, ele precisará ir de sala em sala, se apresentando, dando as boas vindas e explicando algumas regras de convivência já em vigor - que devem ser transmitidas de forma que os alunos entendam porque elas existem. Uma sugestão é partir dos direitos de cada um para os deveres de todos. Por exemplo: todo estudante tem direito a material didático de qualidade, para isso cada um deve cuidar bem dos livros que usará naquele ano para que eles possam ser reutilizados no próximo. É importante gastar alguns minutos com o assunto logo nos primeiros dias de aula, antes que as situações em que caberia o uso de determinadas regras ocorram. Com as regras gerais conhecidas, cada professor pode organizar com a uma turma os combinados internos. Para isso é preciso ouvir os alunos e sistematizar as discussões, chegando a normas internas para cada grupo.
Projeto didático Brincar e aprender
Duração: ano todo letivo
Público alvo: alunos das 2º Ano do Ensino Fundamental
Responsáveis pelo projeto:
Justificativa:
A brincadeira faz parte da vida da criança e incluir o jogo e a brincadeira na Escola tem como pressuposto o duplo aspecto de servir ao desenvolvimento da criança, enquanto indivíduo, e à construção do conhecimento, processos estes fortemente interligados.
Brincar favorece a auto-estima da criança e a interação de seus pares, propiciando situações de aprendizagem e desenvolvimento de suas capacidades cognitivas. Por meio de jogos a criança aprende a agir, tem sua curiosidade estimulada e exercita sua autonomia.
Brincadeira e jogos são ferramentas e parceiros silenciosos que desafiam a criança possibilitando as descobertas e a compreensão de que o mundo está cheio de possibilidades e oportunidades para a expansão da vida com alegria, emoção, prazer e vivência grupal.
Brincar e jogar são fontes de lazer, mas são, simultaneamente, fontes de conhecimento;e esta dupla natureza nos leva a considerar o brincar parte integrante da atividade educativa.
Fundamentação teórica:
Segundo PEREIRA (2001) etimologicamente, brincar (lúdico) vem de brinco + ar; brinco vem do latim vinculu / vinculum, “laço’ através de formas vinclu, vincru, vincro. Então sobre essa dimensão brincar constitui-se numa atividade de ligação ou vínculo com algo em si mesmo e com o outro, em suma, é um ato de estar descobrindo, escolhendo, recriando. Hoje, a maioria dos filósofos, sociólogos, etnólogos, antropólogos e professores de educação física concordam em compreender o jogo como uma atividade que contém em si mesmo o objetivo de decifrar os enigmas da vida e de construir momentos de prazer.
Sendo assim, Huizinga (1996, p.33) expressa a noção do jogo como:
Uma atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados limites, dotados de um fim em si mesmos, acompanhados de um sentimento de tensão e de alegria e de uma consciência de ser diferente da vida cotidiana
Assim, a alegria é a finalidade do jogo, em que, quando esta finalidade é atingida, a estrutura de como se pode jogar assume uma qualidade muito específica; torna-se uma ferramenta de aprendizagem que mantém uma constância de forma a dar prazer e de continuar sendo eterno.
Portanto, podemos verificar que o jogo é muito importante, não só porque ficamos alegres ou nos dá prazer, mas quando estamos vivendo-o, direta e reflexivamente, estamos indo além da sua representação simbólica de vida.
De acordo com Brotto (1999, p.16), a idéia da aproximação do jogo com a vida numa representação do reflexo de um sobre outro é: “eu jogo do jeito que vivo e vivo do jeito que jogo”.
Nesse sentido, o jogo passa a ter a capacidade de desenvolver, por meio dele, formas e contribuições para gerar talentos, aperfeiçoar potencialidades e criar novas habilidades de conviver.
Um outro autor a ser destacado é Friedmann (1996), que, baseando-se nos estudos de Piaget, afirma que o jogo pode ser utilizado como forma de incentivar o desenvolvimento humano por meio de diferentes dimensões, que são:
O desenvolvimento da linguagem: onde a jogo é um canal de comunicação de pensamentos e sentimentos.
O desenvolvimento moral: é um processo de construção de regras numa relação de confiança e respeito.
O desenvolvimento cognitivo: dá acesso a um maior numero de informações para que, de modo diferente, possam surgir novas situações.
O desenvolvimento afetivo: onde facilitem a expressão de seus afetos e suas emoções.
O desenvolvimento físico-motor: explorando o corpo e o espaço a fim de interagir no seu meio integralmente.
Partindo dessas dimensões, o jogo passa a ser ensinado em duas formas e atitudes a serem tomadas:
1. Num jogar espontâneo, onde ele tem apenas o objetivo de divertimento.
2. Num jogar dirigido, onde ele passa a ser proposto como fonte de desafios, promovendo o desenvolvimento da aprendizagem.
Os pedagogos Fredrich Froebel (1782 – 1852), Maria Montessori (1870 – 1909) e Ovide Decroly (1871 – 1931) propuseram uma educação sensorial, baseada na utilização de jogos e materiais didáticos, que deveria traduzir por si a crença em uma educação natural dos instintos infantis.
Sendo assim, ao utilizarmos o jogo como uma atividade de desenvolvimento humano, permitimos uma participação dessa forma de aprendizagem, com o compromisso do buscar pedagógico, transformando e contextualizando-o num exercício crítico e consciente do aprender.
Objetivos Gerais:
Planejar o ensino inserindo o lúdico (brincar / jogar) para que haja momentos de satisfação em cada conteúdo trabalhado.
Específicos: Estimular o potencial lúdico das crianças através do desenvolvimento de atividades com brincadeiras; oferecer inúmeras dinâmicas que possibilitem brincar de forma criativa e prazerosa; promover a sociabilidade através de jogos e brincadeiras, possibilitando que os participantes procurem soluções para os conflitos interpessoais durante as atividades; valorizar o jogo como metodologia inovadora para melhor aproveitamento dos participantes em atividades de animação e integração promovendo a solidariedade e a paz; desenvolver juntamente com as funcionárias momentos de recreio dirigido à partir dos brinquedos e brincadeiras desenvolvidas pelas crianças.
Disciplinas envolvidas:
História e Geografia:
Resgatar a origem dos brinquedos, brincadeiras e jogos através de pesquisas e entrevistas com familiares; conhecer e aprender diversos tipos de brincadeiras, enfocando as mais antigas e as diferenças existentes no brincar de diversas culturas.
Ensino religioso:
Integração inter-escolar através de doações de brinquedos confeccionados pelas crianças para escolas periféricas; integração entre as turmas com promoção de jogos e brincadeiras entre as crianças da pré-escola utilizando os materiais confeccionados, possibilitando o desenvolvimento de valores humanos tais como: diálogo, respeito, participação, colaboração, criatividade e solidariedade; desenvolver nos alunos (através dos recreios dirigidos) atitude de respeito e colaboração a si mesmo (limites e potenciais) e aos amigos durante as brincadeiras.
Língua Portuguesa:
Desenvolver através de experiências, brincadeiras e jogos os temas abordados de uma forma lúdica e de fácil entendimento; desenvolver a linguagem oral; escrever e ler textos instrucionais.
Ciências:
Desenvolver através de experiências, brincadeiras e jogos os temas abordados de uma forma lúdica e de fácil entendimento.
Educação Artística:
Analisar as características presentes nas obras de artistas plásticos que retratem brincadeiras infantis de diferentes épocas; conhecer a biografia e discografia do compositor Toquinho; comunicar-se através da expressão plástica e confecção de brinquedos com sucata.
Matemática:
Vivenciar jogos em que executem cálculos de forma significativa, desenvolva a iniciativa, autoconfiança e autonomia, permita explorar a solução de problemas através de investigação para a busca de soluções. Confeccionar jogos de percurso para trocar entre as classes:
Educação Física:
Participar de diferentes brincadeiras, procurando adotar uma atitude cooperativa e solidária; conhecer algumas de suas possibilidades e limitações corporais de forma a poder estabelecer algumas metas pessoais (qualitativas e quantitativas);conhecer, valorizar, apreciar e desfrutar das diferentes manifestações de cultura corporal, presentes no cotidiano; organizar autonomamente jogos e brincadeiras.
Metodologia:
Será através de atividades individuais e coletivas com a interação professor e aluno.
Recursos:
EVA, cola, sulfite, tesoura, cartolina, papel manilha, lápis de cor, pincéis, CDs, aparelho de som, televisão, garrafas plásticas, sucatas, etc.
Avaliação:
Será através de registro por parte do professor (a) frente ao desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno durante as atividades desenvolvidas .
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PEREIRA, Maria Izabel Galvão Gomes. Emoções e conflitos: análise da dinâmica das interações numa classe de educação infantil. São Paulo: Faculdade de Educação da USP, 1998. (Tese, Doutorado)
BROTTO, F. O. Jogos cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar! 3. ed. ren. Santos, SP: Projeto Cooperação, 1999.
HUIZINGA, J. Homo ludens. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1996.
FRIEDMANN, Adriana. Brincar: crescer e aprender o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996.
Assinar:
Comentários (Atom)
Marcadores
+ MODELOS DE PLANOS DE AULA ED. INFANTIL
300 Atividades de Alfabetização em PDF para baixar
7 de setembro- Independência do Brasil
A Psicogenética de Wallon e a Educação Infantil
abertura de cadernos
Acolhimento e adaptacão na educação infantil
Acolhimento e adaptação na educação infantil
Água
Alfabelo; Sílabas
alfabetização
Alfabeto
alfabeto maiúsculo e minúsculo;
Alfabeto Pontilhado em PDF para baixar
Alimentação
Animais
Animais colorir
Apostila com Atividades para o 4º Ano
Apostila de Atividades Consoantes em PDF para baixar
aprimoram a capacidade motora e exploram a natureza
arquivos pedagógicos magistério (concursos)
Arte Abstrata
Arte na Educação Infantil
Artigo competências socioemocionais da BNCC
Artigo Dislexia
Artigo:
Artigo: Contos de Fada na Educação Infantil
Artigo: Em um espaço externo bem organizado
Artigo: Escolas Reggio Emilia na Itália- Educação Infantil
artigos
Árvore do Alfabeto
Atividade Dia do Circo
atividade leitura/interpretação e ortografia
Atividade lúdica
atividade poema
atividades alfabetização
atividades conceitos
Atividades coordenação motora fina
Atividades cruzadinhas alfabetização
Atividades de adição
Atividades de leitura de texto
atividades de matemática
Atividades de produção de texto
Atividades Dia da Escola
atividades Dia das Mães
Atividades Dia dos Pais
Atividades Festa Junina
Atividades lúdicas
atividades matemática com o tema Circo; Dia do Circo
Atividades Natal
atividades ortográficas; atividades alfabetização
atividades parlendas
Atividades produção de texto
Atividades Silábicas em PDF baixar
Atividades: Adjetivos para os Anos Iniciais do EF
Atividades: Antônimos
Atividades: Minha Idade (E.I)
Avaliação Diagnóstica Pré-Escolar II
Avental personalizado com o tema Páscoa; Páscoa
BNCC Ed. Infantil: Direitos de Aprendizagem e Campos de Experiências
BNCC Educação Infantil
Boca do palhaço; Dia do Circo; Atividades Dia do Circo
Bordas coloridas
Brincadeiras
Caderno de Atividades das Vogais
cadernos decorados
calendário do aluno
calendários
capinhas de atividades
Carnaval
Cartaz Silábico
cartões boas férias
cartões natalinos
cartões Páscoa; Páscoa
COMO AVALIAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL? O QUE A LDB Nº 9.394/96 DIZ SOBRE ESSE ASSUNTO? (Pedagoga Cláudia de O. Andrade)
conceito: Dia e Noite
Consciência Negra
Conteúdos Anual
Conto infantil
Conto Infantil indígena; Dia dos Povos Indígenas
contos infantis
Contos infantis com o tema Páscoa
contos infantis folclore
Contos infantis indígenas
Convites
Cores
Corpo Humano
crachás
Creche
decoração sala de aula
Dengue
Dia da Água
Dia da Árvore
Dia da Bandeira
Dia da Escola
Dia da Mulher
Dia da Vovó
Dia das Crianças
Dia das Mães
Dia do Artista Plástico
Dia do Circo
Dia do Indio
Dia do Índio
Dia do Planeta
Dia do Professor
Dia do Soldado
Dia dos Pais
Dia Internacional da Mulher
Dia Mundial da Água
Diferenças entre Piaget
Diversidade na educação infantil
Ed. Infantil (0 a 3)
educação infantil
Educação Infantil: os seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento garantidos na Base Nacional Curricular Comum
Escola
Escrita Pré-Escola
Estações do Ano
Família
Fantoches
Festa Junina
Fichas Alfabeto
Fichas de Leitura e Sílabas Complexas
fichas numerais; matemática
figuras geométricas
Folclore
Higiene
História
História de MS
Historinha "O Pinheiro de Natal" em formato word; Natal
Identidade e Autonomia
Inclusão
Independência do Brasil
Inglês
interpretação e ortografia
Jogo da memória alfabeto
jogos pedagógicos
lembrancinhas
lembrancinhas Dia das Crianças
lembrancinhas Dia das Mães
lembrancinhas Dia dos Pais
lembrancinhas Dia Internacional da Mulher
lembrancinhas Festa julina
lembrancinhas final de ano letivo
lembrancinhas Natal
lembrancinhas Páscoa
lembrancinhas Páscoa; lembrancinhas
lembrancinhas volta às aulas
Lingua Portuguesa
Linguagem Escrita
Linguagem Oral
Linguagem Oral/Escrita
Literatura de Cordel
Livrinho Turma da Mõnica os números
Livros com o tema Pai
Máscaras
matematica
matemática
matemática educação infantil
Meio Ambiente
Meios de comunicação
Meios de Transportes
mensagem Boas Férias
mensagem Dia Internacional da Mulher; Dia Internacional da Mulher
modelo de fichas dados da criança
Modelo de Parecer Descritivo Ed. Infantil
Modelo de Parecer Descritivo Educação Infantil
Modelo de Relatório de Avaliação Diagnóstica
Modelo Registro Diário
modelo relatório psicopedagógico
Modelos de Pareceres Descritivos
Molde de números
Moldes
Moldes de letras
Moldes numerais
Monteiro Lobato
Movimento
Muitas Palavras (Ruth Rocha)
Mural Dia do Índio
Música na Escola
música/movimento
musicalidade
musiquinhas para baixar
Natal
Nome
Novas Regras Ortográficas
numerais e quantidades
Objetos e Seres Vivos
organização das atividades na educação infantil
os pequenos trabalham a colaboração
Painéis com o tema Dia dos Pais
Painéis Dia dos Pais
painel Dia do Circo
Painel Sejam-Vindos
papel cartas com bordas natalinas; Natal
parlenda
Parlendas
Páscoa
Piaget
PIAGET: O desenvolvimento moral na criança
Planejamento Anual de Ensino
Planejamento de ensino 1º bimestre/2024
Planejamento de Ensino 3º Bimestre/2025 para a educação infantil -PréII
Planejamento de ensino alinhado com a BNCC E.Infantil
Planejamento de Ensino Educação Infantil alinhado com a BNCC
Plano de ação Pedagógica Tempo de Pandemia- COVID-19
Plano de Aula Natal; Natal
Plano de Aula Volta às aulas na EI
Plano de Aula: Primavera. Educação Infantil; Primavera
Plano de Aula: Semana Nacional do Trânsito- Educação Infantil;
Planos de Aula
Planos de Aula EI
Planos de Trabalho educação infnatil
Porta-lápis
Pré II
Primavera
Projeto Didático
TEMA: Pequenos Guardiões da Natureza – Coleta Seletiva na Educação Infantil; Meio Ambiente
projeto didático "Nome próprio"
Projeto Didático Dia das Crianças
projeto didático Dia do Indio
Projeto Didático Folclore
Projeto didático Parlendas
Projeto Didático Páscoa
Projeto Didático Volta às Aulas
Projeto didático volta às aulas na educação infantil
Projeto didático: Corpo e Movimento; trabalhando a estrutura corporal diferenças e semelhanças.
Projeto didático: A primavera
Projeto didático: Brincando com o Folclore
projeto didático: Brincando e Aprendendo com as Parlendas
Projeto didático: Eu e Minha Família
projeto didático: Identidade
Projeto didático: Literatura Infantil
Projeto didático: Meu querido Papai
projeto didático: Natal
Projeto didático: O Circo
Projeto didático: Sítio do Pica Pau Amarelo
Projeto didático: Todos no combate à dengue
Projeto didático: Trânsito e Cidadania na Educação Infantil
Projeto Volta às Aulas
Projeto Volta às Aulas na Educação Infantil
projetos didaticos
projetos didáticos
receita de massinha de modelar
recursos voisuais concretos para a educação infantil
Rotina
Semana da Pátria
Semana Nacional do Trânsito
sentidos
sequência numérica
Seres Vivos
Simulado das Teorias Psicognéticas
Sítio do Pica Pau Amarelo
Slide
Slide Alfabetização e Letramento Emília Ferreiro
Slide BNCC para a Educação Infantil
Slide BNCC para o Ensino Fundamental
Slide Deficiência Visual
Slide organizar reunião pedagógica ano letivo
Slide Planejamento de Ensino
subtração e probleminhas 1º/2º Ano do E.F.; matemática
TABELA DAS DIFERENÇAS ENTRE PIAGET
Tabela para Notas
texto e interpretação
Texto: O Papel do Neuropsicopedagogo(a) no Processo de Aprendizagem Escolar ( Neuropsicopedagoga: Cláudia de Oliveira Andrade)
Tinta caseira
Tipos de Moradia
Trânsito
Vídeo Conto Infantil: Palavras
Vídeo:
Vídeos Contos Infantis
Vídeos didáticos
Viseiras
volta às aulas
Volta às Aulas Anos Iniciais
VYgotsky
Vygotsky e Wallon
Wallon
- Canal Pedagógico
- Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, Brazil
- Pedagoga com formação pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (1999-2003). Professora concursada-efetiva pela Prefeitura Municipal de Sidrolândia/MS. Pós-Graduada Especialista em Educação pela UFMS/MEC/UNDIME//UEMS. Pós Graduada Especialista em Coordenação Pedagógica. Neuropsicopedagoga Institucional e Clínica, Pós-Graduada em Autismo, Pós-Graduada em Gestão Escolar (Administração, Supervisão, Orientação e Inspeção. Pós-Graduada em Autismo e Pós-Graduanda em Direito Educacional Contato: pedagogaclaudinha@gmail.com








