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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

A história do Dia Internacional da Mulher




As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.
No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Referência: 
Revista Nova Escola Online
 http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/8-marco-dia-internacional-mulher-genero-feminismo-537057.shtml

lembrancinhas Dia Internacional da Mulher


Lembrancinhas em homenagem ao Dia Internacional da Mulher para as mães dos meus estudantes. Parabéns super mulheres!!!!! Turma: Maternal II. Prof. Cláudia. (Ano 2016)

Sugestões de lembrancinhas Dia Internacional da Mulher

Segue abaixo algumas sugestões de lembrancinhas em homenagem ao Dia Internacional da Mulher encontradas na Net.









http://www.painelcriativo.com.br/2012/02/29/modelo-de-lembrancinha-para-o-dia-interncional-da-mulher/

http://www.curtirdicas.com/lembrancinha-do-dia-da-mulher/








http://tacianamundomagico.blogspot.com.br/2013/03/dia-das-mulheres.html


http://www.atividadeseducacaoinfantil.com.br/datas-comemorativas/atividades-para-o-dia-da-mulher/attachment/lembrancinha-mulher-bombom/






lembrancinhas em homenagem ao Dia Internacional da Mulher


Lembrancinhas confeccionadas por mim em homenagem ao "Dia Internacional da Mulher " para as mães das crianças das minhas turminhas escolar Pré II A/B, Ano: 2024🌹🌷💐

 


 

domingo, 25 de fevereiro de 2024

Planejamento de Ensino- Pré-Escolar II, 1º bimestre/2024, alinhado com a BNCC

Compartilhando o Planejamento de Ensino referente ao 1º bimestre letivo/2024 com os demais docentes que atuam na faixa-etária:  Pré-Escolar II. 

OBS: Foi utilizado o Referencial Curricular para a Educação Infantil alinhado com a BNCC de nossa Secretaria Municipal de Educação de  Sidrolândia/SEME, por isso a sigla "SD" nos códigos das habilidades no referido Planejamento abaixo.  Clique nas imagens para visualizar.

Abençoado Ano letivo para todos!!!!!


 















segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Projeto didático " Nome Próprio"


TURMAS: 1º Ano do Ensino Fundamental

JUSTIFICATIVA:

As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir de um trabalho intencional com os nomes próprios da classe. Estas atividades permitem aos alunos as seguintes aprendizagens:

O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez aprendido, mesmo o aluno com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado.

As atividades com os nomes próprios devem ser sequenciadas para que possibilitem as aprendizagens mencionadas acima.

Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3...

OBJETIVOS:

Criar estratégias de ensino para que os alunos:

• Diferencie letras e desenhos;

• Diferencie letras e números;

• Diferencie letras, umas das outras;

• Adquiram noções de quantidade de letras usadas para escrever cada nome;

• Conheçam a função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;

• Adquiram noções de esquerda para a direita da escrita;

• Conheçam o nome das letras;

• Conheçam um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);

• Adquiram habilidades grafo-motoras;

• Conheçam fontes de consulta para escrever outras palavras.

• Reconheçam as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.

• Identifiquem a escrita do próprio nome. 
• Escrever com e sem modelo o próprio nome.

• Amplie o repertório de conhecimento de letras.

• Interprete as escritas dos nomes dos colegas da turma.

• Utilize o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras etc e interpretação de escritas.

É preciso considerar:

• Os conhecimentos prévios dos alunos.

• O grau de habilidade no uso do sistema alfabético.

• As características concretas do grupo.

• As diferenças individuais.

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:

1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos:

• Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que os alunos distribuam tentando ler os nomes).

• Lista de chamada da classe.

• Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.

2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.

3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material do aluno, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.

4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc.

 5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Cada tipo de atividade exige uma determinada organização:

• Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda.

• Identificação do próprio nome: individual.

• Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.

Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes

Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes.

Situação 1- Recolhendo material. Questione os alunos como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para os alunos e peça que cada um escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras, etc.

Situação 2 - Construindo um crachá Questione os alunos como os professores podem fazer para saber o nome de todos os alunos nos primeiros dias de aula. Ajude-os a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões com a escrita do nome de cada um que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pelo aluno). Solicite o uso do crachá diariamente.

Situação 3 - Fazendo a chamada Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula?

Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que os alunos recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano.

Identificação do próprio nome

• Dê para cada aluno um cartão com o nome do aluno.

• Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula. Este tipo de letra é mais fácil para o aluno grafar e os limites de uma letra (quando a criança deve contar o número de letras) é mais observável.

• Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível.

• Peça para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas). Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da classe

Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe.

Cada aluno poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva.

Atividade 1- Ditado

Dite um nome da lista. Cada aluno deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a um aluno que escreva aquele nome na lousa. Peça aos alunos que confiram se circularam o nome certo.

Para que essa atividade seja possível a todos é importante fornecer algumas ajudas. Diga a quantidade de letras, a letra inicial e final, por exemplo.

Atividade 2 - Fazendo a chamada

Entregue a lista de chamada dos alunos da sala. Peça que as crianças digam os nomes dos alunos ausentes e que circulem esses nomes. Siga as mesmas orientações da atividade 1, no tocante às ajudas necessárias para a realização da tarefa.

Atividade 3 - Separando nomes de meninas e meninos

Apresente a lista da chamada da classe. Peça para os alunos separarem em duas colunas: nomes das meninas e nomes dos meninos.

Obs.: em todas estas atividades é importante chamar a atenção para a ordem alfabética utilizada nas listas. Este conhecimento: nomeação das letras do alfabeto é importante para ajudar o aluno a buscar a letra que necessita para escrever. Em geral as crianças chegam à escola sabendo "dizer" o alfabeto, ainda que não associando o nome da letra aos seus traçados. Aproveite esse conhecimento para que possam fazer a relação entre o nome da letra e o respectivo traçado.

RECURSOS DIDÁTICOS

• Folhas de papel sulfite com os nomes das crianças da classe impressos

• Etiquetas de cartolina de 10cm x 6cm (para os crachás)

• Folhas de papel craft, cartolina ou sulfite A3

AVALIAÇÃO

É importante observar e registrar os avanços dos alunos na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. Tratando-se de uma informação social - a escrita dos nomes -, é preciso observar se os alunos fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. A escrita dos nomes é uma informação social, porque é uma aprendizagem não escolar. Dependendo da classe social de origem do aluno, ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. Para alunos que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel.


Sugestões para o trabalho Interdisciplinar

O trabalho com nome pode ser realizado junto com área de História através de atividades de:

• Pesquisa sobre a origem do nome (pesquisa com os familiares)

• Análise da certidão de nascimento da criança (trabalho com documento)

• Montagem de uma árvore genealógica da família.

• Análise de fotos antigas e atuais da criança.

• Montagem de uma linha do tempo do aluno a partir das fotos trazidas.

Suzana Mesquita Moreira Professora

BIBLIOGRAFIA:


_Tolchinsky, Liliana . 1998 . Aprendizagem da Linguagem escrita. Editora Ática.

_ Teberosky, Ana. 1994. Aprendendo e escrever. Editora Ática. 1990 .Psicopedagogia da Linguagem escrita. Editora Unicamp 1990 .Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita.Editora Unicamp.

_Ferreiro, E & Teberosky A. 1984. Psicogênese da língua escrita. Artes Médicas.

_ Curto, L&Morilllo, M&Teixidó, M -Escrever e ler - volumes 1 e 2. Artes Médicas.

(Suzana Mesquita Moreira Professora)