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domingo, 29 de agosto de 2021
Atividades com o tema Primavera
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Primavera

Sugestões de painéis Primavera
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Primavera

Sugestões de atividades para a Semana da Pátria
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Semana da Pátria

segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Apostila de matemática para a educação Infantil
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matemática

Sugestões de crachás para alunos
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crachás

Atividades de Língua Portuguesa para o 2º Ano do Ensino Fundamental
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https://www.soescola.com/2017/05/atividades-de-portugues-2-ano-2.html
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alfabetização

Projeto didático "Brincando com o Folclore
PROJETO DIDÁTICO
INSTITUIÇÃO:
TEMA: Brincando com o Folclore
TURMA: Maternal II -A
TURNO: Matutino
PROFªs: Claudia
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO:
COORDENAÇÃO GERAL:
ÁREAS DE CONHECIMENTOS:
Formação Pessoal e Social: socialização, respeito, valorização do outro, autonomia, iniciativa.
Linguagem Oral e Escrita: fala diálogo, argumentação, parlenda, trava língua, adivinhações, cantigas, receita, lendas e textos informativos.
Natureza e Sociedade: história dos brinquedos e brincadeiras, diferentes formas de cantar, brincar e contar histórias.
Movimento: dança brincadeiras.
Música: cantigas.
CONTEÚDOS:
Conceituais: Construir conceitos com as crianças sobre o que é folclore através de experiências vivenciadas por elas.
Procedimentais: Permitir que as crianças se apropriem de conhecimentos da cultura humana como novas formas de brincar, cantar, dançar, falar, etc.
Atitudinais: Incentivar a valorização e o respeito pelas diferentes formas de viver de diferentes grupos e pessoas
JUSTIFICATIVA
Folclore é a maneira de agir, pensar e sentir de um povo ou grupo com as qualidades ou atributos que lhe são inerentes, seja qual for o lugar onde se situa, o tempo e a cultura. Não é apenas o passado, a tradição; ele é vivo e está ligado à nossa vida de um jeito muito forte. Por isso, é tão importante conhecê-lo.
O saber folclórico é o que aprendemos informalmente no mundo, por meio do convívio social – por via oral ou por imitação. Ele é universal, embora aconteçam adaptações locais ou regionais, como conseqüência dos acréscimos da coletividade.
“Folclore é o conjunto de coisas que o povo sabe, sem saber quem ensinou.” (Xavier).
O educador de educação infantil deve saber aproveitar o atraente, rico e variado mundo do folclore, como fonte inesgotável de motivação didática e de elevada importância pedagógica.
Pensamos aqui, no Folclore como um grande quebra-cabeça, um grande brinquedo, em que cada peça é fundamental: as danças, as lendas, as brincadeiras, as par lendas, as adivinhações, as cantigas, as receitas, os brinquedos, etc. Essas são as peças que formam esse jogo chamado cultura brasileira. Quanto mais se brinca com esse jogo mais se conhece a cultura do nosso país, logo ele não poderia ficar fora do espaço educacional infantil.
Este trabalho será desenvolvido através de fundamentação teórica por parte do educador(a) propondo atividades as crianças em sala e extra-sala. Desta forma, o trabalho enfatizar as manifestações ligadas folclóricas regionais principalmente, a Região Centro-Oeste, levando em consideração as diferentes culturas (dança, cantigas, brincadeiras e contos). Por meio dela, o educador pode trabalhar os diferentes eixos temáticos.
OBJETIVO GERAL
Criar estratégias de ensino que levem as crianças a compreender o folclore como manifestação sócio-cultural por meio de atividades lúdicas e de cunho educativo, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser cultivado.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Criar estratégias de ensino que levem as crianças à:
- Resgatar vivenciar e valorizar as manifestações da cultura popular brasileira;
- Conhecer algumas lendas folclóricas ( Saci, Iara, Curupira, Boitatá etc.);
- Conhecer algumas lendas folclóricas da nossa região Centro-Oeste;
- Conhecer algumas parlendas;
- Ampliar o conhecimento das cores;
- Ampliar a linguagem oral,visual e a expressão corporal por meio de contos infantis, cantigas de rodas e brincadeiras folclóricas;
METODOLOGIA ( Procedimentos didáticos):
No primeiro momento, trabalharemos Identidade e Autonomia, fazendo uma investigação com as crianças sobre os conhecimentos preexistentes sobre o assunto. Roda da conversa (crianças em círculo)
Explicar o que é folclore: são lendas, superstições, parlendas, brincadeiras, adivinhas.
Iniciaremos o projeto pesquisando algumas lendas:
- Lenda do Saci
- Lenda da mula sem cabeça
- Lenda do Boto
- Lenda do Boitatá
- Lenda do Curupira
Trabalharemos com as lendas, contando-as e reproduzindo-as através de desenhos, pinturas, colagem, massinha de modelar, cartazes etc.
As crianças ainda assistirão o filme “ Sítio do Pica Pau Amarelo” para compreenderem onde vive o saci.
Todas as atividades serão desenvolvidas com a interação entre professor e criança-criança.
RECURSOS DIDÁTICOS
EVA, papel manilha, CDs, aparelho de som, fita adesiva, cola quente, livros de contos, brinquedos, giz de cera, lápis de cor, tinta guache, pincel, máquina fotográfica, sulfite, sucatas etc.
PRODUÇÃO FINAL
Confecção de máscaras de lendas folclóricas com crianças durante o desenvolvimento deste projeto.
AVALIAÇÃO
Será por meio de registro descritivo e fotos das formas de expressão das crianças, de seu envolvimento nas atividades e satisfação nas suas próprias produções, servindo como um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajudará na avaliação e no replanejamento da ação educativa.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Labels:
projetos didaticos

lendas folclóricas
O termo folclore foi proposto nos fins do século XIX pelo anglo-saxão W.J.Thomas. Originou-se o vocábulo de "folk" — que significa povo mais "Lore" — ciência. A palavra é usada para designar genericamente usos e costumes típicos de um povo.
Os relatos da literatura oral se perpetuam pela palavra falada ou pelas cantorias.
São casos (causos, no dialeto rural), lendas, anedotas e mitos de criação coletiva, muitas vezes recolhidos por estudiosos.
Os principais personagens fazem parte do folclore e têm origem indígena ou européia.
Boitatá- Gênio protetor dos campos. Aparece sob a forma de enorme serpente de fogo, que mata quem destrói as florestas. O padre José de Anchieta, em 1560, é o primeiro a mencionar o boitatá como personagem de mito indígena brasileiro. Esse é o nome dado pelos índios ao fenômeno do fogo-fátuo.
Boto - Mito amazônico. É o pai das crianças de paternidade ignorada. Descrito como rapaz bonito, bem-vestido, boêmio e ótimo dançarino. Nos bailes, encanta as moças, leva-as para igarapés afluentes do Amazonas e as engravida. Antes da madrugada, mergulha no rio e se transforma em boto. Chamado também de boto tucuxi.
Negrinho do Pastoreio - menino escravo que é acusado de perder um cavalo do patrão. Após ser castigado é colocado num formigueiro. Por um milagre, sai vivo e encontra o cavalo.
Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
Lobisomem
Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.
Mãe-D'água
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água: a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.
Corpo-seco
É uma espécie de assombração que fica assustando as pessoas nas estradas. Em vida, era um homem que foi muito malvado e só pensava em fazer coisas ruins, chegando a prejudicar e maltratar a própria mãe. Após sua morte, foi rejeitado pela terra e teve que viver como uma alma penada.
Pisadeira
É uma velha de chinelos que aparece nas madrugadas para pisar na barriga das pessoas, provocando a falta de ar. Dizem que costuma aparecer quando as pessoas vão dormir de estômago muito cheio.
Mula-sem-cabeça
Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.
Mãe-de-ouro
Representada por uma bola de fogo que indica os locais onde se encontra jazidas de ouro. Também aparece em alguns mitos como sendo uma mulher luminosa que voa pelos ares. Em alguns locais do Brasil, toma a forma de uma mulher bonita que habita cavernas e após atrair homens casados, os faz largar suas famílias.
Saci-Pererê
O saci é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.
Os relatos da literatura oral se perpetuam pela palavra falada ou pelas cantorias.
São casos (causos, no dialeto rural), lendas, anedotas e mitos de criação coletiva, muitas vezes recolhidos por estudiosos.
Os principais personagens fazem parte do folclore e têm origem indígena ou européia.
Boitatá- Gênio protetor dos campos. Aparece sob a forma de enorme serpente de fogo, que mata quem destrói as florestas. O padre José de Anchieta, em 1560, é o primeiro a mencionar o boitatá como personagem de mito indígena brasileiro. Esse é o nome dado pelos índios ao fenômeno do fogo-fátuo.
Boto - Mito amazônico. É o pai das crianças de paternidade ignorada. Descrito como rapaz bonito, bem-vestido, boêmio e ótimo dançarino. Nos bailes, encanta as moças, leva-as para igarapés afluentes do Amazonas e as engravida. Antes da madrugada, mergulha no rio e se transforma em boto. Chamado também de boto tucuxi.
Negrinho do Pastoreio - menino escravo que é acusado de perder um cavalo do patrão. Após ser castigado é colocado num formigueiro. Por um milagre, sai vivo e encontra o cavalo.
Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
Lobisomem
Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.
Mãe-D'água
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água: a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.
Corpo-seco
É uma espécie de assombração que fica assustando as pessoas nas estradas. Em vida, era um homem que foi muito malvado e só pensava em fazer coisas ruins, chegando a prejudicar e maltratar a própria mãe. Após sua morte, foi rejeitado pela terra e teve que viver como uma alma penada.
Pisadeira
É uma velha de chinelos que aparece nas madrugadas para pisar na barriga das pessoas, provocando a falta de ar. Dizem que costuma aparecer quando as pessoas vão dormir de estômago muito cheio.
Mula-sem-cabeça
Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.
Mãe-de-ouro
Representada por uma bola de fogo que indica os locais onde se encontra jazidas de ouro. Também aparece em alguns mitos como sendo uma mulher luminosa que voa pelos ares. Em alguns locais do Brasil, toma a forma de uma mulher bonita que habita cavernas e após atrair homens casados, os faz largar suas famílias.
Saci-Pererê
O saci é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.
Labels:
Folclore

Projeto Didático "Brincando com o Folclore"
INSTITUIÇÃO:
TEMA: Brincando com o Folclore
TURMA: Maternal II -A
TURNO:
EXECUÇÃO: Início: Término:
PROFª:
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO:
EIXOS DE CONHECIMENTOS:
Formação Pessoal e Social: socialização,
respeito pelas diferentes culturas, valorização do outro, autonomia e
iniciativa.
Linguagem Oral e Escrita: fala diálogo,
argumentação, parlenda, trava língua, adivinhações, cantigas, receita, lendas e
textos informativos.
Natureza e Sociedade: história das brincadeiras
folclóricas, história das lendas
folclóricas.
Movimento: danças e
brincadeiras folclóricas.
Música: cantigas Folclóricas.
CONTEÚDOS:
Conceituais:
Construir conceitos com as crianças sobre o que é folclore através de
experiências vivenciadas por elas.
Procedimentais:
Permitir que as crianças se apropriem de conhecimentos da cultura humana como
novas formas de brincar, cantar, dançar, falar, etc.
Atitudinais:
Incentivar a valorização e o respeito pelas diferentes formas de viver de
diferentes grupos e pessoas
JUSTIFICATIVA
Folclore é a maneira de agir, pensar e
sentir de um povo ou grupo com as qualidades ou atributos que lhe são
inerentes, seja qual for o lugar onde se situa, o tempo e a cultura. Não é
apenas o passado, a tradição; ele é vivo e está ligado à nossa vida de um jeito
muito forte. Por isso, é tão importante conhecê-lo.
O saber folclórico é o que aprendemos
informalmente no mundo, por meio do convívio social – por via oral ou por
imitação. Ele é universal, embora aconteçam adaptações locais ou regionais,
como consequência dos acréscimos da coletividade.
“Folclore é o conjunto de coisas que o povo
sabe, sem saber quem ensinou.” (Xavier).
O educador de educação infantil deve saber
aproveitar o atraente, rico e variado mundo do folclore, como fonte inesgotável
de motivação didática e de elevada importância pedagógica.
Pensamos aqui, no Folclore como um grande
quebra-cabeça, um grande brinquedo, em que cada peça é fundamental: as danças,
as lendas, as brincadeiras, as par lendas, as adivinhações, as cantigas, as
receitas, os brinquedos, etc. Essas são as peças que formam esse jogo chamado
cultura brasileira. Quanto mais se brinca com esse jogo mais se conhece a
cultura do nosso país, logo ele não poderia ficar fora do espaço educacional
infantil.
Este trabalho será desenvolvido através de
fundamentação teórica por parte do educador(a) propondo atividades as crianças
em sala e extraclasse. Desta forma, o trabalho enfatizar as manifestações
ligadas folclóricas regionais principalmente, a Região Centro-Oeste, levando em
consideração as diferentes culturas (danças, cantigas,
brincadeiras e contos). Por meio dela, o
educador pode trabalhar os diferentes eixos temáticos.
OBJETIVO
GERAL
Criar
estratégias de ensino que levem as crianças a compreender o folclore como
manifestação sócio-cultural por meio de atividades lúdicas e de
cunho educativo, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser
cultivado.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
Criar estratégias de ensino que levem as
crianças à:
- Resgatar vivenciar e valorizar
as manifestações da cultura popular brasileira;
-
Conhecer algumas lendas folclóricas ( Saci, Iara, Curupira, Boitatá etc.);
-
Conhecer algumas lendas folclóricas da nossa região Centro-Oeste;
-
Conhecer algumas parlendas;
-
Ampliar o conhecimento das cores;
-
Ampliar a linguagem oral,visual e a expressão corporal por meio de contos
infantis, cantigas de rodas e brincadeiras folclóricas;
METODOLOGIA ( Procedimentos didáticos):
No primeiro momento, será trabalhado "Identidade
e Autonomia", fazendo uma investigação com as crianças sobre os conhecimentos
preexistentes sobre o assunto. Roda da
conversa (crianças em círculo)
Explicar o que é folclore: são lendas,
superstições, parlendas, brincadeiras, adivinhas.
Iniciaremos o projeto
pesquisando algumas lendas:
- Lenda do Saci
- Lenda da mula sem
cabeça
- Lenda do Boto
- Lenda do Boitatá
- Lenda do Curupira
Será trabalhado as lendas, contando-as e
reproduzindo-as através de desenhos, pinturas, colagem, massinha de modelar,
cartazes etc.
As crianças ainda assistirão o filme “ Sítio do Pica Pau Amarelo” para
compreenderem onde vive o saci.
Todas as atividades serão desenvolvidas com a
interação entre professor e criança-criança.
ATIVIDADES:
- Roda da conversa com o tema "Folclore";
- Pintura/Colagem com o tema Folclore;
- Parlendas;
- Lendas folclóricas;
- Brincadeiras folclóricas;
- Filme Sítio do Pica Pau Amarelo;
- Cantigas Folclóricas;
- Dobraduras etc.
RECURSOS DIDÁTICOS
EVA, papel
manilha, CDs, aparelho de som, fita adesiva, cola quente, livros de contos,
brinquedos, giz de cera, lápis de cor, tinta guache, pincel, máquina fotográfica,
sulfite, sucatas etc.
PRODUÇÃO FINAL
Confecção de máscaras de lendas folclóricas com crianças durante o
desenvolvimento deste projeto.
AVALIAÇÃO
Será por meio de registro
descritivo e fotos das formas de expressão das crianças, de seu
envolvimento nas atividades e satisfação nas suas próprias produções, servindo
como um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajudará na avaliação e no
replanejamento da ação educativa.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Labels:
Projeto Didático Folclore

Folclore
Labels:
Folclore

Projeto didático Parlendas
PROJETO
DIDÁTICO
Brincando e Aprendendo com Parlendas.
INSTITUIÇÃO:
TURMAS: Maternal II
PROFª:
EIXOS DE CONHECIMENTO: Linguagem Oral/Escrita, Natureza/Sociedade, Linguagem Plástica e Linguagem Musical.
DATA DE ÍNICIO: TÉRMINO:
JUSTIFICATIVA:
Em geral as crianças sentem-se muito atraídas pelas parlendas, por ser um tipo de texto com ritmo e sonoridade que diverte e ensina, favorecendo as atividades com leitura e escrita. Nesse sentido este projeto objetiva o desenvolvimento da linguagem oral e da expressão corporal dos alunos através das parlendas. Em nossa sociedade do conhecimento, o papel da escola ganha nova importância. Está nas mãos da escola, criar espaços e tempos para que as crianças vivam plenamente sua infância, desenvolvam sua criatividade ao invés de reproduzir comportamentos estereotipados, adquiram uma bagagem cultural que lhes permita inserir-se criticamente na sociedade, sendo capazes de transformá-la. Transmitir o legado cultural constituído pela humanidade é uma das funções primordiais da educação. O resgate da tradição cultural e do folclore infantil presente nas parlendas, adivinhas e trava-línguas é uma das funções deste processo, pois esse tesouro constituído ao longo dos séculos não pode ser perdido.
Vale a pena trazer as cantigas e parlendas para a educação infantil por uma série de fatores, como nos lembra Fanny Abramovich: pelo seu valor social, pois “vieram de tão antigamente, quando as avós de nossas avós já faziam roda, davam as mãos e cantavam por horas essas cirandas tão belas, tão plenas de elementos importantes, significativos, belos”; pelas possibilidades de amadurecimento emocional que carregam em seus textos: “quanta declaração de amor, quanto ciuminho, quanta inveja passava na cabeça de todos”, pela expressão corporal que permitem e pelo conhecimento do corpo, “tantas outras aproximações corporais que uma ciranda proporciona”, pela brincadeira e pelo movimento em si: “usar todos os movimentos, brincando de modo gostoso, solto, fora da sala de aula... no mundo”.
Em geral as crianças sentem-se muito atraídas pelas parlendas, por ser um tipo de texto com ritmo e sonoridade que diverte e ensina, favorecendo as atividades com leitura e escrita. Nesse sentido este projeto objetiva o desenvolvimento da linguagem oral e da expressão corporal dos alunos através das parlendas. Em nossa sociedade do conhecimento, o papel da escola ganha nova importância. Está nas mãos da escola, criar espaços e tempos para que as crianças vivam plenamente sua infância, desenvolvam sua criatividade ao invés de reproduzir comportamentos estereotipados, adquiram uma bagagem cultural que lhes permita inserir-se criticamente na sociedade, sendo capazes de transformá-la. Transmitir o legado cultural constituído pela humanidade é uma das funções primordiais da educação. O resgate da tradição cultural e do folclore infantil presente nas parlendas, adivinhas e trava-línguas é uma das funções deste processo, pois esse tesouro constituído ao longo dos séculos não pode ser perdido.
Vale a pena trazer as cantigas e parlendas para a educação infantil por uma série de fatores, como nos lembra Fanny Abramovich: pelo seu valor social, pois “vieram de tão antigamente, quando as avós de nossas avós já faziam roda, davam as mãos e cantavam por horas essas cirandas tão belas, tão plenas de elementos importantes, significativos, belos”; pelas possibilidades de amadurecimento emocional que carregam em seus textos: “quanta declaração de amor, quanto ciuminho, quanta inveja passava na cabeça de todos”, pela expressão corporal que permitem e pelo conhecimento do corpo, “tantas outras aproximações corporais que uma ciranda proporciona”, pela brincadeira e pelo movimento em si: “usar todos os movimentos, brincando de modo gostoso, solto, fora da sala de aula... no mundo”.
OBJETIVO
GERAL:
Permitir que as
crianças possam brincar com parlendas, trava-línguas em atividades rítmicas que
trabalhem percepção sonora, atenção e concentração, através do resgate da nossa
herança cultural.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS:
Levar os alunos
à:
-
Propiciar a ampliação da linguagem oral;
-
Dar ao aluno a oportunidade de memorizar e reproduzir rimas e parlendas;
-
Desenvolver a percepção auditiva e visual através de parlendas;
-Produzir
diversas técnicas plásticas tais como: desenho, modelagem, colagem e pintura
através das parlendas;
-Desenvolver
a coordenação motora;
-
Desenvolver a sociabilização.
-
Desenvolver a motricidade ampla/fina;
-
Ampliar a criatividade dos estudantes;
-
Ampliar o conhecimento das cores.
MATERIAIS
NECESSÁRIOS:
CDs, aparelho
de som, cartolinas, pincéis atômicos, giz de cera, tesoura, DVD, aparelho de
televisão, gravuras, livros didáticos, livros de parlendas, máquina digital,
papel manilha etc.
PROCEDIMENTOS
DIDÁTICOS ( DESENVOLVIMENTO):
Durante o desenvolvimento deste projeto,
algumas atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com os
estudantes.
No primeiro momento, será formado o círculo
da conversa com os estudantes, dialogando sobre as atividades. Também, serão contadas
diversos contos infantis e parlendas para os estudantes.
Serão promovidas várias atividades rítmicas
relacionadas com o tema em destaque com os estudantes.
Cantar e dançar a música em vários ritmos até que os alunos
conheçam e
entendam o ritmo e a letra;
entendam o ritmo e a letra;
Pedir que imitem através de gestos os ritmos da parlenda do
dia;
Escrever várias parlendas com ilutrações em cartolinas e fixar
na sala de aula;
Organizar pequenos círculos onde cada aluno ouvirão e
acompanharão com gestos várias parlendas.
CULMINÂNCIA:
Será feita uma exposição através de um painel com todas as atividades realizadas pelos alunos (as) durante o desenvolvimento do projeto para as demais turmas da instituição.
AVALIAÇÃO:
Será através de registro por parte do professor(a) de cada aluno (a) do desenvolvimento da aprendizagem frente as atividades individuais e coletivas propostas durante a realização do projeto em destaque.
Será feita uma exposição através de um painel com todas as atividades realizadas pelos alunos (as) durante o desenvolvimento do projeto para as demais turmas da instituição.
AVALIAÇÃO:
Será através de registro por parte do professor(a) de cada aluno (a) do desenvolvimento da aprendizagem frente as atividades individuais e coletivas propostas durante a realização do projeto em destaque.

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