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Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, Brazil
Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (1999-2003). Tem experiência na área de Educação. Professora concursada-efetiva pela Prefeitura Municipal de Sidrolândia/MS (02 períodos). Exerce a função de Docente na Educação Infantil. Pós Graduada-Especialista em Educação Infantil pela UFMS/MEC/UNDIME//UEMS. Contato: E-mail: pedagogaclaudinha@gmail.com site; http://canalpedagogico.blogspot.com MSN: claus.id@hotmail.com

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

+Atividades Primavera









Projeto didático "A primavera"





INSTITUIÇÃO:
TURMA: Maternal II
TURNO: Matutino e Vespertino
TURMA: Maternal II A/C
PROFª: Cláudia de Oliveira Andrade
DIREÇÃO:  
COORDENAÇÃO
TEMA DO PROJETO: A Primavera
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 10/09/18 À 27/09/18
EIXOS DE CONHECIMENTO: Linguagem Oral/Escrita, Natureza/Sociedade, Identidade/Autonomia  e Movimento.
CONTEÚDOS:
- Características da estação do ano “Primavera”;
-Características relacionadas com a estação do ano Primavera;
-Elementos da natureza necessários para o crescimento das flores; (água, sol e terra);
- Vogais;
-Numerais:  0 à 10;
- Garatujas;
-Cores;
- Contos infantis;
-Músicas infantis relacionadas com o tema “Primavera”.


JUSTIFICATIVA
A medida em que o ser humano aumenta a sua capacidade de intervir na natureza, utilizando seus recursos tecnológicos para extrair do meio ambiente tudo aquilo que deseja. O uso indevido dos recursos não renováveis ou a poluição dos recursos renováveis são fatores que ameaçam a sobrevivência dos seres. Existem vários fatores que contribuem para a degradação da natureza, são eles: esgotamento do solo, poluição sonora provocada por barulho de automóveis, máquinas etc, poluição do ar da água e dos solos, destruição da camada de ozônio e muitos outros.
Este projeto busca formar o senso crítico na criança, estimulando-a retirar da natureza somente o que é necessário para sua sobrevivência, mostrando para as crianças que o meio ambiente não pertence a elas, mas que elas estão inseridas nele.
O cidadão que se preocupa com o ambiente em que vive precisa mudar sua forma de pensar e passar a agir com responsabilidade, sensibilidade e respeito.
O pequeno de hoje será o adulto empreendedor de amanhã, se não formar uma consciência da importância de cuidar da natureza com cautela, irá agir de forma mesquinha, utilizando a natureza de forma desordenada e gananciosa, se for responsável e consciente irá se integrar ao meio ambiente, tornando-se parte dele só retirando dele aquilo que realmente necessita.
Nós educadores devemos buscar a construção de uma consciência crítica pelos alunos, de modo a formar cidadãos éticos e humanos. É muito importante orientar as crianças a lidar com a natureza, tendo como objetivo despertar nos pequenos uma postura crítica frente à realidade das informações e os valores trazidos de casa ou veiculados pela mídia, pois os assuntos ambientais não são apenas de interesse individual, mas do coletivo, ou seja, são de interesse planetário.
Este projeto busca ampliar as noções já elaboradas das crianças sobre o meio ambiente, nas suas mais variadas formas, pois a gente só protege e cuida daquilo que conhece e ama, é mais do que ensinar a criança a não poluir é educar o pequeno para que corrija aquele que ainda não aprendeu a tratar a natureza com o respeito que ela merece.
 Como nos dias de hoje estamos sempre com pouco tempo para realizarmos todas as tarefas que precisamos fazer, tendo pouco ou nenhum tempo dedicado a cuidar da boa alimentação, descanso e lazer, as indústrias criam novos meios de “facilitar” nossa vida, fabricando produtos em embalagens descartáveis que consomem matéria-prima e arrasam a natureza, cabe ao educador despertar na criança o patrulheiro ambiental, que irá fiscalizar e proteger a natureza.
                                                                                                 
OBJETIVO GERAL
Despertar o interesse pela preservação da natureza, assim como, as formas de vida e sua sobrevivência, observando o meio natural desenvolvendo a curiosidade e a prática investigativa de cada criança.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
-Desenvolver a percepção sensório-motora, a observação, a apreciação do meio; ambiente externo e interno;
-Desenvolver a coordenação motora grossa e fina;
-Observar o ambiente em que se vive;
-Desenvolver a curiosidade e a prática investigativa;
- Compreender sobre as principais características da estação do ano “Primavera”;
-Ampliar a linguagem oral;
-Estimular a criatividade;
-Desenvolver a atenção e o raciocínio
-Desenvolver a percepção auditiva e visual;
-Compreender sobre os principais cuidados com as plantinhas.

METODOLOGIA (PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS):
Serão formadas rodas das conversas informais, atividades com materiais recicláveis, músicas, contos infantis, textos informativos, produções textuais, murais, etc.
Na primeira semana serão realizadas atividades de pinturas no sulfite, cantigas e conto infantil com o tema em destaque. Os estudantes realizarão um passeio interno no gramado do CMEI para conhecer algumas plantinhas (flores) e suas principais características (cores, caule, folhas etc.).
Na segunda semana serão realizadas atividades no papel pardo (painel primavera), utilizando-se diversos materiais recicláveis, como também serão contadas historinhas, cantigas e brincadeiras no gramado.
Algumas atividades serão realizadas em sala e outras extraclasse.
ATIVIDADES:
Atividades orais e escritas;
Plantio de diferentes mudas flores;
Jogo da Memória, Brincadeiras;
Músicas e Danças;
Pinturas e Recortes;
Materiais recicláveis (sucatas);
Histórias;
Técnicas de pintura;
Máscaras de flores trabalhadas;
Massinha de modelar;
Confecção de painéis;  
Poemas e Brincadeiras.

RECURSOS DIDÁTICOS
Papéis (sulfite, cartolina, color set, jornal, crepom, laminado, papel pardo etc.). Palitos de churrasco;  Sucatas (garrafa pet de diferentes cores e tamanhos; tampinhas de plásticos). Tesoura com ponta arredondada, cola branca e colorida, lápis de cor, giz de cera, giz de lousa, régua, gliter, fio de náilon, barbante, fita adesiva transparente, botão, pincel, E.V.A e  mudas de flores.

CULMINÂNCIA
Serão expostas algumas atividades referentes ao projeto no saguão da instituição para as demais turmas visualizarem e se interagirem com o tema em destaque. Também, será entregue aos estudantes um vasinho decorado contendoflores naturais, e com uma mensagem sobre a importância da estação primavera na vida dos seres vivos. 

AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada por meio de registros descritivos durante todo o desenvolvimento do projeto, levando em consideração a participação dos estudantes frente às atividades propostas com o tema em destaque.


Árvore de mãozinhas

Atividade com o tema Dia da Árvore realizada com a minha turminha do Maternal II (2018)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Sugestões Primavera




Sugestões retiradas da Revista Educação Infantil Ano VI, nº 43

Poderá gostar também:

http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/112/artigo272765-1.asp 

 Aproveite o tema para trabalhar também as pinturas impressionistas




Veja essa e outras sugestões clicando no link abaixo:
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/123/artigo301988-1.asp

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

21 de setembro "Dia da Árvore"



Os povos antigos acreditavam que a árvore era uma encarnação dos deuses. Inúmeras lendas, crendices e superstições se criaram, em todas as partes de nosso planeta, tendo como centro a árvore.
Os africanos que vieram para o Brasil trouxeram mudas de árvore de dendê, que cultuavam religiosamente. Ainda hoje, nos culto afro-brasileiros, o dendê tem importância religiosa.
Entre os cristãos, a festa máxima do Natal é festejada também com uma árvore que se ilumina com lâmpadas ou velas multicoloridas.Por que teria a árvore adquirido essa importância para todos os homens de tal forma que até serve como intermediária entre ele e Deus?
A resposta é simples: a árvore, que dá sombra, frutos, flores, também exerce influência sobre o clima, sobre a distribuição das águas.
Pode-se mesmo dizer que as árvores são a vida de nosso planeta e que protegê-las é proteger a Terra e seus habitantes.
A 21 de setembro- Dia da Árvore-devemos pensar que é necessário plantar milhões de árvores para compensar as florestas destruídas pela ambição humana.

domingo, 9 de setembro de 2018

Poesia "Dia da Árvore"




A ÁRVORE

"Criança, a árvore merece
A nossa estima sincera
Dá frutos doces no outono
E flores na primavera.

Nunca maltrates uma árvore
A quem tudo nós devemos
Desde a madeira da porta
Ao lápis com que escrevemos.

Na sombra da árvore amiga
Pensa bem no teu destino
Pois dela foi feito
O teu berço pequenino."

Autor: Raul Aroeira Serrano

Conto infantil A árvore mágica




Era uma vez um menino muito esperto, ativo e inteligente que vivia numa cidade bem bonita e cheia de coisas interessantes. Sua curiosidade era sem tamanho e vivia em movimento buscando conhecer coisas novas. Como não tinha irmãos e nem amigos próximos de sua casa, inventava brincadeiras solitárias e criava todo um mundo de fantasias que lhe preenchiam o tempo e o desejo de se manter em constante movimento.

Numa dessas brincadeiras, inventou que a grande mangueira que ficava no quintal de sua casa era mágica e que a cada galho em sua escalada havia uma surpresa e o desafio de chegar ao galho superior. Munido de uma corda e de uma lanterna, lançou-se na escalada da mangueira mágica.
Como o primeiro galho era alto, teve de usar a corda para conseguir superar o tronco, chegando ao desejado galho. Já seguro e estável, partiu em busca da surpresa que lhe estava reservada. Olhou com cuidado por toda a extensão do galho, chegando a seus ramos, folhas e frutos. Notou que havia muitas marcas e formigas, possivelmente por ser o galho mais baixo da árvore. Muitas pessoas já devem ter subido aqui, pensou ele, amarrando cordas ou feito coisas que lhe deixaram essas marcas. Era um galho “vivido” e não apresentava frutos. Considerou então que a surpresa daquele galho eram suas marcas e passou assim a buscar o próximo galho.

Havia outros da mesma altura, mas que não lhe revelariam surpresas, pois eram idênticos ao que já havia pesquisado. O ideal seria buscar um galho mais alto. Viu que havia um bem fácil de subir e outro mais difícil de escalar. Optou pelo mais fácil e sem muito esforço o alcançou. Viu que era um galho praticamente sem marcas e com muito menos formigas. Notou que este possuía frutos e mais folhas, sendo um pouco mais escuro e protegido dos raios solares. Imediatamente partiu em busca da surpresa e notou com espanto que no encontro de alguns de seus ramos se formava um pequeno refúgio onde havia um gato repousando. Pareceia ser um canto bem confortável e fácil de ser alcançado pelo animal. Lá ele poderia chegar ao chão sem muito esforço ou sair sorrateiro para caçar algum pássaro mais distraído. O gato foi a “surpresa” do galho e mais interessado nessa descoberta, olhou para o galho da mesma altura que era mais difícil de ser alcançado. Optou por explorá-lo ao invés de partir para outro mais alto. Com alguma dificuldade, conseguiu equilibrar-se na difícil ramificação e notou que era bem provido de frutos, quase bloqueado de tantas folhas e pequenos galhos. Levantando alguns ramos, foi entrando um pouco mais e viu encantado um pequeno ninho com três pequenos ovos rosados. Não havia pássaros, apenas os ovos. Como sabia que os pássaros não gostam que mexam em seus ovos, respeitou o ninho, ficando apenas alguns minutos apreciando a beleza daqueles pequenos ovos que um dia dariam vida a passarinhos famintos e engraçados por ainda não terem penas. O ninho e seus ovos foram a surpresa desta vez.

Saciada sua curiosidade, voltou alguns metros para poder analisar o próximo galho. Viu que não seria uma escalada das mais fáceis. Teria de ser bastante astuto e ágil para poder alcançá-lo. Ficou analisando o local, escolhendo onde colocaria as mãos e cada um dos pés. Não se sentiu seguro em nenhuma das possibilidades de subida. Continuou a pensar e concluiu que seu próximo passo seria desafiador e viável apenas com a ajuda da corda. Nessa hora pensou: “tomara que a surpresa daquele galho valha a pena!”.

Lançou a corda e com alguma dificuldade conseguiu fixá-la e obter apoio para escalar. Com muito cuidado foi se movendo e superando todos os obstáculos e dificuldades, conseguindo alcançar o novo patamar. Escolheu com atenção a posição em que iria se acomodar e uma vez seguro, limpou o suor do rosto e olhou ao redor. Estava no entardecer e o grande número de folhas tornava aquele local escuro. Olhou para frente, para a esquerda e quando olhou para a direita, quase caiu dado o susto que levou ao ver no final do galho dois pontos que brilhavam no ar. Ainda assustado e com o coração disparado ligou a lanterna e apontou-a para os pontos brilhantes. Qual não foi a surpresa ao ver que se tratava de um gambá que, como ele, estava tão assustado e sem entender o que aquele menino fazia em seu esconderijo. Como se tivessem feito um pacto de paz, apenas ficaram se entreolhando por alguns minutos, tendo a luz da lanterna percorrido todo o pequeno animal. O menino nunca tinha chegado tão perto de um gambá e assustado, quase perdeu o equilíbrio. A mexida no galho em virtude do desequilíbrio do menino fez o gambá ficar com medo e expelir seu líquido de odor insuportável. Ao perceber o cheiro horrível a sua volta, sem pensar duas vezes o menino deu um pulo, alcançou o galho superior e enquanto levantava as pernas viu o gambá passar como um raio por onde ele estava, descendo rapidamente da mangueira.

Tendo eleito o gambá a surpresa do galho anterior, foi se ajeitando no novo galho e passando a explorá-lo. Já era um ramo bem próximo do alto da árvore. Ficou muito surpreso ao verificar que havia uma pequena caixa pregada junto ao tronco. Parecia ser uma caixa de madeira, daquelas que antigamente vinham com sabonetes. Partiu em sua direção e ao alcançá-la notou que dentro dela havia um pequeno papel dobrado. Pegou a folha e ao abri-la, observou que era um mapa de tesouro! Era na verdade um mapa feito por outra criança e que tinha algumas setas, desenhos e um “x” em vermelho no final de um dos traços. Com letras bem infantis, pôde ler que se tratava do tesouro do pirata da barba vermelha e que poderia ser um tesouro bem valioso. “Isto sim é que é surpresa!” Dobrou o mapa com cuidado e o colocou no bolso. Olhou para cima e viu que só havia mais um galho. Resolveu partir para a escalada final.

Já estabelecido no galho mais alto da mangueira, levantou-se com cuidado e sua cabeça ficou acima dos ramos. Desse modo, de pé no galho mais alto, pode ver todo o quintal, a sua casa e ainda o quintal dos vizinhos. Era uma visão privilegiada, reservada apenas a quem se aventurasse a subir tão exuberante árvore. Ficou apreciando a paisagem e nesse momento ouviu sua mãe gritar seu nome, avisando-o que estava na hora de entrar para tomar um banho e jantar. Decretou a visão especial como a surpresa do último galho e iniciou a decida.

Após alguns minutos, estava novamente no chão. Olhou para cima e como que agradecendo à mangueira, lhe deu um sorriso. Partiu então para a casa.

Tendo tomado o banho, foi para a mesa do jantar e enquanto saboreava a deliciosa comida que sua mãe havia feito, começou a contar uma história fantástica sobre piratas e tesouros, algo que não surpreendia seus pais, uma vez que toda noite havia uma história nova no jantar. Porém, dessa vez havia mais do que fantasia. Em determinado momento da história, tirou do bolso o mapa do tesouro e o mostrou ao seu pai. O pai, quase que imobilizado fixou o olhar naquele pequeno pedaço de papel e sem mover um músculo, deixou escorrer pelo rosto duas lágrimas. Uma em cada face do rosto.

O menino e sua mãe ficaram surpresos com aquela reação do pai e imediatamente perguntaram o que havia ocorrido. O pai então, enxugando as lágrimas, disse com a voz ainda embargada pela emoção: “Eu sou o pirata da Barba Vermelha! Desenhei esse mapa quando tinha 8 anos e isso já faz mais de três décadas”.

Ao mesmo tempo em que falava foi em direção ao filho e enquanto o abraçava, observava o pequeno e infantil mapa do tesouro. A mulher foi ao encontro dos dois e os abraçou, fechando um abraço de família que há tempos não acontecia. Nessa hora o menino olhou pela janela e viu brilhar no alto da mangueira uma luz que parecia dizer-lhe: “Sou mesmo uma árvore mágica!”.

sábado, 1 de setembro de 2018

Poesia sobre a Semana da Pátria




BRASIL, PÁTRIA AMADA

A família é uma comunidade
Pátria é a união das famílias.
Pátria é a nossa grande família.
A Pátria é uma comunidade.
A Pátria é a nossa casa,
nosso lar,
nosso bairro,
nossa cidade,
nosso Município,
nosso Estado,
nosso País.
Nossa terra é o campo,
é a cidade.
Nossa gente é o trabalhador do campo,
é o trabalhador da cidade.
Também é Pátria:
a soma dos problemas
de nossa terra, de nossa gente
e o esforço de todos para resolvê-los.
Nossa gente é a nossa família, são nossos irmãos, nossos companheiros.
Somos todos nós que
trabalhamos juntos
para sermos livres e
não dominados por
ninguém.
Nossa Pátria é toda essa gente livre
que lê e escreve junto
a História de nossa terra.
( Lendo e Escrevendo as Realidades Mineiras, Maria de Freitas Chagas- FTD)

sugestões de atividades Semana da Pátria

Setembro começa com a Semana da Pátria

Mas, em vez de celebrar, que tal usar a comemoração para estimular a percepção e aguçar o senso crítico da criançada de forma interdisciplinar?

http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/99/artigo273611-1.asp

 Objetivo:

A partir da análise e da leitura comparativa entre os 
quadros de Pedro Américo e Ernest Meissonier, despertar
a percepção das crianças, com a intenção de desenvolver
um olhar crítico para os fatos históricos que são 
transmitidos e assimilados praticamente sem nenhum questionamento.

Faixa etária:
Crianças a partir do 4º ano.

 

 

 

 

 

 

   

  

 

Detalhe de Independência ou Morte, de Pedro Américo

É comum ouvirmos que um povo sem história e, em consequência, sem historiador, não tem memória. No entanto, nosso passado está repleto de fatos obscuros que, graças à liberdade artística, ganharam versões que se tornaram quase que verdadeiras, tal como a Independência do Brasil. De qualquer forma, o papel do historiador sempre foi de suma importância, porque, com seus estudos, ele interpreta a história passada para aprofundar o conhecimento do presente. Mas, hoje, a ligação com o cotidiano está tornando a disciplina cada vez mais atraente. Em substituição aos temas amplos, que evidenciam preocupações com países, guerras e heróis, nos últimos anos, os profissionais de História estão se dedicando a pesquisas de temas restritos (dos interesses individuais, da arte, da mulher, da juventude, da criança etc.). Embora eles pareçam menores, uma pequena descoberta, pode levar à origem de muitas coisas. Esse processo fica evidente na Independência do Brasil. A partir do estudo do quadro de Pedro Américo, muita coisa veio à tona! Continuar lendo...http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/99/artigo273611-1.asp

Atividades Semana da Pátria





















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Feliz Dia do Professor!!!!

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