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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Projeto Natal 2011


PROJETO DIDÁTICO
O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito” ( Jean Piaget)

TEMA: NATAL
INSTITUIÇÃO: 
MUNICÍPIO:
TURMAS:  Maternal II-A E Jardim-B
TURNO: matutino e vespertino
PROFª: Cláudia
COORDENAÇÃO:

DIREÇÃO:
EXECUÇÃO: 

JUSTIFICATIVA

Este projeto tem por finalidade desenvolver o espírito de natal nos alunos mantendo as chamas da alegria, da esperança e da confraternização.
O Natal tem origem em uma crença, e as formas de celebrá-lo estão relacionadas às diferentes religiões.  
Nesse projeto procura-se resgatar um pouco dos saberes e abordar sobre o tema Natal de forma criativa e dinâmica, buscando sempre compartilhar experiências.   Portanto, nessa visão é possível trabalhar o Natal sem apalogias ou desrespeito a qualquer religião, em especial com as crianças pequenas, que se apegam e se interessam pelos objetos (símbolos) do Natal pelo concreto e não pelos conceitos ou por significados impostos. O professor deve levar em consideração a o respeito à diversidade, além do detalhamento de como o tema será trabalhado.

CONTEÚDOS:

Maternal II-A

Músicas; Poesias, Contos infantis; Atividades de Raciocínio lógico, Desenhos; Pintura, Colagem, Brincadeiras; Vídeos,  

Jardim-B
Cantigas natalinas,  poesias, contos infantis natalinos, raciocínio lógico, coordenação motora fina e grossa, percepção visual e auditiva.

OBJETIVO GERAL:  

Este projeto tem por objetivo geral trabalhar o tema “Natal” e os seus símbolos, despertando nas crianças o respeito as diversas religiões por meio da afetividade e sociabilização utilizando recursos criativos e dinâmicos.

 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

MATERNAL II-A

Criar estratégias de ensino que levem os alunos a:
- compreender o significado do Natal;
- conhecer os símbolos natalinos;
- refletir e valorizar os diversos tipos de religião;
- desenvolver o raciocínio lógico;
- desenvolver a expressão corporal;
- desenvolver a sociabilização;
- ampliar a  linguagem oral;
- desenvolver a percepção sonora e auditiva.
- revisar as cores;
- revisar as figuras geométricas;
- compreender o conceito de longe/perto;
- adquirir  o conceito em cima/em baixo
- desenvolver a coordenação motora fina/grossa

JARDIM-B

- incentivar o gosto pela leitura por meio de contos infantis;
- compreender o significado do Natal;
- conhecer os símbolos natalinos;
- refletir e valorizar os diversos tipos de religião;
- desenvolver o raciocínio lógico;
- desenvolver a expressão corporal;
- desenvolver a sociabilização;
- ampliar a linguagem oral;
- desenvolver a percepção sonora e auditiva.
- revisar as cores;
- revisar as figuras geométricas;
- adquirir o conceito de longe/perto;
- compreender o conceito em cima/em baixo
- estimular o desenvolvimento da coordenação motora fina/grossa
- conhecer e revisar a letra inicial do nome;
- conhecer e revisar o número que corresponde a sua idade.

METODOLOGIA ( estratégias de ensino)

As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com os alunos, de acordo com o planejamento de ensino. Serão formadas rodas de conversas informais com as crianças para abordar por meio de contos infantis e cantigas o tema “Natal”. Ainda serão confeccionados símbolos de Natal tais como:  sinos, anjos, árvores de natal, presépios, cartões de Natal, com materiais recicláveis, atividades com poesias, músicas, hinos natalinos, textos informativos, murais “Natal”, etc. Algumas atividades serão desenvolvidas extra classe. As atividades serão desenvolvidas por meio de Planejamento de Ensino e com o acompanhamento da direção e coordenação.

ATIVIDADES ( Maternal II-a e Jardim B)

- confecção de painel Natal;
- desenhos com o tema no sulfite;
- colagem;
- fantasias;
- recorte;
- montagem de histórias;
- cartões;
- brincadeiras dirigidas;
- música;
- teatro com fantoche;
- poesia;
- Album educativo "Natal".

RECURSOS DIDÁTICOS:

sulfite, lápis de cor, giz de cera, cartolina, EVA, CDs, aparelho de som, aparelho de DVD, aparelho de televisão, máquina digital, massinha de modelar, papel manilha, TNT, cola quente, crepom, tesoura, revistas, livros de contos, janelinha de fantoche etc.

CULMINÂNCIA:

Será realizada uma apresentação musical com as crianças para as demais turmas do Centro Infantil.

AVALIAÇÃO:

A avaliação será feita através de registro pelo professor através da observação da participação e do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos frente às atividades propostas durante a realização deste projeto. No final será feito um relatório descritivo e com imagens ( fotografia) dos pontos significativos deste projeto para ser entregue a Coordenação Pedagógica.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Atividade permanente: Não ao preconceito

Objetivos
- Estimular o respeito à diversidade.
- Formar cidadãos preocupados com a coletividade.
Tempo estimado
O ano todo.
Materiais necessários
Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas, linha, agulha, botões, papel, lápis de cor e giz de cera.
Desenvolvimento
Atividade 1
Reúna a turma em círculo para ouvir você ler histórias que tratem da diversidade e valorizem o respeito à diferença. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.
Atividade 2
Convide os pais para fazer, junto com os filhos, uma oficina de bonecos negros. Ofereça o material necessário.
Depois de prontos, deixe-os à disposição na sala para as brincadeiras ou organize um revezamento para que as crianças possam levá-los para casa.
Os pequenos criam laços com esses objetos e se reconhecem neles.
Atividade 3
Um dos problemas enfrentados pelas crianças negras é relacionado aos cabelos. Não é difícil ouvir algumas falando que gostariam de tê-los lisos.
Mexer nos cabelos e trocar carinho é uma forma de cuidar delas, romper possíveis barreiras de preconceitos e aprender que não existe cabelo ruim, só estilos diferentes. Sugira que a turma desenhe em uma folha os diferentes tipos de cabelos (textura, cor etc.) que existem.
Atividade 4
Peça pesquisas sobre a história de alimentos e músicas de diversas origens. Planeje momentos de degustação e de escuta. As aulas de culinária são momentos ricos para enfocar heranças culturais dos vários grupos que compõem a sociedade brasileira. Conhecer músicas em diferentes línguas é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. Isso se aplica a todas as formas de arte.
Avaliação
Observe em brincadeiras e falas se as crianças aceitam bem a diversidade e se todos valorizam suas origens e a auto-imagem.
Lucimar Rosa Dias
Do Ministério da Educação.
Waldete Tristão Farias Oliveira
Formadora de professores, de São Paulo.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/nao-ao-preconceito-428197.shtml

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Igualdade de oportunidades: uma questão de consciência

fonte: CNTE Informa 508 site: http://www.cnte.org.br

O dia 20 de novembro - Dia da Consciência Negra - foi celebrado pela primeira vez em 1971 para mostrar quanto o país está marcado pelas diferenças e discriminações raciais. Celebrar esta data é manter viva na memória dos brasileiros as lutas do povo negro e a figura de Zumbi, símbolo de resistência, o herói que lutou pela liberdade. É também uma tentativa de remediar os erros do passado e celebrar a força da cultura afrodescendente.
Nesta Semana da Consciência Negra é importante refletir sobre o que se tem feito para a redução do preconceito no Brasil. A lei n° 10.639, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileiras nas escolas de todo o país é uma contribuição importante e foi criada para a discussão sobre a igualdade racial, o reconhecimento e valorização da história, cultura e identidade dos descendentes africanos.

Muitas escolas ainda não incluíram as matérias em seus currículos. Defendemos que é preciso acelerar a implantação da Lei como forma de acabar com as desigualdades. Todos os anos promovemos campanhas de valorização nas escolas públicas, através de nossos sindicatos filiados, para celebrar o dia da Consciência Negra. Inclusive elaboramos, neste mês, um jornal mural sobre o tema que foi distribuído às unidades escolares. O nosso objetivo como educadores, é levar à reflexão sobre a discriminação racial, valorizar a diversidade étnica, gerar debate, estimular valores e comportamentos de respeito.

Outra conquista a destacar é o sistema de cotas, que ainda causa polêmica. Muitas pessoas são contrárias às cotas para negros porque consideram um privilegio. Mas, elas são fundamentais para acelerar o processo de inserção do negro no exercício pleno de cidadania. As cotas representam a única forma de se resolver o problema da exclusão racial no curto prazo.

E com a chegada do Estatuto Igualdade Racial, que determina a implantação de cotas nas universidades, nos partidos políticos (reserva de pelo menos 30% dos cargos para candidatos negros) e nas empresas (pelo menos 20% nas empresas com mais de 20 empregados), acreditamos que ele irá ajudar o Brasil a promover mais rápido a igualdade de direitos.

Ainda há muito para ser feito no sentido de assegurar uma maior democratização - em termos raciais e econômicos e é papel do estado, com o apoio dos movimentos sociais, acelerar esse processo.

sábado, 6 de outubro de 2012

atividades: moedas/notas

O uso das moedas e os números decimais

Objetivo
- Composição de números decimais.

Conteúdos
- Compor valores monetários utilizando moedas.
- Registrar expressões equivalentes na composição de valores monetários utilizando moedas.
- Analisar informações contidas em notação decimal.

Tempo estimado
Duas aulas.

Anos
4º e 5º

Material necessário
Os problemas apresentados nas etapas 1, 2 e 3 e cópias de moedas (na falta desse recurso, desenhe-as no quadro).

Flexibilização para deficiência intelectual
Peça ao AEE que providencie cópias das moedas em papel cartão para que sejam utilizadas em classe ou nas atividades de apoio.

Desenvolvimento
1ª etapa
Inicie o trabalho com números decimais com atividades envolvendo a composição e decomposição de valores utilizando moedas e o registro dessas quantidades. Isso promove a mobilização dos conhecimentos prévios dos alunos sobre a escrita de números decimais a partir de um contexto social. Esse ponto de partida para o desenvolvimento desse trabalho permite que a garotada realize antecipações e controles sobre os cálculos, além de promover uma diversidade de procedimentos que colaboram para incrementar o repertório da turma. Proponha, então, que em duplas os alunos resolvam o seguinte problema: "Utilizando moedas, como as que se encontram logo abaixo, escreva três maneiras diferentes de compor 3,65 reais. Para isso, você pode usar várias moedas de um mesmo valor".

Flexibilização para deficiência intelectual
Antecipe esta atividade para ser desenvolvida no AEE. Se o aluno ainda não tiver agilidade no cálculo mental, o AEE pode preparar pequenas tabelas colando as moedas e mostrando o resultado, por exemplo, duas moedas de R$ 0,25 resultam em R$ 0,50, ou duas de R$ 0,50 somam R$ 1. Muitas atividades mais escolares ou lúdicas envolvendo o uso de moedas devem ser desenvolvidas no AEE ou mesmo em casa, segundo orientação do professor. E nessas atividades ele pode consultar as tabelas para efetuar as somas dos valores.

A seguir, organize uma discussão coletiva com o objetivo de comparar algumas das diferentes possibilidades de resolução e a equivalência entre elas. Faça um painel com as possibilidades encontradas. Proponha que analisem quais composições utilizam o menor número possível de moedas.

Flexibilização para deficiência intelectual
Organize uma dupla que favoreça sua atuação e, se achar necessário, altere os valores a ser composto - o mesmo pode ser proposto para outros alunos, para que a turma tenha maior variedade de números para comparar.

2ª etapa
Peça que os estudantes resolvam individualmente o seguinte problema: "Registre três maneiras diferentes de compor R$ 0,87 e R$ 2,08". A intenção é que façam uma primeira análise da escrita de números decimais.

Flexibilização para deficiência intelectual
Peça que o aluno com deficiência faça a mesma atividade manuseando as moedas representadas no papel cartão e garanta que tenha disponíveis as tabelas de consulta. Ele pode trabalhar em dupla ou sob sua orientação.

Enquanto os alunos realizam a atividade, percorra a sala de aula para observar as estratégias utilizadas para resolver as questões e como os alunos organizam seus registros. Observe também quais os equívocos cometidos e as dificuldades enfrentadas pelos alunos. Essas questões também devem ser compartilhadas na discussão no grande grupo não só para a garotada validá-los ou não, mas principalmente para explicitar os argumentos que as sustentam. Pode ocorrer, por exemplo, de um aluno propor utilizar 28 moedas de R$ 0,10 para formar R$ 2,08 (o que sugere que ele confundiu R$ 0,08 com R$ 0,80). Nesse caso, pergunte à turma se é possível fazer essa composição, e proponha que os alunos componham R$ 2,80 para que possam confrontar as duas soluções e reconhecer as diferenças entre R$ 2,08 e R$ 2,80. Registre no quadro as possibilidades encontradas pelos alunos e questione-os como garantir que as composições estão corretas. O objetivo aqui não é esgotar as combinações possíveis, mas a comunicação das justificativas das soluções propostas e a análise da equivalência entre as possibilidades elencadas. Para dar início à análise do valor posicional, finalize esta etapa escrevendo no quadro R$ 0,87 e pergunte à turma qual a relação entre o número 8 e o fato de poder utilizar 8 moedas de R$ 0,10 para compor a quantidade. A intenção é estabelecer a relação entre a quantidade de moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,01 necessárias para compor R$ 0,87. Juntamente com os alunos, analise também a diferença no registro do número 8 em 0,87 e 2,08. Espera-se que os alunos reconheçam que em um caso trata-se de moedas de R$ 0,10 e no outro, de moedas de R$ 0,01.

Flexibilização para deficiência intelectual
Para realizar esse registro do sistema monetário, o aluno pode receber uma folha impressa com uma tabela indicando a posição de cada número. Proponha atividades extras para serem realizadas em casa ou junto ao AEE, como pedindo que ele monte valores com as moedas e os copie na tabela.

3ª etapa
Para os alunos aprofundarem a análise da escrita decimal, apresente a eles o seguinte problema: quantas moedas de R$ 0,10 são necessárias para compor os seguintes valores:
a) R$ 1
b) R$ 0,80
c) R$ 2,20
d) R$ 12,50
e) R$ 4,25

Discuta com os alunos a validez das respostas obtidas. Se aparecer algum procedimento de resolução baseado na interpretação direta sobre a escrita do número, submeta-o à discussão para toda a classe. Aprofunde a conversa com a seguinte intervenção: "Alguns alunos afirmam que podem saber quantas moedas são necessárias para compor os valores apresentados sem ter que fazer contas, só observando os números. O que vocês pensam dessa ideia?".

Flexibilização para deficiência intelectual
Apresente como opção o uso das moedas e o registro da conta armada. Reduza a quantidade de exercícios para o aluno, prevendo um tempo maior para a realização da proposta.

Avaliação
Observe se os alunos explicitam a regularidade entre a escrita decimal e o valor de cada moeda. Proponha que verifiquem se essa regularidade é válida para outros decimais. Analise também se já reconhecem quando se pode pagar com moedas de R$ 0,10 e quando não. Caso apareça a afirmação de que o valor registrado deve terminar em zero para que seja possível a composição utilizando somente moedas de R$ 0,10, pergunte como compor, por exemplo, R$ 2,50. Retome as ideias trabalhadas na 2ª etapa para que os alunos possam estabelecer relações entre as escritas decimais e a quantidade de moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,01
para compor o número.

Flexibilização para deficiência intelectual
Amplie a avaliação para as diferentes competências. Verifique se o aluno assimilou os valores da nossa moeda corrente. Veja quais avanços ele fez nas somas, se o uso das tabelas foi efetivo e produziu aprendizagem, e se ele se tornou capaz de colocar esses conhecimentos em situações como, por exemplo, comprar um lanche na cantina.


Consultoria Andréia Silva Brito
Da EEEFM Carlos Drumond de Andrade em Presidente Médici, a 412 quilômetros de Porto Velho.
Fonte Proposta adaptada do livro Estudiar Matemática, de Claudia Broitman e Cinthia Kuperman.

 http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/uso-moedas-numeros-decimais-619657.shtml

atividades leitura e interpretação textual







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