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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Projeto didático "Brincando e aprendendo com parlendas"


INSTITUIÇÃO:
TURMA: TURNO:
PROFESSORA:
DURAÇÃO DO PROJETO: ...../...../.......À ..../....../......
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO:
TEMA DO PROJETO: Brincando e Aprendendo com Parlendas

JUSTIFICATIVA:

Em geral as crianças sentem-se muito atraídas pelas parlendas, por ser um tipo de texto com ritmo e sonoridade que diverte e ensina, favorecendo as atividades com leitura e escrita. Nesse sentido este projeto objetiva o desenvolvimento da linguagem oral e da expressão corporal dos alunos através das parlendas.
Em nossa sociedade do conhecimento, o papel da escola ganha nova importância. Está nas mãos da escola, criar espaços e tempos para que as crianças vivam plenamente sua infância, desenvolvam sua criatividade ao invés de reproduzir comportamentos estereotipados, adquiram uma bagagem cultural que lhes permita inserir-se criticamente na sociedade, sendo capazes de transformá-la. ransmitir o legado cultural constituído pela humanidade é uma das funções primordiais da educação.
O resgate da tradição cultural e do folclore infantil presente nas parlendas, adivinhas e trava-línguas é uma das funções deste processo, pois esse tesouro constituído ao longo dos séculos não pode ser perdido.
Vale a pena trazer as cantigas e parlendas para a educação infantil por uma série de fatores, como nos lembra Fanny Abramovich: pelo seu valor social, pois “vieram de tão antigamente, quando as avós de nossas avós já faziam roda, davam as mãos e cantavam por horas essas cirandas tão belas, tão plenas de elementos importantes, significativos, belos”; pelas possibilidades de amadurecimento emocional que carregam em seus textos: “quanta declaração de amor, quanto ciuminho, quanta inveja passava na cabeça de todos”, pela expressão corporal que permitem e pelo conhecimento do corpo, “tantas outras aproximações corporais que uma ciranda proporciona”, pela brincadeira e pelo movimento em si: “usar todos os movimentos, brincando de modo gostoso, solto, fora da sala de aula... no mundo”.

OBJETIVO GERAL:

Permitir que as crianças possam brincar com parlendas, trava-línguas em atividades rítmicas que trabalhem percepção sonora, atenção e concentração, através do resgate da nossa herança cultural

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Levar os alunos à:

- Propiciar a ampliação da linguagem oral;
- Dar ao aluno a oportunidade de memorizar e reproduzir rimas e parlendas;
- Desenvolver a percepção auditiva e visual através de parlendas;
- Produzir diversas técnicas plásticas tais como: desenho, modelagem, colagem e pintura através das parlendas;
- Desenvolver a coordenação motora;
- Desenvolver a sociabilização.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:
CDs, aparelho de som, cartolinas, pincéis atômicos, giz de cera, tesoura, DVD, aparelho de televisão, gravuras, livros didáticos, livros de parlendas, máquina digital, papel manilha etc.

METODOLOGIA ( DESENVOLVIMENTO):
-Contar para os alunos parlendas ;
- Cantar e dançar a música em vários ritmos até que os alunos conheçam e
entendam o ritmo e a letra;
- Pedir que imitem através de gestos os ritmos da parlenda;
- Escrever várias parlendas em cartolinas e fixar na sala de aula;
- Organizar pequenos círculos onde cada aluno ouvirão e acompanharão com gestos várias parlendas.

CULMINÂNCIA:
Será feita uma exposição através de um painel com todas as atividades realizadas pelos alunos (as) durante o desenvolvimento do projeto para as demais turmas da instituição.

AVALIAÇÃO:
Será através de registro por parte do professor(a) de cada aluno (a) do desenvolvimento da aprendizagem frente as atividades individuais e coletivas propostas durante a realização do projeto em destaque.

Projeto Música na Escola

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Márcia Elizabeth de Araújo e Gleice Maria Carvalho de Lira
Fonte: http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1194)

A sociedade atual está cada vez mais violenta. Sabemos que as causas são muitas e que precisamos enfrentá-las de forma a construir uma nova visão de mundo, pois temos a necessidade de lutar por uma sociedade mais harmoniosa, já que nossos jovens vêm sofrendo a cada instante algum tipo de violência.
Através desses questionamentos, começamos a analisar que boa parte dos jovens que fazem parte do nosso colégio vive um momento de grande ociosidade. Entendemos esse sentimento como conseqüência da falta de oportunidade e ocupação nas horas vagas. Além disso, os pais ou responsáveis estão cada vez mais trabalhando fora de casa e acabam, inconscientemente, contribuindo não só para a ociosidade dos jovens como também para obrigá-los a assumirem uma responsabilidade para a qual eles ainda não têm preparo emocional. São jovens e adolescentes na sua maioria sem condições financeiras para investir em atividades que venham a distanciá-los da ociosidade, da violência, das drogas, do vandalismo, etc. Partindo desses nossos questionamentos, começamos a pensar no que faríamos para ajudar nossos jovens a iniciarem uma atividade que viesse a contribuir para sua integração social, cultural e artística. Algo que despertasse neles, de forma pedagógica e educativa, a necessidade de resgatar a sensibilidade frente a tantos problemas sociais que precisamos enfrentar para que possamos, juntos, construir um mundo melhor.
Diante das nossas reflexões é que iremos resgatar a sensibilidade dos jovens através da música, desenvolver a cada momento o poder do senso crítico, permitindo que eles tomem decisões conscientes para uma vida com mais dignidade e respeito para com o mundo em que vivemos.

Objetivos

Abordamos os seguintes tópicos:
  • Desenvolver a criatividade e a sociabilidade dos alunos.
  • Despertar o interesse pela iniciação à música.
  • Desenvolver a questão da sensibilidade através da música.
  • Descobrir novos talentos através da música.
  • Trabalhar a pluralidade cultural.
A música é fundamental para o desenvolvimento não só infantil, mas para os adolescentes. É através da música que os adolescentes elaboram seus conflitos, apropriam-se do mundo em que vivem, desenvolvem a criatividade e socializam-se. Pela saúde mental das crianças e dos futuros adultos, precisamos resgatar um tempo e um espaço para trabalharmos, juntos, com esses adolescentes, a música e seus instrumentos musicais.
A música está presente em todos os ambientes. Os sons são notas musicais que, muitas vezes, passam despercebidas por nós; sons podem vir do carro que passa, do apito da sirene, do vento que balança as folhas, do bebê que chora ou mesmo balbucia... Sons/músicas estão presentes em nossa vida. Somos afetados por eles sem pensar neles ou senti-los.
Muitos dizem que há uma música para cada momento. Quando estamos com alguns amigos, queremos músicas mais animadas; às vezes, estamos sós e ouvimos músicas mais suaves. Não há um padrão definido, depende daqueles que as escutam.
Estar atento, ou melhor, aguçar nossa audição — o ato de nos atermos ao som que nos rodeia — é uma aprendizagem.

A palavra música sugere diversas idéias relacionadas às diferenças que caracterizam os inúmeros estilos musicais, à época, aos motivos que levaram à sua criação e aos aspectos sociais. Uma canção de ninar é sensivelmente diferente das batidas dos tambores que marcavam o ritmo das remadas escravas nas galeras; o canto gregoriano difere, em tudo, do som de um grupo de rock; porém todas essas formas sonoras de expressão são chamadas de música.
A música altera nosso estado de espírito. O corpo reage às vibrações dos sons, são despertadas emoções que interferem no funcionamento de nosso organismo. Existem teorias que comprovam as reações de células e órgãos através das emoções que são deflagradas.
Ao longo da história, a música esteve presente e influente nas sociedades. Tão antiga quanto o homem, a música primitiva era usada para exteriorização de alegria, prazer, amor, dor, religiosidade e anseios da alma. Darwin declarou que a fala humana não antecedeu a música, mas derivou dela.


Márcia Elizabeth de Araújo é pedagoga (Universo), tem pós-graduação na área de Recursos Humanos para a Educação (Fafire) e é coordenadora do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio.
Gleice Maria Carvalho de Lira é pedagoga (Universo), tem pós-graduação na área de Recursos Humanos para a Educação (Fafire) e é diretora.

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