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domingo, 29 de agosto de 2010

atividades alfabetização



 

domingo, 22 de agosto de 2010

Plano de aula: Tintas e texturas na ed. infantil

Faixa etária
0 a 3 anos
Conteúdo
Exploração e linguagem plástica
Introdução
Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a ter experiências estéticas quando percebem que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto. Oferecer diferentes materiais aos pequenos é uma maneira de ampliar a capacidade de expressão deles e o conhecimento que têm do mundo.

Objetivos
Explorar diferentes materiais e superfícies para ampliar as possibilidades de expressar-se por meio deles.

Conteúdo

- Exploração e manipulação de materiais, como papéis de diferentes texturas, de meios como tintas, água, etc.
- Exploração e reconhecimento de diferentes movimentos gestuais desenvolvendo todos os segmentos de coordenação.
- Cuidado com materiais e com os trabalhos e objetos produzidos individualmente e em grupo

Tempo estimado:
30 minutos, uma ou duas vezes por semana
Material necessário:
Tinta guache, anilina comestível em pasta, cola, areia, fubá, sagu, maisena, papéis diversos como: cartolina, cartão, color set, camurça, craft, papelão, sulfite, lixa pincéis de vários tamanhos, rolinho e esponja

Desenvolvimento das atividades 

Atividade 1: Trabalho com tinta guache
Prepare a tinta guache para ser usada pelas crianças (pois se esta ficar muito diluída escorre e o trabalho pode se perder), batendo no liquidificador 5 colheres de sopa da tinta escolhida com pouca água, guardando a mistura em garrafas plásticas. Pode-se oferecê-la em vasilhas de plástico grandes e baixas onde as várias cores fiquem à disposição ao mesmo tempo.
Prepare o espaço que pode ser o chão ou mesas forrando-os com plástico. Espalhe os papéis camurça, color set, craft,lixa,cartolina,etc. e diversos tipos de pincéis. Incentive a experimentação das texturas e cores fazendo com que a criança imprima sua marca nos papéis com os rolinhos, pincéis, esponja ou as mãos. Dê liberdade de movimentos aos pequenos.Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, para as crianças que já andam.

Outras variações com tinta guache:
- Guache com cola: para ser usadas em papel cartão, embalagens, além dos papéis usuais
- Guache com areia, fubá, sagu: para criar relevo e deve ser usado sobre papelão grosso ou papel grosso que suporte peso

Atividade 2: Trabalho com anilina
Esta deve ser usada sempre diluída e como as crianças são pequenas use a comestível em pasta que não é tóxica.

Variações:
-anilina com água: dá um efeito opaco e deve ser usado em papéis porosos como: cartolina, camurça, sulfite,... Usar 1 colher rasa de café em 100ml de água
-anilina com cola: quando seca deixa a tinta brilhante por causa da cola. Indicada para todo tipo de papel. Usar 1 colher rasa de café em 150 ml de cola.

Espalhe as tintas e os suportes nas mesas e peça para as crianças pintarem, explorando os efeitos da tinta sobre o papel, enquanto ouvem a música preferida da classe,

Atividade 3: Trabalho com tinta de maisena (finger)
Esta tinta deve ser usada sobre superfícies grossas como papelão ou papel cartão devido ao peso. Quando seca começa a quebrar e o trabalho fica cheio de rachaduras. Pode ser guardado em geladeira durante 3 semanas e para o trabalho ser arquivado deve-se utilizar pequenas quantidades de tinta pelo papel.

Variações:
-para um finger mais consistente, utilize 300g de maisena diluída em 2 litros de água. Levar ao fogo mexendo sempre até formar um mingau. Pode ser colorido com gelatina
-num finger mais mole, a quantidade de maisena cai par 200g/2 litros
Importante: esse tipo de tinta deve levar um conservante que pode ser sal (1 colher de sopa cheia para cada medida ) ou vinagre( 2 colheres de sopa rasas)

Atividade 4: Trabalho com tinta de sagu

Prepare o sagu no sabor uva ou morango e coloque sal como conservante (1 colher de sopa cheia para cada medida).Prepare o local, colando na parede papéis craft, para que as crianças trabalhem de pé. Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas.

Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta.
Importante: as pinturas terão curta duração (faz-se, expõe por uns dias e joga-se fora porque o sagu não seca)

Ao termino de cada atividade faça uma roda de apreciação incentivando o cuidado que os pequenos devem ter com os seus trabalhos e com os dos colegas. Monte uma exposição num lugar de visibilidade da escola para que os trabalhos sejam apreciados por todos

Avaliação
Observe a interação das crianças com os materiais e como elas se expressam através deles. O mais importante é proporcionar a experimentação de diferentes materiais, interagindo com os amigos num ambiente previamente organizado.

Valéria Regis da Silva
Diretora da Comunidade Assistencial Espírita “Lar Veneranda’, em Santos, São Paulo.
fonte: revista Nova escola

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Canção do soldado

Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados.
 Nas cores da nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança.
No peito em que ela impera,
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.

Quem sente no peito invicto
Ardor intenso,
Amor imenso,
Veste a farda e convicto,
Vai rumo à glória,
Rumo à vitória.
Dotado é de alma forte
Quem orgulhoso,
Vai desejoso
Afrontar a própria morte:
Vai rumo a glória,
Rumo à vitória!

E quando a Nação querida,
Ante o inimigo,
Correr perigo,
Daremos por ela a vida:
Por sua glória,
Sua vitória.
Co’os bravos que irão à frente,
Nós marcharemos,
Nós lutaremos,
Dizendo com fé ardente:
Por sua glória,
Sua vitória!

atividades dia do soldado

Mini Projeto "Dia do Soldado"

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 Tema: O Dia do Soldado
Justificativa:
As datas comemorativas ou fatos históricos são recursos importantes para se resgatarem valores de uma cultura rica como a brasileira, devido a mistura de várias raças, onde cada qual contribuiu para a formação do que somos hoje. E podem tematizar uma série de atividades criativas e interessantes, proporcionando integração, cooperação, alegria e prazer.
Objetivos:
* Dar um enfoque atualizado as comemorações das datas comemorativas e cívicas.
* Desenvolver o senso crítico do aluno, levando-o a questionar a realidade em que vive.
* Valorizar a figura do soldado encarregado da defesa da Pátria e de proteger o bem estar e a ordem social.
* Reconhecer a figura de Duque de Caxias como patrono do Exército Nacional.
* Conhecer a letra dos Hinos da Independência e do Hino Nacional.
* Conhecer os Símbolos da Pátria.
* Conhecer a história do Brasil antes da Independência.
Desenvolvimento
Os fatos históricos sociais, cívicos, religiosos ou folclóricos são muito importantes para se trabalhar em sala de aula com os alunos a Pluralidade Cultural, sugerida nos Párâmetros Curriculares Nacionais (PCN's) e podem tematizar uma série de atividades no ambiente escolar.
Em conversa na rodinha levar os alunos a distinguir nas forças armadas Exército, Aeronáutica, Marinha, Soldados da Polícia Militar, Polícia de trânsito, Corpo de Bombeiros, como sendo profissionais amigos encarregado da defesa da Pátria que estão para nos servir e também a nossa Pátria.
Organizar o cantinho do Soldado com pesquisas, várias gravuras, poemas, desenhos, cartazes e etc. Fazer uma entrevistas com militar ou expedicionário para saber:
- O que é ser soldado?
- O que veste, porque se veste com farda.
- O que ele precisa para proteger as pessoas e a Pátria.
- O que faz um soldado.
- Como é treinado.
- Que armas usa.
Independência do Brasil - 7 de Setembro
Roda de Conversa:
- Você pode fazer o que quiser no seu país?
- Você mudaria alguma coisa no seu país?
Nossa terra se tornou independente! ( Levar os alunos a reconhecer o significado dessa palavra). Você já ouviu o Hino Nacional ? Ele foi composto por Duque Estrada e Francisco Manoel da Silva, para deixar registrado o Dia da Independência.
Atividades relacionadas
1- Pesquise, em jornais e revistas, recorte e traga para a sala de aula, imagens de coisas que você não gostaria de ver no seu país e, com a ajuda da professora, monte um mural, com a frase:
O Brasil que não queremos
2- Vamos ouvir um trecho do Hino Nacional e depois desenhar, numa folha de ofício, uma ilustração que mostre o que você mais gostou nesse trecho do Hino.
HINO NACIONAL BRASILEIRO ( Antes de cantar , fazer a interpretação da letra do Hino)
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante
E o sol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou no céu da pátria nesse instante
3- Apresentar os Símbolos da nossa Pátria: Bandeira do Brasil, Hino Nacional, Selos e Armas.
4- Apresentar o Hino da Independência.
-Trabalhar textos e interpretação, dramatização, desenhos, filmes, músicas, poemas, pesquisas, etc.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Projeto Orientação Sexual



Faixa etária
4 e 5 anos
Conteúdo
Identidade e autonomia
Objetivos
- Envolver professores e pais no trabalho de orientação sexual dos estudantes.
- Desenvolver nos alunos o respeito pelo corpo (o próprio e o do outro).
- Refletir sobre diferenças de gênero e relacionamentos.
- Dar informações sobre gravidez, métodos anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
- Conscientizar sobre a importância de uma vida sexual responsável.

Anos
Este projeto pode ser adaptado para todo o Ensino Fundamental.

Desenvolvimento
1ª ETAPA Preparação da escola e da comunidade:

Capacitação da equipe - Professores e funcionários devem estar preparados para lidar com as manifestações da sexualidade de crianças e jovens. Um curso de capacitação sobre os principais temas (como falar e agir com crianças e adolescentes; prazer e limites; gravidez e aborto; DSTs etc.) é o mais indicado. Além disso, os formadores podem ajudar a identificar os conteúdos das diversas disciplinas que contribuem para um trabalho sistemático sobre o tema.

Envolvimento dos pais - Faça uma reunião com as famílias para apresentar o programa. Aproveite para falar brevemente sobre as principais manifestações da sexualidade na infância e na adolescência.

Formação permanente - Organize um grupo de professores para estudar temas ligados à sexualidade e discutir as experiências em sala de aula.

2ª ETAPA Da pré-escola ao 5º ano, o trabalho em sala de aula exige atenção do professor às atitudes e à curiosidade das crianças, pois são elas que vão dar origem aos debates e às atividades propostos a seguir.

Pré-escola
Diferenças de gênero - Baixar a calça e levantar a saia são sinais de curiosidade. O livro Ceci Tem Pipi?, de Heloisa Jahn e Thierry Lenain, explora as diferenças físicas e comportamentais entre meninos e meninas. Pergunte quem tem pipi. E quem não tem? Tem o quê? Diga que a vagina é o "pipi" das meninas. Estimule o debate sobre o que é ser menino e menina, levantando questões como: uma garota pode subir em árvores? Escreva as respostas no quadro e converse com a turma.

O corpo e o prazer - É normal que os pequenos toquem os genitais para ter prazer e conhecer o próprio corpo. Proponha a descoberta de outras formas de satisfação na escola, como brincar na areia e na terra ou com água. Deixe-os explorar esses elementos no parque e incentive-os a falar sobre o que sentiram e sobre as partes do corpo que dão prazer, inclusive o pênis e a vagina. Diga que é normal tocá-los, mas que essas são partes íntimas e, portanto, não devem ser manipuladas em locais públicos. Finalize lembrando-as das outras maneiras de ter prazer na escola.

Relação sexual - Caso uma criança tenha visto uma cena de sexo na TV, certamente comentará com os colegas. O livro A Mamãe Botou um Ovo, de Babette Cole, relaciona sexo, concepção e nascimento. Todos sabem como nasceram? Levante as dúvidas e comente que sexo é coisa de adultos. Mostre bonecos que tenham pênis e vagina e deixe a garotada explorar as diferenças.

Gravidez - Se alguma professora ou alguém próxima à garotada estiver grávida, certamente a turma ficará curiosa. Fale sobre o desenvolvimento do bebê, desde a concepção até o nascimento (cartazes ajudam muito). Uma música boa para tocar é De Umbigo a Umbiguinho, de Toquinho. Explique o processo físico de evolução, ouça as perguntas e responda-as de forma simples e direta.

Do 1º ao 5º ano Vocabulário da sexualidade - Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. Mas eles perdem rapidamente o impacto quando você os escreve no quadro. Explique o significado de cada um, deixe claro que todos podem ser ofensivos e, por isso, não devem ser usados - principalmente em público.
Caso as palavras façam referência aos órgãos sexuais, levante as outras que a turma conheça para pênis e vagina. Escreva no quadro os termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o tema.

Padrões de beleza - Ao perceber que os alunos debocham da aparência de um colega, um bom caminho é promover um debate sobre padrões de beleza. Que tal passar o filme Shrek? Por que a princesa Fiona se esconde quando vira ogra? Ela só é aceita quando aparenta ser bela? Que qualidades têm os personagens? É justo que as pessoas evitem quem não acham bonito? Outro bom exemplo é a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. A modelo é bonita? Explique que, na época em que foi pintada, ela era (sim) um padrão de beleza. Divida a turma em duplas e peça que cada um descreva qualidades ou algo que ache bonito no colega.

3ª ETAPA Com os mais velhos, o trabalho deve ser sistemático, com aulas semanais ou quinzenais. Monte uma lista com os temas, mas apresente-os de acordo com o interesse da turma.

Do 6º ao 9º ano
Puberdade - Coloque no quadro desenhos de corpos femininos e masculinos em diferentes fases do crescimento. Pergunte aos alunos o que eles entendem por puberdade.
Explique as transformações físicas e emocionais e por que elas acontecem. As questões podem ser feitas oralmente ou por escrito (se você não quiser expor ninguém).

Maternidade e paternidade - Leia o poema Enjoadinho, de Vinicius de Moraes. Pergunte de que um bebê precisa durante a gestação e após o nascimento e fale sobre as necessidades dos pais. Escreva as respostas no quadro. Pergunte se é possível um adolescente ser pai e mãe e prover tudo de que o bebê precisa. Do que o jovem terá de abrir mão para cuidar de uma criança? Quais são as vantagens de adiar a gravidez? Ao fim da aula, peça que os alunos escrevam sobre o que esperam do futuro.

Métodos anticoncepcionais - Leve para a sala de aula cartelas de pílulas, camisinhas masculina e feminina, tabelinha etc. Faça circular pela classe e dê explicações sobre cada tipo. Responda às dúvidas. Divida a turma em grupos e dê a cada um uma banana ou cenoura e uma camisinha para demonstrar como ela deve ser colocada. Depois peça que os jovens façam o mesmo. Lembre-os de que as camisinhas masculina e feminina são o único método anticoncepcional que previne as DSTs.

Aborto - No Brasil, a interrupção intencional da gravidez é crime, exceto quando a mãe foi estuprada ou corre risco de morte. Antes do debate, ofereça textos sobre o tema e forme dois grupos para uma dramatização. O primeiro deve ter personagens como uma grávida que quer ter o bebê, o namorado que prefere que ela aborte, o médico que fará a operação, a mãe que é contra e a amiga que tem dúvidas. O outro: a grávida que insiste em abortar, o namorado que é contra, o médico que a aconselha a não fazer isso, a mãe que tem dúvidas e a amiga que insiste na interrupção. Proponha que os jovens improvisem um diálogo usando argumentos compatíveis com cada personagem.

DSTs - Ponha para tocar A Via Láctea, de Renato Russo, e Ideologia, de Cazuza. Esses dois músicos morreram em decorrência da aids. Os alunos sabem o que a sigla significa? Selecione versos ("Essa febre que não passa", "Meu prazer agora é risco de vida" e outros) e discuta seu significado. Peça uma pesquisa sobre a incidência da síndrome na população. A análise mostrará que não existem mais grupos de risco, mas atitudes de risco. Converse sobre outros tipos de DSTs e como se prevenir.

O que é ser homem e ser mulher - No filme Billy Elliot, de Stephen Daldry, o
personagem principal quer ser bailarino. O que os jovens fariam se um filho tivesse esse desejo? Ou uma filha que sonha ser futebolista? O que é ser homem e ser mulher? Dá para definir levando em consideração apenas o que a pessoa gosta de fazer?

Homossexualidade e bissexualidade - Assista com os alunos ao filme Brokeback Mountain, de Ang Lee. Como o preconceito contra homossexuais é mostrado? Só existe amor entre homens e mulheres? Ouça as opiniões e reflita com os alunos sobre diferentes formas de amar. O respeito à opção sexual também deve ser abordado.

Maria Helena Vilela
Diretora do Instituto Kaplan, e Antonio Carlos Egypto, do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual, ambos de São Paulo.
Fonte: Revista Nova Escola

Atividade: Pessoal e Coletivo Ed. infantil

Faixa etária
0 a 3 anos
Conteúdo
Identidade e autonomia

Objetivos
- Partilhar experiências e objetos próprios e dos colegas, aproximando-se de regras de convivência.
- Ter prazer e se divertir com a vivência coletiva na creche, inclusive na relação com outras crianças.
- Desenvolver, gradativamente, a autonomia em relação às regras sociais.
- Identificar e diferenciar os pertences coletivos dos individuais.


Conteúdos

- Identidade.
- Autonomia.

Tempo estimado O ano todo.

Material necessário
Pertences diversos individuais das crianças (como brinquedos e mochilas) e coletivos da turma (pincéis e lápis, por exemplo). Máquina fotográfica ou fotos das crianças feitas pelas famílias.

Desenvolvimento 
1ª etapa Fotografe a turma reunida e, depois, uma criança de cada vez. Entregue para cada uma delas a foto individual e deixe que todas manuseiem as imagens, emprestando a sua para os colegas. A ideia é que todos se familiarizem uns com os outros. Em seguida, recolha as fotos e mostre-as uma a uma para os pequenos, perguntando quem é quem. Estimule-os a apontar o colega e repetir o nome dele. Convide todos a pegar a própria foto. Faça cartazes com as imagens e o nome de cada um e deixe-os expostos na sala. Chame a atenção do grupo quando alguém estiver ausente e mostre o retrato. Repita essas situações diversas vezes.

2ª etapa Separe um espaço na sala (podem ser prateleiras, cabides ou caixas, por exemplo) para cada criança colocar seus objetos pessoais (como blocos de papel, brinquedos, copos e agasalhos). Identifique cada local com a foto e o nome dela. Explique que assim todos vão saber identificar o que é seu e do outro. Depois, peça que coloquem seus pertences no espaço respectivo. Em diferentes momentos, mostre os objetos no espaço identificado e deixe que as crianças identifiquem o proprietário, recorrendo às fotos. Use as imagens do grupo reunido para identificar onde são guardados os objetos que são para o uso coletivo.

3ª etapa Proponha que os pequenos tragam objetos pessoais de casa, em especial os brinquedos.
Converse com as famílias para que ajudem os filhos a escolher o que eles estejam dispostos a emprestar para os colegas. Trabalhe com o grupo as oportunidades de troca e a chance de pedir as coisas emprestadas para os amigos. Converse individualmente e com o grupo sobre isso, enfatizando por que é importante dividir e a validade de cuidar do que é do outro e de não pegar algo que está nas mãos de alguém, enquanto isso estiver em uso.

Avaliação
Crie situações variadas para observar como a turma se relaciona com os espaços, as pessoas e os objetos. Proporcione momentos que envolvam a troca, por exemplo. Busque os avanços nas relações de respeito (pedir emprestado, entregar e devolver), na identificação dos objetos pessoais e dos que são de todos. É importante que os pequenos tenham se desenvolvido em relação à autonomia tanto nas relações com outros como no uso de objetos.

Consultoria: Karina Rizek
Coordenadora de projetos da Escola de Educadores, em São Paulo, e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10.
fonte: revista nova escola

jogo da memória com fotos das crianças

Faixa etária
0 a 3 anos
Conteúdo
Exploração dos objetos e brincadeiras
Objetivos
-Divertir-se com o jogo da memória
- Compartilhar de um mesmo jogo com o grupo de colegas
- Conhecer as regras do jogo da memória

Tempo estimado
Mínimo de quinze minutos e máximo de 30 minutos para cada situação de aprendizagem

Material necessário
Pares de cartões com fotos das crianças da turma, tamanho mínimo de 10X10
Cartolina ou papel mais resistente
Plástico adesivado para encapar

Desenvolvimento das atividades

1. Tirar fotos das crianças e imprimir cada uma duas vezes para confeccionar os cartões
Informar às crianças que as fotos estão sendo tiradas para confecção do jogo da memória. Recortar as fotos e colar na cartolina mostrando para as crianças conforme forem ficando prontas.

2. Apresentar o jogo

Em roda mostrar o jogo e organizar as peças para que as crianças vejam como se joga. Inicialmente propor o jogo da memória aberto (com as imagens voltadas para cima) e propor para que determinadas crianças encontrem os pares.
Deixar que as crianças manuseiem os cartões, sem pressa de que se apropriem das regras convencionais.

3. Organizar mesas com no máximo cinco crianças para que possam jogar o jogo em diferentes momentos

Levar outros jogos que as crianças já conheçam (ex. quebra cabeça, jogos de montar, quebra-gelo) e organizar grupos de crianças para jogá-los.
Caso haja mais de uma educadora na turma, uma pode dar apoio aos grupos que estiverem jogando os jogos já conhecidos, enquanto a outra fica na mesa do jogo da memória. Caso não haja outra educadora, organizar primeiro os grupos que jogarão os jogos já conhecidos.
Deixar que as crianças joguem sem fazer intervenções sistemáticas nas jogadas de cada uma. A educadora pode ser uma das participantes do jogo e servir como modelo para as crianças. Promover o rodízio das crianças para que a maioria jogue todos os jogos.

4. Garantir momentos na rotina semanal para que as crianças joguem o jogo da memória

Durante o período de recepção das crianças, no término do dia enquanto aguardam a chegada dos pais são boas opções para o contato com o jogo da memória

5. Criar novos jogos e variações do jogo da memória

Após o jogo tornar-se bastante conhecido, pode-se pesquisar variações do jogo da memória, tais como lince (um tabuleiro grande com imagens pequenas que as crianças devem procurar a partir de cartões com imagens duplicadas) .

Avaliação
Devem-se criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como as crianças jogam e o grau de envolvimento de cada uma delas. A partir da análise das pautas o educador pode fazer os ajustes com relação ao grau de dificuldade do jogo, com isso propor novos desafios e variações.

fonte: Revista Nova Escola

Brincadeiras na frente do espelho

Brincadeiras na frente do espelho

Faixa etária
0 a 3 anos
Conteúdo
Identidade e autonomia
Objetivos
- Familiarizar-se com a imagem do corpo.
- Trabalhar imitações, gestos e expressões.
- Construir a identidade.
Conteúdo relacionado
Reportagem
Tempo estimado
De 15 a 20 minutos por dia.

Material necessário

Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem infantil e colchonete.

Desenvolvimento
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.

Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?

Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.

Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.

Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.

Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.

Avaliação
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a seqüência com outras propostas e brincadeiras.

fonte: Revista Nova escola 

CANAL PEDAGÓGICO

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